Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve

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Dimas
Quando você conhecer á Jesus verdadeiramente , será impossível viver sem ele.
Vejo nos últimos meses muitos artistas e amigos se distanciando do compromisso de viver, uma vida baseada no cristocentrismo
-Primeiro minha carreira, depois meu testemunho
-Primeiro minha vida , depois a obra de Deus
-Não estou feliz , preciso aproveitar a vida
-Os da igreja são os piores
-Para ser cristão igual (fulano )nem prefiro ser
Entenda uma coisa , Seja quem for que lhe machucou , mentiu, Lhe traiu ou decepcionou essa pessoa não foi Jesus , se você se lembrar do dia em que levantou a sua mão ou fechou seus olhos e aceitou a Jesus como senhor e salvador da sua vida pessoal ,você nasceu de novo , e todo recém nascido precisa se alimentar crescer alimentando-se da bíblia, e da comunhão da família de Jesus (IRMÃOS)
A igreja não são as paredes , as colunas ou o altar , aquele local, é apenas um templo construído parar levantar adoração e receber os perdidos, na verdade a igreja é VOCÊ
Se você refletir mais 2 minutos , você vai perceber e entender que Jesus é imutável , e a unica pessoa que mudou foi você absolutamente você , seus objetivos mudaram , seus ideais
Assumir a responsabilidade da sua vida terrena e espiritual requer mais que coragem, requer sabedoria.
*Reconstrua os laços com sua família Biologia
*Reconstrua os laços com sua família espiritual
*Derrube Os muros , construa pontes
Um amigo pode te levar mais perto de Deus
Um Inimigo pode te levar para longe de Deus
Nós somos fruto do núcleo que vivemos , escolher aonde plantar a raiz dos nossos pés pode fazer florescer a nossa alma
Um dia você aceitou a Jesus ,E Jesus Também lhe aceitou
Não perca a esperança ,Por que Jesus nunca perdeu a dele sobre você
Aquele que começou a boa obra á de completá-la (Filipenses 1:6)

Aprenda a valorizar uma pessoa enquanto ela está em vida, Por que, quando ela se for, seu choro não fará ela voltar, para compartilhar um abraço.

solilóquio.


Tudo o que você gostaria de ser, sou eu. A parte que você esconde quando percebe que está pensando grande demais, o pensamento que você corta no meio porque alguém ensinou que sonhar alto demais é pedir pra cair. Sou aquele pedaço que não aprendeu a pedir desculpa por querer mais, que olha pra uma vida pronta e pensa que aquilo talvez sirva pra alguém, mas não pra mim. Enquanto você mede o risco, eu já atravessei a rua. Enquanto você pensa no que vão dizer, eu penso no que vão dizer quando der certo.


Você me chama de exagero porque eu não aceito a medida que colocaram em você.


Eu sou a sua vontade sem legenda.


Sou o que sobra quando você tira o medo de decepcionar os outros, o personagem que aparece quando ninguém está olhando e você finalmente admite que não nasceu pra passar a vida seguindo roteiro escrito por gente que nunca teve coragem de escrever o próprio. Eu não quero ser aceito por uma sala que me obrigou a diminuir pra caber. Eu quero construir uma sala tão grande que ninguém precise me dizer onde sentar.


E talvez seja isso que assuste.


Porque eu não tenho vergonha de querer dinheiro, nome, respeito, liberdade, estrada, noite, música, cidade nova, história pra contar. Não tenho vergonha de querer olhar pra trás e reconhecer a minha própria mão em tudo aquilo que conquistei. O problema nunca foi querer demais. O problema foi você ter aprendido a chamar de “demais” tudo aquilo que exigia coragem.


Eu não.


Eu quero.


E quero até o verbo cansar.


Se disserem que é impossível, eu transformo o impossível em prazo. Se disserem que não combina comigo, eu mudo a combinação. Se disserem que ninguém da minha idade chegou lá, eu paro de olhar pra minha idade. Se disserem que eu devia ser mais realista, eu pergunto desde quando a realidade virou dona dos meus planos.


Você fica tentando descobrir quem você é.


Eu estou tentando descobrir até onde você consegue chegar.


Essa é a diferença.


Você quer uma vida segura. Eu quero uma vida que faça sentido quando ninguém mais estiver assistindo. Você quer ter certeza antes de começar. Eu quero começar e deixar a certeza vir depois. Você pensa em perder o que tem. Eu penso no que nunca teria se continuasse com medo de perder.


E não, eu não sou melhor que você.


Eu sou pior em algumas coisas.


