Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Ninguém te explicou
a diferença entre
o Samba e o Pagode,
O Pagode é a festa,
o grupo ou encontro,
O Samba é para sempre
o gênero musical,
nascido raiz,
no terreiro, no meio do Jongo,
e na batucada em roda,
O Samba fez
e tem a sua escola,
Depois o Pagode
acabou virando moda,
e nasceu como um
outro gênero diferente,
Antes e depois
inventaram muitos
outros jeitos do Samba
tocar a nossa gente.
Dizem que quando uma coisa
pode dar certo feito a gente,
vai dar Samba certamente.
Porque quando se ouve um
Samba não há quem
não fique parado ou contente,
mesmo o mais resistente,
que não consegue dar o braço a torcer,
Só sei que o Samba
já passou por tudo na vida
e ninguém conseguiu até hoje o vencer.
A mais triste viagem é aquela que vamos pra onde ninguém nos espera...(Saul Belezza - Mario Valen - Patife)
Estou em estado de evolução, isso não é mudança, ninguém muda, apenas compreendemos o sentido real do viver...
(Saul Belezza - Patife)
Tem pessoas que dizem que no futuro serão felizes. Eu quero ser feliz é hoje. Não conheço ninguém, que vive ou viveu o futuro...
(Patife )
Não sou propriedade de ninguém, e nem tenho priore por ninguém. Sou atento a todos que me participam...(Patife)
Não gosto de me sentir propriedade de ninguém, sou livre para ir e vir, mas sempre com a mesma ternura. Mas nesse meu ir e vir, pode ser que não a reencontre, esse é o preço que tenho a pagar...
(Saul Belezza - Mario Valen - Patife)
Ninguém te ama antes da morte, ninguém sente tua falta antes da morte, na morte! você era a pessoa certa para tudo...
(Patife)
Ninguém alcança a plenitude de uma felicidade sozinho. Digo uma felicidade, porque acredito sermos feitos de várias delas, que vão e vem até que estacione numa alegria constante.
Eu nunca precisei de ninguém pra ser totalmente feliz, mas sempre preciso de alguém para que me faça sentir-me completo.
Ninguém entendi isso! Cada dia que passa a desumanidade esquece o significado da palavra 'humanidade'.
A pouca experiência de vida me ensinou que ninguem é dono de nada, tudo é ilusão - e isso vai dos bens materiais aos bens espirituais. Quem já perdeu alguma coisa que tinha como garantia (algo que já me aconteceu tantas vezes) termina por aprender que nada lhe pertence.
E se nada me pertence, tampouco preciso gastar meu tempo cuidando das coisas que não são minhas; melhor viver como hoje fosse o primeiro (ou o último) dia da minha vida.
Podemos ver possibilidades que ninguém jamais viu antes. Podemos ir a lugares que ninguém jamais foi antes.
Nota: Trecho de discurso dado em 11 de julho de 2022, após a divulgação das primeiras imagens do telescópio James Webb, da NASA.
...MaisNão tenho pressa: não a têm o sol e a lua.
Não tenho pressa: não a têm o sol e a lua.
Ninguém anda mais depressa do que as pernas que tem.
Se onde quero estar é longe, não estou lá num momento.
Sim: existo dentro do meu corpo.
Não trago o sol nem a lua na algibeira.
Não quero conquistar mundos porque dormi mal,
Nem almoçar o mundo por causa do estômago.
Indiferente?
Não: filho da terra, que se der um salto, está em falso,
Um momento no ar que não é para nós,
E só contente quando os pés lhe batem outra vez na terra,
Traz! na realidade que não falta!
Não tenho pressa. Pressa de quê?
Não têm pressa o sol e a lua: estão certos.
Ter pressa é crer que a gente passe adiante das pernas,
Ou que, dando um pulo, salte por cima da sombra.
Não; não tenho pressa.
Se estendo o braço, chego exatamente aonde o meu braço chega —
Nem um centímetro mais longe.
Toco só aonde toco, não aonde penso.
Só me posso sentar aonde estou.
E isto faz rir como todas as verdades absolutamente verdadeiras,
Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra coisa,
E somos vadios do nosso corpo.
E estamos sempre fora dele porque estamos aqui.
Quem tapa os ouvidos ao pedido de socorro, também vai gritar por ajuda e ninguém o socorrerá.
Quem tapa os ouvidos ao pedido de socorro, também vai gritar por ajuda e ninguém o socorrerá.
Jamais, nuncas, eu invejei ninguém: porque inveja é erro de galho, jogar jogo sem baralho.
