Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
... quando diretos,
em vez de indiretos — tanto
em nossas relações quanto em
nossas reservadas ponderações e
vereditos — economizamos ao menos
uma vogal e uma consoante...
Uma previdente postura em tempos
de vacas magras de sensibilidade
e empatia!
... quando
os mentores da luz
tencionam nos punir, eles,
prontamente, atendem nossas
orações — contudo, não naquilo
que desejamos, senão no
que precisamos!
... o amor-próprio,
quando desprovido de qualquer
traço de egoísmo e vaidade, transforma-se
na fonte primeira de toda consistência
e plenitude do amor ao
próximo!
E no ultimo adeus, lembranças meio apagadas de quando ainda eramos meninos e crianças, um pouco de nostalgia daquele ultimo olhar de ontem...e sobre a lápide irretocável negra estava nesta hora toda molhada, pouco se sabia onde foi que começou a aguar pelos pingos da chuva e o que era aguado pelas lágrimas da saudade que já começava à crescer....sai da letargia e incompreensão me acordou no momento que todos os presentes em coro gritaram, Amém.
A viagem começa a acabar, quando a verdade, a sanidade e a coerência nos são indiferentes e não nos valem mais a pena.
São tantos "eus" dentro de mim que nunca me abato pois quando um me enjoa, entristece me ou me contraria. Passo para o outro.
Não existe verdade absoluta, nem mentira relativa! Quando tudo é relativo, nada é absoluto! Mentira absoluta ou verdade relativa?
Dizem que o amor é calmaria, mas o que sinto quando penso em você está mais para o primeiro segundo de um impacto. Não quero a paz dos amores mornos ou o roteiro previsível dos romances de vitrine. Quero o avesso, o excesso, o espaço que a gente cria quando o resto do mundo decide sumir.Amar você é um ato de audácia. É ler os seus silêncios mais profundos e, logo em seguida, decifrar o arrepio que desenha a sua pele quando meus dedos encontram a sua nuca. Há uma poesia violenta e linda na forma como nossos ritmos se encaixam: uma mistura de respeito sagrado e urgência profana. Eu não quero apenas caminhar ao seu lado; quero perder o fôlego com você na pressa da madrugada e te cobrir de certezas na lentidão do amanhecer.Mas, além de toda essa urgência que incendeia o peito, há um lugar em mim que só encontra descanso nos seus olhos. É ali, na pureza do seu sorriso, que o meu coração se desarma por completo. Amar você é também aprender a acolher as suas dores, a segurar a sua mão quando o dia lá fora estiver pesado. Quero cuidar de cada pedaço da sua alma, celebrar as suas vitórias e abraçar as suas vulnerabilidades com a ternura mais sincera que já existiu em mim. É um sentimento que nasce do fundo do peito, sem máscaras ou defesas, livre e inteiramente seu.Seu cansaço é o meu limite para o silêncio, e a sua alegria é a minha única urgência. Eu não te amo apenas pelo que você me dá, mas pela santidade que existe na sua existência. Quero ser o abrigo onde você pode desabar sem medo de quebrar, sabendo que cada fragmento teu é precioso para mim. O meu amor não te prende, ele te estende o mapa do mundo e diz: vá, mas saiba que o meu peito é o seu eterno ponto de retorno. Você é a minha tradução mais bonita de paz, a cura para os dias cinzentos e a minha maior certeza.Se o amor de verdade é raridade, o nosso é uma heresia contra o tempo. Um pacto secreto selado com o gosto do seu beijo e a audácia de querer, hoje e sempre, exatamente o que ninguém mais pode ter. Você não é a minha metade. Você é o incêndio inteiro — e a minha paz mais bonita.
Quando uma escola empurra seus problemas com a barriga, a aparente tranquilidade é apenas a desorganização escondida nos bastidores. Sem planejamento, responsabilidade e compromisso, aquilo que hoje parece estar dando certo poderá ser a causa do fracasso de amanhã.
Parece um ímã. Não existe outra explicação para o que acontece com o meu coração quando penso em você. Existe uma força que me arrasta pra você, um magnetismo invisível e avassalador que ignora o tempo, a distância e qualquer tentativa minha de seguir em frente.Hoje, eu te escrevo com a alma despida e um nó na garganta para te pedir desculpas. Me desculpa por ter sido fraco, por ter duvidado do que sentíamos e, acima de tudo, desculpa por ter tentado o impossível para te esquecer. Que tolice a minha achar que conseguiria apagar as nossas memórias ou silenciar o eco do teu riso na minha mente. Esse arrependimento me corrói todos os dias, porque tentar te arrancar de mim foi o maior erro que já cometi.Hoje, eu não consigo, sob hipótese alguma, te esquecer. Tem dia que eu já acordo com o pensamento em você. Não sei o porquê, mas, de vez em quando, de repente vem um flash e eu recordo, com riqueza de detalhes, aquele nosso primeiro beijo. Ou então, basta um cochilo rápido no meio do dia para você invadir a minha mente e os meus sonhos.Cada segundo longe só me fez ter a certeza de que o que vivemos é eterno. O meu carinho por você permanece intacto, guardado no lugar mais bonito e sagrado do meu peito. Há um respeito profundo e uma admiração gigante por tudo o que você é; ver a sua força e a sua beleza só me faz te amar ainda mais. Eu não quero mais lutar contra essa correnteza. Eu me rendo a essa força.Só me diz que ainda há tempo para o nosso recomeço... Porque, se não houver, eu te prometo: um dia eu te esqueço. Só não me pergunta como, porque hoje eu não faço a menor ideia de como fazer isso.
E aquela sensação que sentimos quando nos perdemos numa relação? A sensação de arrependimento constante quando estamos literalmente a tentar manter algo que não tem saída.