Sou mais egoísta. Mais inquieto. Mais difícil de controlar. Não tenho paciência pra agradar todo mundo e talvez por isso eu pareça um problema quando, na verdade, sou só a parte de você que cansou de viver como solução pros outros.


Eu não quero ser uma versão bonita.


Quero ser uma versão verdadeira.


Aquela que erra e continua. Que cai e aprende. Que muda de cidade se precisar, muda de plano se precisar, começa do zero se precisar, mas não passa o resto da vida perguntando como teria sido.


Porque no fim não é sobre ser rico, famoso, admirado ou diferente.


É sobre não morrer cheio de versões que nunca tiveram oportunidade de existir.


E eu sou todas elas.


Sou o cara que você imaginou quando estava sozinho.


O cara que você viu no espelho e não reconheceu porque parecia confiante demais.


Sou a voz que diz “vai” enquanto a sua cabeça fabrica mais dez motivos pra ficar.


Sou o impulso.


O risco.


A fome.


A ideia que não te deixa dormir.


O plano que parece absurdo hoje e, daqui a alguns anos, vai parecer óbvio.


Tudo o que você gostaria de ser, sou eu.


Não porque eu já sou tudo aquilo.


Mas porque eu não tenho medo de tentar.


E talvez você nunca tenha precisado de outra pessoa pra virar essa versão.


Talvez tenha precisado parar de pedir licença pra ela existir.


Então quando você olhar pra mim e sentir aquela mistura estranha de inveja, raiva e vontade, não confunda.


Não é outra pessoa que você está vendo.


É você sem freio.


Você sem plateia.


Você sem a obrigação de ser compreendido.


Eu sou tudo aquilo que você deixou pra depois.


E eu não vim buscar você.


Vim lembrar que ainda existe tempo.


Mas tempo não espera.


Então decide.


Ou você continua imaginando quem poderia ter sido...


ou finalmente descobre quem você é capaz de ser.

Quando o amor encontra o desejo


O desejo aproxima dois corpos, mas é o amor que lhes dá significado. Quando ambos caminham juntos, o encontro deixa de ser apenas prazer e se torna uma forma silenciosa de confiança e entrega.


-Jouberth Toffoli

Quando o coração vive em conflito, a pergunta nem sempre é devo partir? Mas o que me faz permanecer? Antes de decidir entre o adeus e a permanência, compreenda se é o amor que sustenta a relação ou apenas o medo da solidão.


-Jouberth Toffoli

Ser forte não é nunca chorar; é continuar mesmo quando as lágrimas ainda existem.


-Jouberth Toffoli

A liberdade começa quando deixamos de viver para agradar.


-Jouberth Toffoli

A coragem nasce quando o medo deixa de decidir por nós.


-Jouberth Toffoli

A felicidade costuma chegar quando deixamos de persegui-la com tanta pressa.


-Jouberth Toffoli

O amor não pede que você tenha medo de errar, nem transforma o afeto em constante tensão. Quando uma relação exige que você viva sob pressão para ser aceito, talvez já não seja o amor que esteja conduzindo o vínculo, mas o medo de perdê-lo


-Jouberth Toffoli

O amor perde a força quando se transforma em dependência. Quem faz do outro o centro da própria vida entrega um poder que talvez nunca seja devolvido.


-jouberth Toffoli

A maturidade começa quando você entende que nem toda provocação merece uma resposta e nem toda companhia merece um lugar na sua vida.


-Jouberth Toffoli

“ELES”

“Eles” promovem quem?
“Eles” escolhem onde?
“Eles” decidem quando?
E quase nunca explicam
quem colocou “eles”
no lugar de decidir.

“Eles” levantam nomes,
“eles” derrubam vozes,
“eles” abrem portas
para alguns escolhidos
e deixam tantos outros
esperando no corredor.

Mas quem são “eles”?

Talvez sejam muitos,
talvez sejam poucos,
talvez sejam apenas sombras
que crescem quando
ninguém pergunta.

E enquanto perguntamos
“quem são eles?”,
a vida continua passando,
o povo continua trabalhando,
o talento continua esperando
uma oportunidade.

Porque existe uma força
que nenhum “eles” consegue controlar:

o tempo revela,
a história registra,
e a verdade, cedo ou tarde,
encontra seu próprio caminho.

Não quero saber somente
quem “eles” promovem.

Quero saber
quem merece ser promovido
pelo próprio mérito.

Porque quando a competência
precisa de padrinhos para subir,
talvez não seja o mérito
que esteja sendo premiado.

E quando “eles” fecham uma porta,
ainda resta ao poeta
uma janela aberta:

a liberdade de pensar.

