Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Não se preocupe Com sua parte Física Se Preocupe com sua parte emocional
Quando Voçê se preocupa Com sua parte Emocional Voçê Também está Se preocupando Com a sua parte Física
Caos e Calmaria - Quando a Calma e a Intensidade se encontram
O Caos que não costuma se cansar e nem se distrair, às vezes, encontra a Calmaria principalmente quando anoitece, pois é nos momentos noturnos que ele fica mais vulnerável, contente, quieto admirando o impacto que ela causa — toma conta do ambiente, pausa o tempo, mexe com a sua mente como se o conhecesse por dentro, no íntimo do seu coração veemente.
Encontro caótico e calmo semelhante ao que acontece entre traços imperfeitos e cores bem diferentes reunidos numa caoticidade inicial mas que, no final, resultam em uma linda arte cheia de emoção, sentido e expressividade — a vida de verdade da harmonia imperfeita, que faz a inspiração ganhar uma face, a ressignificação de uma tormenta em ricos detalhes que apresentam a beleza da criatividade.
A noite passa a fazer parte de um cenário apaixonante para aquele encontro que não ocorre com tanta frequência; todavia, é sempre emocionante, o Caos e a Calmaria, um de frente para o outro fazendo silêncio com os seus olhares conversando, enquanto que uma melodia intensa vai as poucos os envolvendo em um momento poético de fantasia — o íntimo caótico e o comportamento calmo juntos encontrando harmonia.
“Quando se fala na minha fortuna trilionária, não falamos de cifras frias; falamos de um portal onde o impossível deixa de ser desculpa e vira passado.”
Há uma angústia silenciosa que se instala quando se percebe que já não se consegue resolver sozinho boa parte da própria vida. Não é apenas a dificuldade prática que pesa, mas a sensação profunda de invalidez, como se algo essencial tivesse sido retirado sem aviso. A autonomia, antes natural, passa a ser um privilégio distante, e cada decisão depende de terceiros, de permissões, de circunstâncias que fogem ao controle.
Essa condição corrói por dentro. O indivíduo sente-se diminuído, não por falta de vontade ou capacidade intelectual, mas por estar aprisionado a limites que não escolheu. Surge a frustração de querer agir e não poder, de saber o que precisa ser feito e ainda assim permanecer imóvel. A dependência forçada fere o orgulho, a identidade e a dignidade, criando um conflito constante entre o desejo de reagir e a realidade que impede qualquer movimento efetivo.
O WhatsApp, esse néctar digital que adoça o instante com um toque, revela-se veneno lento quando as mensagens não lidas se acumulam como fantasmas no bolso. Elas piscam como promessas de conexão, liberando dopamina — o prazer fugaz do cérebro viciado em recompensas instantâneas. No Brasil, onde quase todos os smartphones trocam mensagens diárias, esse ciclo vira prisão: ansiedade explode ao ver o "visto" sem resposta, corroendo laços que pareciam eternos. É o doce que paralisa, transformando amigos em sombras acusadoras. Acumular "não lidas" sinaliza esgotamento ou fobia digital — medo de más notícias, cobranças ou o peso de responder. Em relacionamentos, vira abismo: brigas por áudios longos ou silêncios interpretados como rejeição esfriam o afeto, piorando o que o app prometia aproximar. O veneno infiltra-se devagar, isolando na multidão conectada. Estabeleça limites: desative notificações à noite, priorize conversas reais. Psicólogos tratam isso como vício, ecoando dependência de smartphones. Viva além da tela.
O mundo gira. Incessante, implacável, ele segue seu curso mesmo quando tudo parece desmoronar ao nosso redor. Nas horas mais escuras, quando a tempestade rugia com toda sua fúria, é fácil esquecer que o céu azul ainda existe lá em cima, escondido pelas nuvens negras.
Mas a verdade é simples: nenhuma tempestade dura para sempre. Ela vem para lavar, para purificar, para nos lembrar da nossa própria força. E quando finalmente passa — porque sempre passa — algo mágico acontece.
O sol aparece.
Não timidamente, mas em toda a sua glória dourada, banhando o mundo com luz renovada. As gotas de chuva restantes brilham como diamantes dispersos. O ar cheira a esperança. E nós, que sobrevivemos, emergimos diferentes: mais resilientes, mais gratos, mais vivos.
Então, quando a vida escurecer, lembre-se: você é mais forte do que a tempestade. O giro do mundo não para, e o seu momento de luz está chegando. Aguente firme. Respire fundo. O sol sempre volta para quem espera com fé.
