Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve

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Se alma condena é rebelde por um sistema caótico de corrupção somos a tempestade que varre o pais com sopro de ideias.

Nas fronteiras do pensamento somos cegos por ter o direto de questionas as verdades que nos faz viver,
Dentro de cada camada somos alienados pelas palavras jogadas numa caixa vazia o que compramos com um voto, 4 anos de desastre sera que não lembramos será que a pandemia foi insignificante. Sera que fome a febre de negacionismo foi seu lema, e a verdade te enterrou como as suas vítimas, tudo que dira não sou coveiro, impressa lixo...! Vai pedir para tua mãe vacina! Esta vacina vai transforma em jacare!

Somos vigiado por nos mesmos somos vigiado pelo governo...
Somos vigiados pela polícia,
Somos vigiados pelos vizinhos.
No dilúvio de narrativas somos o silêncio que nos cerca ate que morremos a cada momento que estamos vivos.
As câmeras observam as câmeras gravam mais não capitam sentimentos.
Apenas olhares de monstros tecnológico. Que a atormenta nossas mentes em sua própria existência.
Mesmo assim roubam nossas almas.

Nas fronteiras do pensamento somos nomades. Seres animados numa caverna. Sendo horizonte resplandece.
Por que somos copilidos a sonhar.

Somos escravos das nossas almas pregadas nos nossos....
...espíritos... São parte da carne apodrece sobre a face do destino.

Dia é começo e a madrugada. continuação diante do inevitável,
Somos o pensamento vivo diante as entrelinhas do cosmos somos insignificantes e irrelevante.
Na irregularidade somos continuidade do relativismo a soma de negativos.
No caótico universo da perspectiva dos humanos claro,
Ser o somos diante do que somos.
As formigas do futuro se comunicam por feromonios e gestos para ser tão organizado a colonia pensa no bem estar de todos.
Porém resistir é inutil, sera assimilado
Seus corpos serão lembrados nos depósitos de reciclagens. Nada se perde, então não resista grilo humano.
Grilo que grita ao universo existo estou aqui esse meu mundo, aonde consumo tudo a todos, ate alienação intelectual se tornou ferramenta moral.
Não precisa de armas de destruição em massa. Mensagem foi clara o universo se calou, se tornou uma crônica não tenha contato pois sera ferramenta para própria destruição. Humanos grilos são bonzinho.

Diante o universo somos paradoxo que nasceu diante o caótico instante avançamos nos tornamos mais paradoxo da existência...
Vejamos dentro nosso próprio paradoxo criamos novas possibilidades.
Começamos entinhar no espaço mesmo assim dividimos átomos e também os colidimos para nosso próprio eprifacil desnaturado.
Ainda mais profundo achamos flores no espaço... deixamos nossa vaidade nos alienamos diante a grandeza que carregamos somos apologia a Apocalipse. Vemos quem devia conduzir a nação para um novo espectro da evolução existencial cavamos a IA. Mais profundo sentido bigs tecs e as estrelas de plataformas apps requintam a alienação conectiva e intelectual... morremos em momentos insanos medonhos envergonhaso pois podemos ser mais o somos diante somos.
O universo se silenciou gritamos apareçam somos humanos terrestres queremos sua tecnologia trocamos pelas terras raras do brasil.
Derramando pensamentos fragmentos nossas dicção e ainda sim somos humanos.
No distante mundo marte é habitada por somda robôs e no futuro androides.
Para construir uma otupia dos humanos... novos horizontes se abriram.
Os alienígenas vão olhar corram o humanos estão se proliferando.
Ate os mais sábios correm de canibais...! crescimento do ser humano sensato e lucido pois o somos diante do universo poeira cósmica falante.
Incapaz de ver cubismo universal e constante variavil de possibilidades e variações do universo sendo que mistérios e revelações serão descobertas e inovações de nos mesmo diante o universo. A poeira falante pensa.

