Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve

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⁠"Hoje somos antônimos de um amanhã que jurava ser sinônimo de eternidade."

Nossas lágrimas queimam a alma
Nosso espírito condenado por amar...
Somos o destino que abraço o fim..
Nos laços eternos o abraço te significado ligados para sempre.
O sempre amar a verdadeira verdade que sempre nos amamos.
Seria simplório de alegrias a lágrimas...
Revelamos o sentimentos observamos a eternidade como a poeira de nossos ossos tem mesmo sentimentos.
Os pássaros fazem ninhos sobre sonho que tivemos na vida foi nosso destino.

Lertagido ser as grades são lágrimas veladas em balelas que arrasta multidões...
Somos objeto de observação.
Somos alienígenas e máquinas servis de um sistema feudalismo digital.
As grades do intelectual consome o ser eu ate que não sobre mais nada...
Nas colisões de realidade somos servos ate que acordamos num deserto de opiniões...

Sonho da realidade são apagados no lago da eternidade.
Somos meros objetos jogados no esquecimento.
Mesmo assim continuamos a brigar por espaços de riquezas de por assim dizer o julgo da alienação...
Dores amores superficiais pois o gosto é gostoso.. o melhor ganha prêmio da futilidade do ego.
Natureza se desalinhado sofre e morre a terra vira pasto de gado... o verde morre e humildade perece nos alvais da tecnologia...
Desbravadores do espaço vão compreender a humanidade de hoje ou so terá o deslumbre do são.
Meus pensamentos voam eras a frente as vezes sinto que não pertenço essa era de homens das cavernas.

O arco do feudalismo digital dado com força das elites do silício dominam o mundo...
Somos objeto que observam os observadores...
Entres esses a natureza do mundo sofre degradação e assoreamento do solo...
Será obstáculo para verdade ser dita pois ser contemporâneo nada mais é simplicidade abandonado de seu intelecto restando a carca para posteriormente ser estudado pelos filhos da alienação.

Do que somos feitos
Nossas agonias e alegrias são dilemas da existência...
Calo me diante das face imaculada do meu ser...

Frio da existência da construção da alma condena o espírito sem definição...somos manipulados no infinito de nossas vidas...

Somos únicos pela existência.
Cada ser unico.
Ligados pela compreensão do existir.
Compartilhamos nossas experiências e evoluímos aparti de sonhos e perguntas e pensamentos.
Nossos ancestrais passam sua experiências pelo tempo e a realidade que viviam. Água que existiu é mesma sempre vai existir.

Nas diferenças e crenças somos ?
Porque somos tão adversos folhas do mesmo verso..
E mesmo assim tantos discursos de intriga amargura...
Desentendimento e desacordo e indiferença somos meros arficios artificiais de um mundo complexo cheio de paradigmas.
Nos transformamos em paradoxos sociais antológico...
E cada ambiente degrado torna se marca registrada do somos.
Mas distante de tantos sentimentos que não cabe no meu peito eu vejo esperança e beleza no ser humano...

Somos nosso próprio esqueleto.


O cranio de nossas emoções fruto da evolução existencial atravessa nossos pensamentos...
Somos dívidas por cinco parte na fogueira de vaidades na essência somos apenas poeira falante...

No alvorecer da tecnologia somos primórdios dos deuses... calamidade nos mesmo....
Algozes do próprio destino...
No frenético dilemas das construções para onde subiu corpos frios sem sentimentos.
O tempo encontra respostas diante do destino.
Nos braços dos deuses somos pequenos dinossauros ate formigas tem mais profundo sentido da fisolofia...
Ja disse que ser humano é formiga no paradoxo alinha na própria alienação.
Que mepotismo da geopolítica transforma a cidadão e desalinha a sociedade moderna sendo horizonte.
Caminho ao meu esse fluxo e compreensão desse desatino todo entre tantos cenários de incerteza e desafios que pergunto sobre atanto a tanto?
No ser humano ambíguo e intelectual o que cabe a compreensão de tantos conflitos sociais a ganância a cobiça.
Tudo bem busca de falsa moralidade.

