Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
E ninguém vê
Às vezes me desfaço
em pedaços
que ninguém vê.
Nas noite escuras
na penumbra
me faço aos cacos
e tenho que me remendar
todos os dias
em cada amanhecer.
O mundo que ninguém vê é um reino invisível de microorganismos, onde os vírus desempenham um papel tanto invisível quanto imensurável. O cotidiano das pessoas é entrelaçado com esse mundo microscópico, e o COVID-19 trouxe isso à tona de maneira dramática.
Nossas vidas são governadas por interações que não podemos ver a olho nu. Vírus, como o SARS-CoV-2, têm o poder de paralisar nações inteiras, revelando nossa vulnerabilidade a ameaças invisíveis. Eles também mostram como estamos conectados globalmente, com um evento ocorrendo em um canto do mundo afetando instantaneamente pessoas em outro.
O COVID-19 nos faz refletir sobre como nossa sociedade lida com a ciência, a saúde e a cooperação global. Mostra como o conhecimento e a ação podem ser nossas melhores defesas contra o invisível. A pandemia revelou desigualdades profundas, com alguns sendo impactados de maneira desproporcional, evidenciando a necessidade de uma visão mais inclusiva do mundo que ninguém vê.
À medida que navegamos por esse mundo invisível de vírus e microorganismos, somos desafiados a repensar nossas prioridades, nossos sistemas de saúde e nossa capacidade de responder a ameaças invisíveis. O que não podemos ver muitas vezes molda nossas vidas mais do que imaginamos, e é uma lembrança de que devemos olhar além do óbvio para entender o mundo de maneira mais completa.
Outra vez fora do muro
Te olho e me sinto tonta
Por fora ninguém vê nada
Por dentro eu sinto tudo
Nem te sito em minha fala
Fiz parte do seu momento
Pra ti não mostro o que sinto
Me sinto equivocada
Não entendo meu sentimento
Sou mesmo toda errada
Coube a vida no momento
Sinto tudo aqui dentro
Juro, que te amava
Eu sei, sou mesmo confusa
Você também não entendeu nada
Talvez eu ainda ame
Aconteceu tão rápido
Sentimento louco
Não queria sentir muito
Agora não sinto pouco
Você não errou em nada
Talvez eu fui o seu erro
Não aprendi ser tão amada
Te amei mas na minha
Sempre fui eu, tão calada
Eu sinto saudade
Me sinto desnudada
Não penso em te contar
Só vou escrever pra ti
No meio da madrugada
Nessa história de sentir
Eu fui longe de mais
Senti tudo de uma vez
Fugi porque tive medo
De ser passada pra trás
Eu triz e você ator?
Escondo muito bem
Mas o final me causou dor
Só não me odeia pra sempre
Te peço até por favor
Um amor nada lento
Já havíam dores antigas
Não precisa se culpar
Mas você nem me deu tempo
Para que eu pudesse explicar
Não me sinto culpada
Mas não estou aliviada
Sinto o peso do mundo
Pra quem disse não sentir nada
Agora eu sinto muito
No silêncio do quarto, você me ama,
Sussurros e toques, onde ninguém vê.
Mas lá fora, seu brilho é de outro,
Sorrisos soltos, sem medo de ser.
Aqui, somos segredos guardados,
Palavras ditas entre paredes mudas.
Lá, você se expõe tão aberto,
Enquanto eu fico nas sombras, calada.
E me pergunto, no silêncio, por quê?
Por que só na ausência dos outros me quer?
Será que esse amor é só meu,
Ou é só um reflexo do que você quer?
Eu sou o esconderijo, a pausa,
Enquanto o mundo vê sua luz brilhar.
Mas um amor que vive no escuro,
Pode algum dia respirar, sem se apagar?
Nos olhos, escondo cicatrizes que falam de batalhas silenciosas, guerras que ninguém vê, mas que moldaram o que sou. Em cada verso, carrego o peso da verdade crua, o fardo de quem sente o mundo em cada detalhe, com a alma exposta e os sonhos despedaçados. Entre memórias doloridas e amores perdidos, reencontro forças para renascer, reconstruindo-me em palavras que vibram e resistem. Porque, no fim, viver é abraçar a incerteza, ser tempestade e calmaria, ser fragmento, mas ainda assim, buscar a eternidade
Muitas vezes choro sozinho
Lágrimas silenciosas, dores profundas
Ninguém vê, ninguém sabe
O peso que carrego a carga que sofro
Mas nas lágrimas encontro alívio
E na solidão, um refúgio
Choro, respiro, e sigo em frente,
E na escuridão encontro uma luz.
E essa luz tem sempre uma resposta em cada pergunta.. o seu nome..
Ninguém percebe seu esforço nos bastidores, mas lembre-se: o público só vê o espetáculo, não os ensaios.
Ninguém começa sem um primeiro passo, já tudo sabendo,
O conhecimento, as ideias e as respostas vêm com o tempo...
O ideal é tentar sempre, nunca, de forma alguma esmorecendo,
Levar a vida como um grande desafio, como um grande passatempo...
Todo mundo carrega algo que ninguém vê. O sorriso pode disfarçar, as palavras podem enganar, mas a mente sempre sente o peso daquilo que tentamos esconder. Cuidar dela não é luxo, é sobrevivência.
Grito
A voz ñ sai
O choro entalado na garganta
As lágrimas caiem
Mas ninguém ouve
Ninguém vê
Ninguém escuta
Apenas a minha sombra
A minha solidão
A minha depressão
Grito no silêncio
Mas ninguém vê
Grito por socorro
Mas ninguém vem
Coração dói
Mas ninguém sente
Estou quase desistindo de mim
Mas ninguém percebe
Socorro, socorro
É assim que grito no silêncio.
Ninguém vê, ninguém sabe, ninguém sente como você se sente. Há tanta luz na sombra e tanta sombra na luz. Cada um vê aquilo que seus olhos desejam.
O melhor sorriso é aquele que ninguém vê, mas teu coração aceita.
A melhor lágrima é aquela que ninguém vê, mas teu coração afaga.
Enquanto muitos choram pelo impossível, os visionários enxergam oportunidades onde ninguém vê. Você será o próximo trilionário, se tiver a coragem de acreditar!