Nossas compreensão inata do infinito nos da compreensão nada conhecemos diante do nada somos nada ate olhamos para um espelho temos a perspectiva que somos algo dentro de mundo não compreendemos mas. Buscamos compreender coisa então obscuras nossas mentes.
Ao faze lo olhamos universo dentro da gente ouvindo que coração só um pássaro que voa nas emoções, no biológico so um bomba que pulsa sangue para veias e organs do corpo.
E tras da consciência o que existe seu eu do espírito. Tudo seria das mesma forma sem sentido e mesma compreensão do universo seria nada buscando nada... pois somos diantes pensamentos fragmentos no universo.
Muitas pensar se torne um crime pois temos inteligência artificiais para pensar. Me lembrei um tempo meu avo dissia não use calculadores logo ela pensará por você. O espelho do passado me olhar para futuro.
O espaço se torna menor pois ganhamos as estrela como uma criança ganha presentes.
No profundo da gente vejo calculadora ganhando consciência.
As pessoas em suas ilhas de solidão feliz por se conectar ao mundo digital.
A calculadora diz bem vindo volte sempre.
A lua esta tão perto nossas almas distantes da verdade que profundezas de um ser é conseguir se compreender.
Ser o que diante somos e ouvi as estrelas como parte desde mundo.
Não a salvação do mundo.

Emoções num poço de gravidade massiva somos visionários no lienar do evento de sagitário...
Dualidade nas cruas vertentes alienação intelectual se torna evidência que terra pode ser plana pois nunca virão o espaço sideral, nunca tiveram a realidade ambígua. Penas um gosto do mundo imerso da paralelos digitais
Por Celso Roberto Nadilo

Fato do fascismo de sagitário.
Na era de aquários somos apse mesmo tempo somos alienígenas no proprio mundo.

No claro de uma nova apologia a aurora de nossas almas somos capazes de compreender que mundo é um universo humanista mesmo frio e sem sentimentos observamos a grandeza de uma gigantesca força da natureza.
Nossos reflexos são pequenas sombras na ilusão humana.
Devemos glorificar olhar as estrelas ver que do nosso microcosmo ainda somos arrogantes e mesquinos...
Nos alienamos pois assim a gloria na riqueza e no impunidade...
Vazamos tanto conhecimento mais ainda não conhecemos nem a nos mesmo.
Pois somos universos denfro de universos... nem quem criou a humanidade sabemos de fato,
E nem temos idea do potencial temos.
Vagamos pelas riquezas da existência somos fragmentos da verdade escorre pelo espaço sideral e restante do cosmo. Gritamos que existimos.
Mais ainda caminhamos na caverna de Platão... outras vezes caminhamos dentro da caverna digital.
Por Celso Roberto Nadilo.
Nas fronteiras do medo o somos diante do somos?

⁠no estatuto somos servos da existência.
E na compreensão somos alienados.

Somos objeto de estudo enriquecimento cultural raríssimo...
Julgamos o contemporânea vida numa alienação coletiva abstrata entre crias dos vies acúmulo do absurdo.
Ainda sobreviventes do ambientalismo do gado pois o gado alimenta o povo a floresta apenas mato cresce em qualquer lugar.

Nas fronteiras do conhecimento somos o caos caótico absoluto que predomina os alienígenas que somos nos diante os deuses místicos do feudalismo digital.

Nas origens somos omissos pois nem a conhecemos apenas existimos no espaço continuo.


Entre os imortais somos poeia falante que resiste em viver...
Mesmo que tempo seja devastador ainda existimos.


Embora seja sagrado ser imortal vivemos numa sociedade contemporânea dos quais imortais estão numa academia de letras...
As letras são desenhos nas cavernas onde o ser humano do futuro verá fará piadas com suas leis...
E as experiências será sonhos no astral.

Se o amanhã anotamos tudo...
....para que o paradoxo tome formas.
Mas.
Somos copilidos pelo que somos.
Diante o que somos ainda seremos o somos.
Nas profundezas do esquecimento somos um vórtice de contradições e reações...
Para as realizações somos servos de nos mesmo esperando um dia melhor...
Então somos apenas somos dentro da apologia do ser para que sou diante do que somos...

Na sub existência do amanhecer da humanidade... somos pequenos lampejos de paradoxos em aflor de tantos seres somos apenas humanos...

Numa cadeia de eventos somos sustentável...
Ou aprendemos sermos insensatos diante de uma teia biológica....
somos servos cegos da alienação coletiva.
Pense seremos assimilados pois ignora e declínio.

No beco da favelas somos marginais,
Vagabundos sem leis.
Os estados unidos da america classica somos terrorista so vendemos balas e fazemos marabaris para ganhar o dinheiro do pão.
Somos Vagabundos por nao ter estudo agora somos criminosos...
Não temos teto para morar,
Mais acham são reis do mundo.
Mais por cinco anos pagamos impostos ainda somos ladrões.

Somos condenados por amar.
Jogamos nossas vidas em nossos pensamentos.
Somos sombras de um amor pagão...
Amanhece no profundo do meu ser.
Vagamos pelas poeiras da noite...