Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Você acabou rotulando como amor tudo aquilo que provocava reações intensas em você.
Contudo, ninguém te mostrou que o amor autêntico também se manifesta em calmaria, tolerância e atenção.
Você trocou a vivacidade pela mutualidade.
Nomeou de acaso o que não passava de vulnerabilidade.
E persistiu em permanecer onde só encontrava abandono.
A questão é que você acreditava que precisava sentir euforia.
Mas o amor perdurável é aquele que se edifica sobre bases sólidas, não em devaneios.
Portanto, se hoje você anseia por um amor que te valorize, que te dê ouvidos, que te note,
é possível que você não precise de outra pessoa. É provável que você sinta falta de si própria.
"Só fiz isso, porque fulano me fez aquilo". Isto denota uma ligeira falta de caráter ou até mesmo, de personalidade.
Eu sou aquilo que vejo. - Sou um guerreiro Ninja! E nesse exato momento posso estar em qualquer lugar.
Minha mente é infinita e nas sombras percorre todas as direções.
Esse é o princípio básico do treinamento Shinobi para subjugar seus adversários.
Estude a neutralidade e a teatralidade diariamente. Assuma a face que quiser e transforme-se em poder.#12;
É pouco saudável deixar de encarar as redes sociais como aquilo que de fato elas são: Vitrines.
Tanto para quem as organiza - vitrines que são, como para quem por elas passa.
É porventura uma loja composta apenas por mostruários?
Entre por suas portas e irás descobrir seções outras, preciosas ou não, como a que foi percebida na primeira impressão.
É de causar incômodo, por outro lado, algumas coisas com as quais nos deparamos...:/
O que se deve expor em vitrines são "amostras", supostamente do melhor que há lá dentro; há, contudo, quem prefira colocar tudo amontoado, ali no início, sob o olhar de quem por ali transita, ávido ou não por "comprar".
E se a relação de causa e efeito é tão verdadeira, porque será que alguns "lojistas" reclamam tanto?
(Fabi Braga, 11/01/2015)
E se me é dado um terreno fértil, que prefiro?
Semearia aquilo que é proveniente da mais torpe ganância e ambição?
Mil vezes preferiria dedicar-me à doce tarefa de cultivar a rara espécie da amizade (boa e verdadeira)!
Eis uma atividade de fato producente. E que belos frutos!
Frutos que brotarão todo o tempo, enchendo-nos das maiores alegrias!
Mas que vejo em outro terreno?
Um que decidiu-se pela outra semente. E eis que agora surgem os frutos!
Descontente, aquele alguém põe-se a colher - ao que está obrigado - amargura, solidão e tantos infortúnios...
Qual terá sido, finalmente, a melhor escolha?
(Fabi Braga, 19/05/14)
Contudo, faz-se necessário ajustar o compasso entre as atitudes e aquilo que se diz.
(Fabi Braga, 29/01/2015)
Educando a escuta
Aprendamos a lidar com aquilo que nos apresentam e não ficar criando histórias à partir de informações trazidas. Fazemos isso toda vez que não espelham nossas "referências" sobre tudo que é respirável. Nossas referências, são nossas, e por este simples motivo, não participam da mesma forma em todos os casos. Isso nos remete ao fato de que o mundo não gira em torno do nosso querido umbigo.
Aprendi que aquilo que é seu,
vêm nas suas mãos,
o que não vêm e a gente luta
para ter fora do tempo,
a gente se desgasta, conquista,
mas junto vêm as provas...
Faça tua parte esforçando-te
e espera em DEUS
busque em primeiro Reino,
o que é seu,
virá pras suas mãos,
das Mãos de DEUS...
Aquilo que passou, ja passou, aquilo que vem, passará , mas aquilo que esta acontecendo logo se acabará.
Nas adversidades, nos lembramos da existência de Deus e recebemos, prontamente, aquilo que necessitamos. Especialmente nos momentos de solidão, é quando nos comunicamos com Ele e é justamente quando estamos mais sensíveis emocionalmente que sentimos as mãos Dele, trabalhando em nossas vidas.
"Aceitar aquilo que não podemos controlar e, acima de tudo, aprender o significado e a importância de nossas conexões e de nossos encontros e desencontros da vida, é uma perspectiva diferente para encarar positivamente as surpresas e os mistérios do Grande Tecido da vida."
Um dos entendimentos sobre nossa missão pode ser: aquilo que nosso coração nos fala, aquilo que mais ansiamos intimamente, que sabemos que aviva o fogo que existe dentro de nós, uma energia espontânea que nos satisfaz de forma inigualável e que nos dá um sentimento concreto de pertencimento a um Grande Plano de existência.
O problema do ser humano é o egoísmo, apoiar somente aquilo que lhe convém. Como se não bastasse isso de só apoiar somente o que lhe convém, também tem a enorme tendência em desacreditar, Criticar e desvalorizar a luta do outro. Repare, eu não preciso ser gay para entender e ficar triste com a população religiosa perseguindo e massacrando eles. Eu não preciso ser negro para saber que existe uma estereótipização associando a figura do marginal ao povo negro das periferias. Eu não preciso ser índio para saber que existe uma política de extermínio dos fazendeiros para destruir as aldeias indígenas. Eu não preciso, necessariamente estar no lugar do outro, mas é de muita importância saber exercitar a empatia e se sentir no lugar do outro para saber o que o outro sente e assim se não ajudar, ao menos não atrapalhar a luta alheia.
