Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Quando me pedem provas da existência de Deus minha resposta é: Para o coração blindado pela incredulidade, até os milagres mais retumbantes viram mera coincidência. Nenhuma prova convence a carne. Por outro lado, para alguém que foi vivificado pelo Evangelho, a busca por provas perde o sentido. Quem tem o testemunho do Espírito em si mesmo dispensa os silogismos dos homens.
Há uma fé que nasce do medo e outra que nasce do amor. A primeira desaparece quando o perigo passa; a segunda permanece, mesmo no silêncio de Deus.
Há um sinal quase infalível de distância de Deus: quando o homem não consegue falar de outra coisa além de si mesmo.
Quando o caráter de Cristo é evidente na vida de alguém, os acusadores não encontram fundamento na verdade; por isso, recorrem ao falso testemunho na tentativa de manchar sua história.
A boca apenas revela o que já habita o coração. Quando Deus ocupa esse lugar, falar d'Ele deixa de ser obrigação e passa a ser consequência.
Quando abrimos mão do que é temporário, não estamos operando um sacrifício vazio. Estamos apenas esvaziando as mãos das ilusões do tempo para que possamos segurar o peso eterno da glória.
O maior perigo para a Igreja não é a perseguição do mundo, mas o aplauso dele. Quando o Evangelho deixa de confrontar, talvez já tenha começado a se conformar.
Mesmo quando o crente em Jesus é lançado às condições mais adversas, sua esperança não se dissolve, porque ela não está ancorada nas circunstâncias, mas no próprio Senhor. Se for colocado em um calabouço, não estará realmente só, pois descobrirá que a comunhão com Cristo e com o seu povo sustenta a alma de maneiras inesperadas. Se for conduzido ao deserto da escassez, ainda assim aprenderá que Deus continua sendo aquele que provê o pão do céu, suficiente para cada dia.
Mesmo quando o crente em Jesus é lançado às condições mais adversas, sua esperança não se dissolve, porque ela não está ancorada nas circunstâncias, mas no próprio Senhor. Se for colocado em um calabouço, não estará realmente só, pois descobrirá que a comunhão com Cristo e com o seu povo sustenta a alma de maneiras inesperadas. Se for conduzido ao deserto da escassez, ainda assim aprenderá que Deus continua sendo aquele que provê o pão do céu, suficiente para cada dia. Quando as relações humanas falham e a amizade parece distante, ele não cai no abandono definitivo, pois reconhece a presença daquele que é o “amigo mais chegado que um irmão”, cuja fidelidade não se esgota. E ainda que as alegrias desta vida, como as “aboboreiras” que trazem sombra passageira, sejam retiradas, ele encontra abrigo na Rocha eterna, cuja solidez não pode ser abalada. Assim, mesmo quando as estruturas que sustentavam suas expectativas terrenas são removidas, sua confiança permanece firme. Não porque ele ignora a perda, mas porque aprendeu que sua esperança última não repousa no que é frágil, mas naquele que permanece inabalável.
Deus está no controle de cada etapa da nossa jornada. Quando tentamos apressar o processo, nós o atrapalhamos. A mariposa e a semente nos lembram que há um tempo determinado para tudo. As lutas e o silêncio do casulo são exatamente o que você precisa para ganhar força, e esse crescimento só pode acontecer de dentro para fora, no tempo perfeito de Deus. Confie no propósito dEle para a sua vida!
As pessoas amam a verdade quando ela ilumina e traz conforto. Mas quando ela se torna um espelho que confronta seus egos e expõe suas máscaras, preferem odiá-la, fugindo para o labirinto escuro da hipocrisia religiosa. O Evangelho é luz, e a graça de Cristo não passa a mão na cabeça: ela expõe para curar.
Todo pecado segue um caminho: prática, justificativa, defesa e acomodação. Quando você percebe, já fez paz com ele.
Quando escuto um cessacionista tagarelar sobre o fim dos dons espirituais, imagino o Espírito Santo dizendo: 'Missão cumprida. Agora é só protocolo e liturgia'.
