Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Somos tendenciosos a criar muros para nos proteger de coisas ou de algo, em vez de gastarmos tempo construindo pontes. Precisamos melhorar a nossa visão e enxergar que, diante de nós, existem possibilidades de encontrarmos do outro lado coisas que os muros nos vedaram de ver.
É tempo de construir pontes que nos motivarão a chegarmos do outro lado e descobrir coisas novas.
Há um universo invisível dentro de cada um de nós.
Somos os únicos responsáveis por fazê-lo florescer.
Um caminho que exige coragem, aceitação e consciência.
Somos balões de sentimentos, por isso, cuidado em quem quer estourá-los; zele por quem quer segurá-los; livre-se de quem quer murchá-los, afaste de quem que soltá-los e aproxime-se de quem quer enchê-los.
Exalamos fogo, pois somos intensidade!
Almejamos mar, pois somos tranquilidade!
Buscamos céu, pois somos imensidão!
"Já dizia Jalison Santos:
Às vezes somos excluídos por sermos diferentes, rejeitados por falar a verdade, mas jamais deixe elas mudarem você."
Somos navegantes de um tempo cada vez mais nublado...
Nublado de coisas fúteis, violência, agressões...
Onde o ser humano está se afogando no seu próprio ego, onde anda transbordantes em frieza e donos da razão.
Onde a família e os amigos reais já não são tão importantes, esquecendo os sentimentos de amor, afetos...
Esquecendo os verdadeiros laços e caindo numa rede de embaraços.
Quando vê já é tarde. Quando acordar e vê o que é realmente importante na vida, ja se perdeu com o tempo e restará somente saudades do tempo que não volta mais.
Liddy Viana. ✍🌻
Somos tudo que podemos ser, somos tudo que podemos viver, amanhã seremos apenas saudade e lembranças, então viva, aproveite o hoje!
Tento conhecer a alma humana, mas somos feitos de nossas vivências e, cada qual vive suas particularidades, quando longe do social. Isso acaba alterando as variáveis dentro desta análise.
Uma vida não seria suficiente para conhecer a essencialidade humana, devido suas peculiaridades.
#JaneFernandaN
Somos diariamente traídos pela mídia, pelo Estado, pelas empresas e pelo sistema educacional, que impõem uma vida de falsas satisfações. Vivemos uma rotina vazia, focada em contas e convenções, sem encontrar verdadeiro significado. O medo nos prende a uma falsa segurança, enquanto a busca por liberdade é vista como risco. Enxergar a realidade é o primeiro passo para perceber que o que nos é imposto como "normal" está errado. A sociedade nos acorrenta a uma vida sem propósito, cheia de ilusões que nos afastam da verdadeira mudança. Viver cercado por tanta “segurança” é o mesmo que perder a própria liberdade.
Somos multiplicações da vida, e a vida se multiplica em nós; nós somos todos um só, a própria vida, ou seja, o próprio Deus, multiplicado em várias existências, que faz parte da própria existência, tudo, o Deus, a vida.
Todos somos carentes de algo; os que não admitem as próprias carências são os mais carentes, e isso é revelado com o tempo.
O que realmente importa não está do lado de fora, mas dentro da gente. O que somos de verdade está nas coisas que os olhos não veem: no coração que bate, no sangue que corre, na cabeça que pensa, nas partes do corpo que se refazem e na respiração que não para. É essa força da vida que nos segura, que nos faz andar e que diz quem nós somos.
O que a gente vê por fora – a cara que a gente faz ou o que os outros enxergam – é passageiro, é como uma sombra que um dia some.
O corpo, com seu formato e sua cara, é só uma roupa por um tempo. Ele fica velho, cansado e um dia acaba. Mas o que a gente é de verdade – a vida, o espírito – vai além disso. No fim, a gente deixa o corpo, mas o nosso verdadeiro eu não morre nunca.
Por isso, tudo que a gente busca lá fora, tudo que a gente tenta ganhar ou mostrar para os outros, não pode dizer quem a gente é de verdade. O que somos, o que nos faz seguir em frente, o que dá valor à nossa vida, mora aqui dentro. E é esse mundo dentro da gente que manda na nossa vida, muito mais do que as aparências e as coisas que um dia vão embora.
"O viver carrega densidades, e a maior delas é a lucidez de que somos efêmeros.
Tudo o que é palpável fica; partimos levando apenas o peso e a leveza das nossas ações, eternizadas no tecido da própria consciência e na alma daqueles onde tocamos.
Que saibamos o que semear: se a dor ou o acalento.
E que, na travessia mútua da existência, sejamos a luz a guiar os passos dos nossos irmãos."