Sempre.
Dói tanto quando me olham sem me enxergar. Seus olhos varrem minha alma como vento frio, deixando-a exposta, nua, sem eco. Um joelho ralado sangra rápido, cura com band-aid e tempo; mas um coração partido? Esse fere devagar, sangra em silêncio, eternamente. Cada olhar vazio é uma faca cega, rasgando o que resta de mim. Prefiro a dor física, palpável, à essa ausência cruel que me apaga. Por que ver o corpo e ignorar a essência que implora ser notada?
Quando chega a maturidade
Hoje estou mais maduro e, extremamente, seletivo em todos os sentidos...
Decepções e alegrias sempre me acompanharam...
Amores e amigos, tornaram-se “atuais” e “ex”...
Fiz e fizeram muitas coisas erradas...
Menti e mentiram pra mim...
Sofri e fiz sofrer...
Ri muito e chorei bastante...
Amei e fui amado...
Pensei que amava e pensaram que me amavam...
Pessoas que pensei que me ajudariam, me chutaram...
Outras que achei que me chutariam, me carregaram no cólo...
No final de tudo aprendi que perfeito só Deus, mesmo...
E que de nada adianta exigir e ser exigido...
Devemos aprender primeiro e ensinar depois...
Algumas vezes não temos paciência para ensinar...
E nem tão pouco para aprender...
Por não termos essa paciência, acabamos deixando de aprender coisas importantes...
E deixamos de ensinar coisas essenciais...
Muitos de nós querem ensinar, mas sem ter aprendido...
Outros acham que não precisam aprender, por acreditarem que já sabem...
Hoje sei que já aprendi bastante, continuo e quero continuar aprendendo, porém creio que não saiba ensinar...
Ou não saibam aprender...
Por isso, decidi apenas aprender, aprender e aprender...
Ensinar ? Quem sabe um dia...
Quando encontrar alguém que queira trocar experiências...
E não alguém que pensa que já sabe tudo.
"Quando eu resolver isso, finalmente estarei tranquila."
E então aparece outro problema.
Você atravessa uma dificuldade e encontra outra.
Resolve uma questão e surge outra.
catching lightning
Eles não avisam quando vem.
Você pode passar uma vida inteira olhando para o céu e nunca estar no lugar certo, na hora certa, com os olhos voltados para cima. Pode ouvir trovões de longe, assistir tempestades pela janela, ver o céu se partir em luz durante alguns segundos e ainda assim nunca tocar naquilo. Porque ser atingido por um raio não é apenas difícil. É quase absurdo.
E talvez seja por isso que algumas pessoas parecem tempestades.
Elas chegam sem pedir licença, iluminam alguma coisa dentro da gente que estava há muito tempo no escuro e, quando a gente percebe, já não sabe mais se estava procurando por elas ou se apenas teve a sorte improvável de estar olhando para o céu no instante certo.
Foi assim que algumas histórias começaram.
Não com grandes promessas. Não com a certeza de que durariam para sempre. Às vezes começaram apenas com dois desconhecidos em uma festa aleatória, numa química absurda descobrindo que conseguiam conversar por horas, rir das mesmas coisas, encontrar abrigo um no outro e, sem perceber, transformar dias comuns em lembranças que o tempo teria dificuldade de apagar.
E então veio a parte que ninguém conta nas histórias de amor.
O futuro.
Porque amar alguém enquanto tudo está dando certo é quase fácil. Difícil é continuar acreditando quando a vida começa a colocar quilômetros, silêncio, mudanças e versões diferentes de vocês mesmos no caminho.
É aí que a dança começa.
Não aquela dança perfeita dos filmes, em que ninguém erra o passo e os dois sabem exatamente para onde ir.
A verdadeira.
Aquela em que um avança enquanto o outro hesita.
Em que às vezes alguém pisa no pé.
Em que uma mão se solta por alguns segundos e, ainda assim, existe alguma coisa dentro dos dois procurando o caminho de volta.
Então te pergunto
“Can I have this dance?”
Nunca foi apenas sobre uma dança.
É quase como perguntar
Você ainda segura minha mão mesmo sem saber onde isso termina?
Você ainda confia em mim quando a música muda?
Se eu tropeçar, você fica?
E talvez a resposta mais bonita não seja uma promessa de eternidade.
Talvez seja simplesmente:
eu não sei.