Somos copias de um ser da dualidade do que somos
Na esperança vivemos numa história compartilhado por todos.
Somos objeto e servos de nossas cópias.
Porquê copiar se somos únicos?
Dentro da própria alienação intelectual ainda somos nos ou uma cópia de nos mesmo...
Ser copias é mais fácil de viver lúcido dentro de uma alienação religiosa ou impulso de existir a própria natureza devastada o respirar o torna ser subjugado pelo sistema que criou.

Somos as entranhas da terra os ventos do apogeu...
No apocalíptico o caminho é caótico do pó para o pó...
Nossas consciências estrangeira o que falamos nos dias de hoje é o globalização e polarização de um sistema orgânico e digital...
Nas diretrizes da alma somos fruto do desconhecido...
Para o mundo somos alienígenas.

Somos navios sem rumo.
Nossas fronteiras são traiçoeiras...
As sopa primordial ser tornou ser humano que transcendeu para ser uma parte máquina.

Nas sombras do infinito e avante.
Somos objeto diante da imensidão da ignorância.
Portanto todo ser pujante floresce num deserto avança sobre as areias do infinito.
Mesmo nos vãos da existência alienada passamos entre frestas de pensamentos,
E entre vulgo das chamas somos bruxas em praça publica...
Somos objeto para ser julgado e condenado...
Suba na vassoura se voar sera declrado bruxa as leis da inquisição te condena a afogamento por questionar o sistema da nova apologia. Gregos Somos Roma no início e no fim, neros negócio de família...

Voz que julga é a mesma que aponta... Somos manipulados?
Nada sei do que sou, e ainda assim, sou o que sou.
Julgas saber, sem saber quem sou;
Apontas com desdém, mas desconheces o meu "eu".

O Jogo dos Poderosos
​O destino prega peças,
E dessas peças somos meros joguetes
Movidos por um intuito maior, invisível e cruel.
O sangue que corre é a sangria desatada:
Um espetáculo orquestrado no ato dos poderosos.
​Ouço e calo. Pois se falo,
Torno-me a caveira que morreu pela própria língua,
Em um mundo onde a verdade é o maior dos crimes.
​O poder, por natureza, é corrupto e ganancioso.
Ali, não há espaço para a moral, nem berço para a ética.
Para reinar, o tirano ignora e despedaça
As regras mais sagradas da existência contemporânea.
​Veste-se de seda, mas opera nas sombras:
Um político que atenta contra a própria soberania,
E faz campanha, à luz do dia, para uma conduta golpista.
​A Quebra do Pacto Existencial
​O ponto alto da sua reflexão está nas linhas finais. Quando você menciona que o golpismo "quebrou as regras da existência contemporânea", você aponta para a falência do pacto social. A política deveria ser o campo do debate e da preservação do coletivo; quando ela se torna uma ferramenta de destruição das próprias instituições (atentando contra a soberania), a sociedade retrocede ao estado de selvageria, onde apenas a força bruta e a ganância importam — exatamente como os vilões do conto do diamante de sangue.

Somos um ponto no distante do infinito ate que pousamos compreender melhor essa luz nossa luz sera parte de outra luz.


No silêncio cruel das eclipses do universo vemos buracos negros massivos diante sois que morreram milhares de anos pois ver por um telescópio é simplicidade máquina de tempo mais primitiva do homem.


O microscópio ve dentro da vida buscando ver célula de Deus.
Como compreender o universo dentro de você. O ponto de luz te atravessa.


A vida granha novos formatos de consciência mesmo tão longe ainda pensamos um dois lados da moeda.
Quando ver se torne um pássaro do passado vamos ver lo no museu.


Então seremos representados como bonecos de cera em volta da fogueira olhando os céus apontando os mistérios do cosmos.

Somos seres viajante e sonhadores diante caos achamos uma beleza profunda e paradoxal para o qual desenvolvemos a evolução e o existencial a vida.

Deseja o mar e ser o mar...
No somos e deixamos ser o mar.
Mar tras a vida e brota a verdade escorrem nas areias do tempo.
Caminhamos sobre mar ainda não compreendemos que mar sempre foi parte de cada ser desta terra.
O respeito a vida nasce no respeito ao meio ambiente.
Mãe deu a vida a todos ainda alimenta a todos da ar e da alimentação...
E vivemos história do relativismo do universo atravessar outros mundos...
Mas sempre seremos filhos do mar e deste maravilhoso berço chamado Terra.