— Romildo Portes Ferreira

Quando alguém se nega a enxergar uma verdade é porque na escuridão dos seus pensamentos a verdade é um monstro que elas não conseguem enfrentar.

Quando realmente se quer mudar
Não há obstáculos que nos impeça de tentar. Contudo a mudança principal para a real transformação está na maneira de pensar.

"O pessoal adora fiscalizar a minha vida, mas sumiu quando o carnê venceu! Se a sua opinião não vem acompanhada de um Pix para pagar as minhas contas, por favor, mude de canal que esse programa não é seu!"⁠

ESCREVO

Escrevo quando sinto, mesmo quando nem ao menos sei o que escrevo
Mas sinto e isso me consome
Tenho que escrever quando o desejo me vem
Porque em outra hora não o encontro
E o sentimento do que escrever já passou
E daí a ideia já se dissipou
E talvez ela tenha corrido e encontrado uma outra mente
E mãos que estejam disponíveis para ela.
E assim, sabendo disso, quando ela me vem, eu encosto um outro afazer
Para escutar o que ela tem a me dizer
Porque é importante e preciso compartilhar com alguém
Que de repente queira consumi-la. E ao ser consumida não cessa ali
Porque se incorpora nesse outro alguém que a ela juntará uma outra palavra
E assim o fluxo da escrita passará e passará e viajará de leitor para escritor
E de escritor para leitor, quando ela cessa em um instante para um e nasce para outro,
É hora de pausar a escrita, até uma nova visita.
É INS/EXpiração ,
dialogismo.

o dado.


Dizem que existem decisões que não parecem decisões quando chegam. Parecem portas. Você olha para elas e sabe que, depois de atravessar, alguma coisa vai ficar para trás.


Naquela noite, ele colocou um dado sobre a mesa.


Era pequeno. Branco. Com os números pretos perfeitamente desenhados nas faces. Uma coisa ridiculamente simples para carregar o peso de uma vida inteira.


Você sabe como funciona - disse o homem sentado do outro lado da mesa.


Ele sabia.


Um dado justo tinha seis faces. Seis possibilidades. Cada uma com exatamente 16,67% de chance de aparecer.


Mas aquele não era um dado comum.


Cada número representava uma vida.


E para jogar, ele teria que entregar a que já tinha.


Não existia voltar depois.


O número 1 era a vida medíocre.


Não era uma vida ruim. Talvez esse fosse justamente o problema.


Ele teria trabalho, teria dinheiro suficiente para pagar as contas, algumas pessoas ao redor, alguns domingos felizes, algumas sextas-feiras vazias. Amaria alguém, talvez. Teria uma casa, um carro, fotografias de momentos que um dia pareceriam importantes. Nada seria grande o bastante para destruí-lo, mas nada seria grande o bastante para fazê-lo sentir que realmente venceu.


Uma vida inteira sem tragédia.


E sem milagre.


16,67%.


O número 2 era pior.


Uma vida onde tudo funcionava, menos aquilo que importava.


Ele teria estabilidade, mas acordaria cansado. Teria amigos, mas se sentiria sozinho no meio deles. Teria dinheiro suficiente para comprar coisas e pouco tempo para aproveitá-las. Amaria, mas sempre existiria alguma coisa faltando. Um tipo de vida que não machuca de uma vez apenas desgasta.


Aquela era a vida de quem envelhece perguntando onde foi parar o tempo.


16,67%.


O 3 era diferente.


Ali existia uma espécie de felicidade calma.


Não haveria fortuna, nem histórias dignas de filme. Mas haveria paz.


Uma pessoa esperando por ele em casa.


Um cachorro correndo pela sala.


Café feito de manhã.


Uma mesa cheia em alguns domingos.


Uma vida pequena, mas inteira.


Ele poderia olhar pela janela aos cinquenta anos e pensar:


Eu não tive tudo.


E, pela primeira vez, aquilo não seria uma reclamação.


Seria suficiente.


16,67%.


Então havia o 4.


O homem sorriu quando falou dele.

- Essa é a vida que todo mundo acha que quer.


Dinheiro.


Muito dinheiro.


Sucesso.


Viagens.


Casas enormes.


Carros.


O tipo de vida em que ninguém pergunta quanto custa.


O tipo de vida em que os problemas passam a ter números.


Mas havia uma condição.


O 4 não prometia amor.


Poderia existir.


Poderia não existir.


Ele poderia passar a vida inteira comprando coisas que não sabia com quem dividir.


16,67%.


O 5 era o mais perigoso.