Algo que, depois de terminado, é um peso a menos que levas contigo e tu simplesmente passas por ela e, finalmente, não sentes a obrigação de lhe dar todo o cuidado que ela "merecia".
As noites que passaste com ela a falar, alegre, ou pelo menos eu pensava que sim. Becos sem saída...
O dia 27/07/26 que te fez viver um dos momentos mais aliviantes de sempre, o término. Aquela confiança que procuravas construir mas que nunca existiu porque, como era óbvio, ela não me conseguia tocar sequer, não é?
Vivo todas as noites a mesma coisa, reflexão até às 2 da manhã e não consegues dormir bem depois disso. Acordas com dores e com cansaço depois de ter literalmente dormido 12h do meu dia. As dores no peito que sentes desde que tu começaste a ser frio.
Eu não me arrependo do que passei estes últimos 3 ou 4 anos. É normal viver arrependimentos e isso originar traumas mas, nada que te fique na memória permanentemente.
Já nem te lembras do nome dela, do que vivias com ela portanto, não tens que te chatear com isso, certo?
Sou diferente quando consigo ser mais? Sou diferente quando digo que prefiro o cabelo longo do que o cabelo curto? Porque eu realmente gosto.
Sou julgado por ser diferente a partir do momento em que consigo ser eu mesmo. Como eu gosto de ser, como sempre quis e sempre serei.
Eu sempre que penso em algo, é sempre no mesmo, porque é que eu dependo de amigos? Porque é que eu preciso de alguém sendo que sou diferente e consigo ser "bom" sozinho?
Eu sempre precisei de uma distração mas não ao ponto de utilizar pessoas como bonecos mas, sempre fui o boneco dos outros. Em novo comecei a tomar iniciativa. Iniciei a mudança com que sempre sonhei, a mudança de mentalidade.
Eu realmente não tenho medo de dizer que acho horrível ver miúdos assumirem como PAN´S, GAYS ou coisas do género. São crianças praticamente, não têm mentalidade sequer para se assumirem como algo que nem sequer viveram.
Não tenho medo de mostrar que gosto de viver os meus sonhos na loucura máxima. Já perdi aquele medo de, "O que é que ele pensa de mim?". Desde de o dia 16/06/24, tornei-me outra pessoa.
Gosto de ler, gosto de escrever, gosto de mim, e isso não será minimamente influenciado pelos que me rodeiam porque, deverás, eu não dou a mínima.
(Nota: Fiz este texto para aliviar um peso que habita em mim à algum tempo, pode estar confuso pois é assim que eu tenho vivido, na confusão. Sou novo e gosto deste tipo de reflexões diárias.)
Eu e meus botões
Quando você quiser encontrar colo, não procure em molas sofisticadas de alguém que não lhe oferece conforto.
Existem colos no olhar, no carinho, no dizer: “Oi, querida, eu te amo”; no aperto de um abraço sincero, na carta escrita, no beijo demorado.
E, por fim, no abraço de inverno...
Ouvindo a mais pura música do luar de Janeiro.
Lembrar de alguém somente quando precisa é uma atitude parasitária, onde o indivíduo(a) necessita sugar algo para suprir sua necessidade momentânea, seja financeira ou emotiva.
A amizade não morre de uma hora para outra; ela apaga aos poucos quando um lado cansa de insistir em ser visto.
A amizade é semelhante a uma via de mão dupla, onde o fluxo vai e vem, quando essa dinâmica deixa de existir, a via perde o sentido e é desfeita para novas construções.
É muito fácil apontar o dedo para o fim de uma amizade quando você escolhe ignorar os passos que deu para chegar até lá. Algumas pessoas preferem perder um amigo incrível a ter que encarar o espelho e admitir que também erraram.
Diante desse cenário, o pior cego é aquele que chora pelo fim da amizade, mas se recusa a enxergar as próprias omissões que a sufocaram. Se você acha que não deveria perder um alguém pelo valor que ele tem, pela fraternidade que ele oferece e pela presença que te traz conforto, deveria pensar duas vezes e deixar a soberba de lado; enfrentar o próprio ego e ser o dono da sua consciência.
Afinal, uma amizade não desmorona sozinha; ela cede sob o peso dos erros que um lado cometeu e que o orgulho insistiu em não ver.
Agradeça quando sentires ANGÚSTIA diante de uma decisão, é sinal de que és livre e o tempo é finito, logo, suas escolham carregam um peso a serem diluídas.
Existe uma crueldade sutil na amizade que arrefece sem brigas. Quando há um conflito, há uma demarcação clara: um fim, uma justificativa, uma ferida exposta que exige cicatrização. Mas quando o afeto simplesmente evapora, restamos nós, equilibrando o peso das memórias contra a leveza do desinteresse do outro.
É um processo confuso. Olhamos para trás e lembramos do carinho genuíno, das palavras de apoio, da presença que parecia inabalável. Aquilo existiu. Não foi uma mentira. O que torna tudo mais difícil de digerir é perceber que a mesma pessoa que um dia se importou profundamente, hoje escolhe a indiferença, o "tanto faz".
Aos poucos, as mensagens ignoradas, as respostas monossilábicas e as desculpas automáticas vão desenhando um novo cenário. A palavra "amigo" passa a soar como um eco antigo, um rótulo mantido apenas por conveniência ou nostalgia, mas desprovido de substância.
Aprender a recolher o próprio afeto e dar um passo atrás não é um ato de orgulho; é um ato de preservação. Afinal, a verdadeira amizade não exige reciprocidade matemática, mas exige, no mínimo, um porto seguro onde a nossa presença ainda faça alguma diferença.
