Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
SOMOS NATUREZA!
Eu não sou perfeito, nem melhor que você
Eu sou humano e cheio de defeitos que todos podem ter
Eu procuro enxergar o que muitos não querem ver
Enxergar na natureza a minha fonte de vida e a de você
Porque se a NATUREZA MORRE...
MORREREMOS JUNTOS, Eu e também Você.
Nós, latino-americanos
Somos todos irmãos
mas não porque tenhamos
a mesma mãe e o mesmo pai:
temos é o mesmo parceiro
que nos trai. Somos todos irmãos
não porque dividamos
o mesmo teto e a mesma mesa:
divisamos a mesma espada
sobre nossa cabeça.
Somos todos irmãos
não porque tenhamos
o mesmo braço, o mesmo sobrenome:
temos um mesmo trajeto
de sanha e fome. Somos todos irmãos
não porque seja o mesmo sangue
que no corpo levamos:
o que é o mesmo é o modo
como o derramamos.
"Pelo menos nós somos melhores do que aqueles pacientes que assistem como isso acontece. Que as pessoas patéticas que querem vê-lo, mas são muito fracas para fazer por si próprios. Aposto que há alguém vendo agora, certo?"
Entristeço-me ao pensar como o santo nome pelo qual somos chamados seja blasfemado entre os pagãos porque veem cristãos descontentes, cristãos irascíveis, cristãos ressentidos, cristãos mundanos, sim, enquanto veem cristãos julgando uns aos outros, ridicularizando uns aos outros, falando mal uns dos outros, aumentando em vez de carregarem as cargas uns dos outros.
Tudo vem de trás e mais de trás, de nossas mães e pais e dos que vieram antes deles. Somos marionetes a dançar, presos aos cordéis daqueles que chegaram antes de nós, e um dia nossos filhos ficarão com nossos cordéis e dançarão em nosso lugar.
Assim que nascemos, somos livres. Por mais fortes que sejam aqueles que nos privam dessa liberdade... Água flamejante... Terra congelada... Não importa o que seja! Quem puder ver essas coisas é a pessoa mais livre do mundo! Lute... Estou disposto a dar minha vida por isso! Por mais assustador que o mundo seja. Por mais cruel que ele seja! Lute... Lute!
Somos todos passageiros da mesma nave espacial chamada Terra. No entanto, como nas caravelas dos colonizadores e nos aviões transatlânticos, viajamos em condições desiguais.
Escute a dor. É uma professora de história e uma vidente. A dor ensina quem nós somos. As vezes é tão ruim que sentimos que morremos... Mas não dá pra viver sem morrer um pouquinho, não é?
Sam: Você mesmo disse que não somos de julgar.
Dean: É. Só que isso é pura bobagem. Todo mundo julga o tempo todo. Ouça, eu tenho que ignorar o que o caro fez?
Fisicamente,
habitamos um espaço,
mas, sentimentalmente,
somos habitados por
uma memória. Memória
que é a de um espaço e
de um tempo, memória
no interior da qual
vivemos, como uma ilha
entre dois mares: um que
dizemos passado, outro
que dizemos futuro.
Podemos navegar no
mar do passado próximo
graças à memória
pessoal que conservou
a lembrança das suas
rotas, mas para navegar
no mar do passado
remoto teremos de
usar as memórias que
o tempo acumulou, as
memórias de um espaço
continuamente
transformado, tão fugidio
como o próprio tempo.
Para alguns somos a sombra, para outros a luz. Às vezes como vilão, outras como um herói. Durante um tempo somos um anjo, depois, um demônio. Não há um lado correto, há escolhas. O mal e o bem são nossos e a justiça e o amor são as únicas armas que mantem tudo em equilíbrio.
