Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve

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" O amor esta nas pequenas renuncias que ninguem ve."

"Ninguém vê o preço que você pagou para chegar onde está."

@gmajordeus

Minha força
Ser mãe atípica é carregar no coração preocupações que ninguém vê e travar batalhas que quase ninguém conhece.
É acordar cansada e, mesmo assim, encontrar forças para continuar. É aprender a comemorar cada pequena conquista, porque sabemos que por trás dela existem lágrimas, terapias, dificuldades, medo e muita persistência.
Muitas vezes as pessoas enxergam apenas o diagnóstico, mas eu enxergo meu filho. Enxergo seus sonhos, seu sorriso, sua personalidade, suas capacidades e tudo aquilo que ele ainda pode conquistar.
Eu não quero pena. Quero respeito, inclusão, oportunidades e compreensão.
Porque ser mãe atípica não significa ser uma mãe de menos. Significa ser uma mãe que precisou aprender a lutar um pouco mais.
E se um dia eu parecer forte demais, lembre-se: talvez você nunca tenha visto quantas vezes eu precisei juntar meus próprios pedaços para continuar de pé pelo meu filho. ❤️‍🩹

“Tenho marcas que ninguém vê, histórias que poucos conhecem e uma força que eu mesma ainda estou descobrindo.”

“Há pesos que ninguém vê — mas que mudam completamente a forma como a gente segue.”

O plantio que ninguém vê, que faz doer, que poucos crê, que nos faz colher e vencer.

A solidão é como uma rua escura, ninguém te vê, ninguém te abraça.

Alma Incendiada


É carregar dentro do peito um fogo que ninguém vê,
mas que transforma tudo aquilo que a alma toca.
É arder no silêncio, sem saber o porquê,
enquanto a noite, lenta e fria, à minha porta bate e evoca.


Alma incendiada é aquela que, mesmo em meio às cinzas, conserva dentro de si uma chama que se recusa a morrer.


É guardar sob as cinzas aquilo que não se diz,
um pranto adormecido, uma saudade infeliz;
é ter no peito um incêndio e, nos olhos, solidão,
é esconder entre sorrisos os abismos do coração.


É caminhar entre ruínas, sem saber onde chegar,
com os sonhos em silêncio, mas ainda a respirar;
é trazer na própria alma as marcas do que passou,
e amar aquilo que a vida, um dia, quase apagou.


Há almas que são feitas de tempestade e de brasa,
que carregam o inverno mesmo estando em casa;
e quanto mais a vida lhes ensina a sofrer,
mais fundo se incendeiam na vontade de viver.


Pois há fogos que não queimam — apenas fazem recordar
tudo aquilo que perdemos, tudo aquilo que quisemos amar.
E há chamas tão antigas, tão difíceis de extinguir,
que fazem da própria dor uma razão para existir.


Alma incendiada é silêncio que não cessa, é ferida que se fecha, mas jamais se confessa; é morrer um pouco em cada despedida,
e ainda assim guardar uma chama pela vida.


Porque talvez viver seja exatamente isto:
ser cinza e ser fogo, ser lágrima e ser riso;
carregar dentro do peito o que ninguém pode ver
e, mesmo quando tudo acaba, ainda escolher renascer.

Em algum momento
Normalmente aquele, em que ninguém vê
A semente rompe em broto
E germina
Vem a luz do Sol, um alento
Presente em não sei o quê
A força oculta, o broto em folha
A vida segue o seu rumo
Regada de esperança e alegria
Alternando dia e madrugada
Vem tudo, tudo que se vê
E o oculto também
Do Céu, do chão, de mais além
Você não acredita e nem duvida
Não dispensa a devida atenção
Mas em algum momento
Normalmente naquele em que ninguém olha
Alegria perde a força, esperança se vai
Cai a folha, nada muda
Prossegue
Não precisa licença ou ajuda
Caem a chuva e as lágrimas, cai o pano
E tudo se renova, de acordo com os Planos
Mas ninguém percebe
É uma eterna procura
Olhando pra todos os lados
Sem prestar muita atenção
Na sequência que se alterna
A semente rompe em broto
E termina
A altercação diminuta
Pois a vida não é disputa
É só vida
Fala e grita em silêncio
Pode ser que seja
Do jeito que penso ou não
Pouca diferença há no final
Afinal
Não se escuta a voz da vida.

Edson Ricardo Paiva

Ele é o Pão da Vida – satisfaz a fome que ninguém vê. (João 6:35)
Ele é a Água Viva – sacia a sede mais profunda do coração. (João 4:14)
Ele é o Bom Pastor – guia, guarda e não abandona.
(João 10:11)
Ele é a Porta – abre caminhos onde o homem diz que não há saída. (João 10:9)
Ele é a Luz – ilumina até o vale mais escuro. (João 8:12)


JESUS é suficiente!

O jugo Dele é suave porque só Cristo quebra as correntes que ninguém vê. Quem carrega o peso do pecado morre por dentro, mas quem se rende a Jesus encontra vida verdadeira.

Se tua alma sangra, corre para Cristo, Ele continua curando feridas que ninguém vê.

Existe uma vida que ninguém vê, mas ela está sendo construída todos os dias.
miriamleal

Não se compare com as vidas editadas que você vê nas telas, pois ninguém posta o café derramado na camisa, a crise de ansiedade no banheiro ou a dúvida cruel que corrói a madrugada; a vida real acontece nos intervalos, no que é feio, cru e dolorosamente humano.

Carrego cicatrizes que ninguém vê.
Mas são elas que moldam meus passos, minhas escolhas, meus medos e minhas pausas. Elas me acompanham como sombras discretas. E, mesmo invisíveis, determinam muito do que eu sou.

Toda grande execução começa com uma logística que quase ninguém vê.

Orfandade a Dois

Existe uma orfandade que ninguém vê,
não é de pai, não é de mãe —
é do zelo que se perdeu no meio do caminho.

É deitar ao lado
e sentir frio mesmo com o corpo quente ali.
É ter companhia
e ainda assim conversar com o silêncio.

Sinto falta do cuidado miúdo,
do “vai dar certo” dito nos dias nublados,
do olhar que encoraja
antes mesmo das palavras nascerem.

Sinto falta do afago sem pressa,
do beijo que pousa na testa
como quem promete:
“eu fico”.

Há uma fome de carinho
que não se mata com presença,
porque presença sem ternura
é casa sem luz.

É orfandade de incentivo,
de mãos dadas nas batalhas,
de alguém que veja
e celebre o que há de bom em mim.

Não peço excessos,
peço zelo.
Não peço promessas,
peço cuidado.

Porque pior que estar só
é sentir-se só
no lugar onde o coração
esperava abrigo.

"Ninguém vê o quanto você se esforça pra não desmoronar. Só cobram que você continue sorrindo."

“Trair o que você acredita é morrer aos poucos — só que por dentro, onde ninguém vê.”

Cuidando dos meus silêncios e curando o que ninguém vê.