Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Somos vitimas de nós mesmos...
Permanecer inerte as circunstâncias não é uma questão de não saber o que fazer, e sim aguardar o momento certo para agir.
Na antropologia somos meros iniciantes. Devido a essa circunstância vital, no mundo de tramas e farsas - as moitas - é possível sucumbir facilmente por falar demais.
A determinação que nos move, diz que não é o que somos por dentro ou por fora, mais a forma que agimos é que nos define vencedores de verdade.
Somos estrelas...
Seja pelo contemplar da infinitude das estrelas, a mesma cosmologia que levou Carl Sagan por limiares incompreensíveis ou pelo desvelar das milhares sinapses que ocorrem quando nossos olhos podem perceber acerca do "sobre", tudo representa o confabular! Um conjurar que diz respeito a tudo que compõe nosso universo. A beleza da vida, quiçá sua própria essencialidade, reside na roda viva de seus paralelos tão viscerais, por um lado é tão frágil e por outro tão estrondosa ao ponto de nos permitir barganhar por ela até os últimos momentos - um risco no céu.
Somos como recipientes de algo imensurável! O fôlego divino para alguns, a repercussão de um tratado fisio anatômico para outros tantos e etc.Muito mais que devaneios sobre o que de fato somos ou de onde viemos, o mister daquilo que nos traduz reside (penso e desconfio) na tangencialidade de nossa existência. Nesse improvável enigma, tal qual a Esfinge que criamos para devorar as nós mesmos, tal qual buracos negros íntimos.
Ao fim disso tudo! Por mais distantes que sejam as galáxias ou o googol de seu tamanho a lógica é que tudo é perituro. Tal qual as estrelas! E assim no descortinar daquilo que denominamos vida, as sinapses perdem potência e os olhos já não podem "sangrar o mundo". Tudo segue um ciclo de infinitos, logo também somos estrelas
Na vida não conseguimos tudo que queremos,
E nem somos tudo que queremos ser.
Más sempre teremos a chance,
de tentar, errar, superar,
tentar de novo, errar de novo, superar de novo,
retentar de novo.
Ou até mesmo conseguir,
pra poder dizer conseguí novamente, e tentar de novo.
Não são as bênçãos que vêm com “problemas” somos nós que abaixamos a guarda permitindo que o inimigo nos atinja com dardos inflamados…
Entre uma lágrima e outra Deus envia seus anjos para nos lembrar de onde viemos, quem somos e para onde vamos.
E em meio a muitas palavras ela me disse: Pregue o evangelho e se preciso use palavras.
Nós, Poetas
Nós, Poetas, somos prisioneiros das noites de Luar,
Sonhadores que sonham acordados nas madrugadas solitárias,
Contempladores de estrelas frias, soltas e sem par.
Ah! Nós, Poetas...
Perdemos a contagem até dos nossos dias,
Compondo versos e reversos,
De vidas felizes e de vidas vazias!
Somos dominados por pensamentos de asas,
Fazemos voos rasantes e atravessamos mares e oceanos,
Despertamos até os diamantes!
Nós, Poetas, somos como loucos,
Levados nos braços do vento,
Pra longitudes e altitudes extremantes.
Entregamos suspiros e beijos,
Em linhas de doces poesias.
Somos apaixonados e até exagerados,
Poetas poetantes da arte de amar.
A vida é como uma alegria quanto mais a regamos mais felizes somos e quanto menos a regamos mais
infelizes somos e apodreceremos de tanta infelicidade tanto por dentro como por fora porque a água faz magia trás alegria sara as feridas e transforma a natureza.
Somos seres dotados de:
- Cérebro tri único (reptiliano, límbico e neocortex);
- Cinco personagens diferentes(Eu Inferior, Eu Criança, Eu Algoz, Eu Vítima, Eu Superior);
- Quatro corpos distintos (Corpo Espiritual, Corpo Físico, Corpo Mental, Corpo Emocional).
E tudo isso se conflitando a todo momento em nosso interior.
O desafio de cada encarnação é equilibrar e harmonizar esse Cubo Mágico...
Outra estrada...
Há momentos,
que somos atingidos
e surpreendidos
tão inesperadamente
que vai além do corpo essa dor
que parecia não existir.
Chora a alma, de tal forma
que alguns minutos,
passam a durar uma eternidade.
Ficamos em estado de torpor
pela insensibilidade ou porque ainda
não aprendemos a aceitar o outro,
como ele é.
Vagamos em um silêncio sem interrogações
e nos perdemos em uma terra estranha
chamada decepção.
Aos poucos,
rumamos para outra estrada
e vamos deixando para trás,
as vírgulas, as reticências,
as exclamações e os pontos finais,
afinal, somos aprendizes
em nossas reminiscências.
by/erotildes vittoria
Somos gados humilhados,
Carnívoros ou não,
Bípedes, até que se prove o contrário,
Às vezes,
Quadrúpedes por educação.
Somos os únicos seres a quem o Criador conferiu o dom da palavra. Porém, a maioria de nós faz uso deste dom muito mais para ferir do que para espalhar amor e abençoar a vida das pessoas.