Mas ainda quero dançar.
Porque ninguém sabe.
Ninguém que ama de verdade recebe um mapa mostrando onde aquela história vai terminar. Não existe garantia de que duas pessoas permanecerão iguais enquanto a vida acontece ao redor delas. Não existe contrato contra a distância, contra o tempo, contra os erros ou contra aquilo que cada um ainda precisa aprender sozinho.
Existe apenas a escolha de continuar dando um passo.
Depois outro.
E outro.
Até perceber que, de alguma maneira, os dois já atravessaram uma parte enorme da música.
Talvez por isso encontrar alguém seja tão raro.
Não raro como encontrar alguém bonito.
Não raro como encontrar alguém que goste das mesmas músicas, tenha os mesmos planos ou consiga preencher perfeitamente os espaços vazios.
Raro como um raio.
Porque existem bilhões de pessoas.
Milhares de encontros possíveis.
Centenas de histórias que poderiam ter acontecido.
E, entre todas essas possibilidades, duas pessoas específicas precisam nascer na mesmo época(4 ANOS NÃO É NADA), cruzar os mesmos caminhos, dizer certas palavras, estar disponíveis naquele instante, olhar uma para a outra de determinada maneira e reconhecer alguma coisa que talvez nem saibam explicar.
A probabilidade de ser atingido por um raio é pequena.
Mas menor ainda talvez seja a chance de encontrar alguém que, depois de tudo, ainda consiga fazer você olhar para trás e pensar
“Como é que, entre tanta gente no mundo, foi justamente você?”
E é aí que a história deixa de parecer coincidência.
Não porque o destino tenha garantido um final.
Mas porque algumas pessoas são importantes demais para serem explicadas apenas pela estatística.
Talvez algumas apareçam para ficar.
Talvez outras apareçam para ensinar.
Talvez algumas precisem ir embora para que a gente compreenda o tamanho do espaço que ocupavam.
E talvez existam aquelas histórias que não cabem em nenhuma dessas categorias.
Histórias que terminam sem realmente parecer terminadas.
Que continuam existindo em pequenas coisas: uma música, uma lembrança, uma frase, uma cidade distante, uma noite qualquer em que o passado bate a porta sem avisar, você sabe que eu não mordo, né?
E então a gente entende que o tempo não apaga tudo.
Às vezes ele apenas muda a maneira como carregamos.
Eu não sei onde essa música termina.
Talvez ninguém saiba.
Mas existe alguma beleza em admitir isso.
Porque talvez amar alguém nunca tenha sido sobre saber se chegaremos ao último acorde.
Talvez tenha sido sobre olhar para a pessoa ao lado, estender a mão e perguntar novamente, mesmo depois de tudo:
“Can I have this dance?”
E se ela aceitar, não importa quantos passos já foram errados.
Não importa quantas vezes a música tenha parado.
Não importa quantos quilômetros existam entre um lugar e outro.
A gente começa de novo.
Devagar.
Sem prometer que nunca vamos cair.
Apenas lembrando que, quando duas pessoas realmente querem continuar dançando, elas não precisam conhecer o próximo passo.
Precisam apenas confiar que, quando ele chegar, haverá uma mão esperando pela outra.
E talvez seja isso que torna algumas histórias tão improváveis.
Não o fato de terem acontecido.
Mas o fato de, entre todos os raios que poderiam nunca ter caído, um ter escolhido exatamente aquele pedaço do céu.
Muitos passam a vida adquirindo bens, inimigos e ideologias! Quando deveriam ter buscado o bem, amizades e ideais!
Quando você enviar uma mensagem e eu não responder, lembre-se que até agora estou esperando você responder a minha.
Quando derrubaram a presidenta Dilma e prenderam Lula ilegalmente, afirmavam ser o fim do PT! A estrela nunca brilhou tão forte!
O TRABALHADOR, até quando ganha, perde! A escala 6×1 terá transição de um ano para jornada de 40 horas! TRANSIÇÃO é o CASCALHO!
SOMENTE quando a Lei do Retorno atingir esses políticos e juízes corruptos alinhados com a direita, teremos o retorno da lei!
Lênin disse que, quando os trabalhadores acordassem para a política, nada os deteriam. Complicou quando os vagabundos despertaram!
Quando a guerra era fria, a paz nos aquecia! Hoje, os EUA controlam a paz e espalham a guerra! Gelam os corações e queimam o globo!