Porque não prometia dinheiro.


Não prometia fama.


Prometia algo muito pior de desejar:


a possibilidade de encontrar o amor da vida.


Aquela pessoa.


Não uma pessoa boa.


Não alguém compatível.


Não alguém que simplesmente ficasse.


Aquela pessoa que faria o mundo parecer ter sido construído para que os dois se encontrassem.


O problema era que ninguém sabia quanto tempo duraria.


Talvez fosse para sempre.


Talvez fossem dez anos.


Talvez três meses.


Talvez ele tivesse a sorte de encontrá-la aos vinte e cinco e o azar de perdê-la aos trinta.


Mas a chance estava ali.


16,67%.


E então existia o 6.


O homem ficou em silêncio antes de falar.


- O seis é a morte.


Ele olhou para o dado.


Não havia metáfora.


Não havia segunda chance.


Se caísse seis, terminava.


Não existiria dinheiro.


Não existiria amor.


Não existiria arrependimento.


Não existiria amanhã.


16,67%.


Ele encarou o objeto por alguns segundos.


- Então são cinco vidas e uma morte?


- Não.


- Não?


- São seis vidas. Uma delas só termina mais cedo.


Aquilo o incomodou.


Porque era verdade.


A morte não era uma possibilidade fora do jogo.


Ela estava em uma das faces.


Como estava escondida em todas as vidas que ele poderia viver.


Ele pegou o dado.


E naquele instante percebeu a verdadeira crueldade da proposta.


Não estava jogando para ganhar.


Estava jogando para trocar.


Se escolhesse não jogar, continuaria vivendo a vida que tinha.


Com os erros que já conhecia.


Com as pessoas que já conhecia.


Com os amores que deram certo e os que deram errado.


Com o dinheiro que tinha ou não tinha.


Com os sonhos ainda distantes.


Com aquela versão de si mesmo que, apesar de tudo, continuava respirando.


Se jogasse, poderia ganhar tudo.


Poderia perder tudo.


Poderia encontrar o amor que sempre imaginou.


Poderia acordar rico.


Poderia viver uma vida tranquila.


Poderia passar décadas sentindo que escolheu a existência errada.


Ou poderia simplesmente morrer.


E talvez fosse isso que ninguém entendia sobre sorte.


A gente fala em ganhar quando aposta alguma coisa.


Mas toda aposta começa com uma perda.


Ele fechou o dado na mão.


Pensou nas manhãs que ainda não tinham acontecido.


Pensou em alguém que ainda não conhecia.


Pensou nas versões de si mesmo que nunca existiriam se ele permanecesse exatamente onde estava.


Pensou em todas as vezes em que desejou uma vida diferente sem perceber que uma vida diferente também significava perder aquela que possuía.


Então levantou a mão.


Por um segundo, o mundo inteiro coube dentro daquele pequeno objeto.


Seis faces.


Cinco futuros.


Uma morte.


E uma única certeza:


a vida que ele tinha estava sendo trocada pela possibilidade de uma vida que ele sequer conhecia.


Ele lançou o dado.


O som dele batendo na madeira pareceu alto demais.


Uma volta.


Duas.


Três.


Quatro.


O dado começou a perder força.


E, enquanto girava, ele percebeu a coisa mais assustadora de todas:


pela primeira vez na vida, ele não estava com medo do resultado.


Estava com medo de descobrir que a vida que desejava nunca foi a que estava do outro lado do dado.


Talvez fosse aquela.


A que ele estava prestes a perder.


O dado parou.


Ele não olhou imediatamente.


Ficou alguns segundos encarando aquela pequena coisa imóvel sobre a mesa.


Porque enquanto o número estivesse virado para baixo, todas as vidas ainda existiam.


O amor ainda era possível.


O dinheiro ainda era possível.


A felicidade ainda era possível.


A morte ainda não tinha acontecido.


E a vida que ele tinha...


ainda era dele.


Então ele entendeu.


Talvez o maior golpe da sorte não seja aquilo que ela pode te dar.


É fazer você perceber o valor daquilo que estava disposto a abandonar para tentar conseguir outra coisa.


Ele virou o dado.


E foi aí que a história realmente começou.

Quando o burro dá as ordens e o trabalhador puxa o arado, tudo está errado! Vote no Lula e rejeite a mula!

⁠Somente quando o pensamento termina, existe a verdade. Não há o fim do pensamento pela compulsão, pela disciplina, por qualquer forma de resistência. (...) É a verdade que liberta, não o esforço para ser livre.

Jiddu Krishnamurti
Cessation of Thought.