Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
A maior prova de que você venceu não é olhar para trás sem sentir dor, mas perceber que aquilo que quase destruiu você já não tem poder para decidir quem você será amanhã.
💡 **Você é uma Casa Inteligente**
Por: Carlos Henrique Humanizado
Tudo aquilo que entra pelos sensores (neurônios) — sejam dados físicos (alimentos, remédios, etc.), lógicos (racionais, emocionais, mentais/espirituais) ou por algum dos sentidos (pensamentos, áudio, imagens, odores e experiências táteis) — é traduzido pelo processador (o consciente).
Esses dados são armazenados no HD (o inconsciente) e passam a comandar, em piloto automático (impulso/intuição), grande parte das rotinas da casa (comportamento, sentimentos e padrões repetitivos).
Se o dado for bom, a casa prospera, refletindo em saúde: mental > física > sexual > relacional > espiritual > acadêmica > laboral > financeira.
Por outro lado, se o dado for confuso, ignorado ou corrompido, a casa sofre escassez, resultando em medo e insegurança (mental e física), e manifesta sintomas como traumas, crenças limitantes, comportamentos excessivos, doenças e dores.
🧭 **Moral da Parábola**
Você é uma casa (o corpo) inteligente (a mente).
- Seu corpo é a estrutura.
- Seu sistema nervoso é o servidor.
- Seu consciente é o processador.
- Seu inconsciente é o HD onde tudo se grava.
- Seus neurônios são sensores que nunca dormem.
Tudo que entra em você vira código lógico (energia). Todo código se transforma em comportamento ou pensamento, hormônio.
*Todos direitos reservados a CH².
A humanidade não é apenas aquilo que vemos de pior. Ela também é aquilo que escolhemos alimentar dentro de nós todos os dias.
Aquilo que aparece diante de nós não precisa necessariamente bloquear nossa visão.
Um medo pode existir sem dominar nossa vida.
Uma lembrança pode existir sem controlar nosso presente.
Uma pessoa pode ter feito parte da nossa história sem continuar sendo dona dela.
Uma dor pode ter existido sem determinar quem seremos daqui para frente.
Porque, às vezes, acreditamos que aquilo que ocupa nossa mente está bloqueando completamente o nosso horizonte.
Até levantarmos os olhos e percebermos:
ainda existe céu.
Talvez aquilo que chamamos de “contato espiritual” seja uma experiência produzida pela consciência enquanto estamos vivos.
Não transformar aquilo que eu desejo que seja verdade em aquilo que afirmo saber.
Eu posso acreditar em Deus e dizer:
“Eu creio na vida eterna, mas não consigo demonstrar empiricamente como ela funciona.”
Também posso dizer:
“Tenho dúvidas sobre a existência da consciência depois da morte, mas continuo acreditando em Deus.”
E posso ainda dizer:
“Não sei.”
Até que ponto aquilo que chamamos de “verdade religiosa” é uma escolha livre e até que ponto é consequência do lugar, da família e da cultura em que nascemos?
Se Deus realmente é criador de toda a humanidade, então ele conhece aquilo que nós conhecemos, inclusive o lugar onde nascemos, a família que tivemos, a cultura que recebemos, as oportunidades que tivemos e as limitações que carregamos.
Um Deus onisciente não precisaria descobrir isso através de uma ficha cadastral.
E talvez seja justamente por isso que você não precise viver aterrorizado pela ideia de que existe uma pequena burocracia celestial esperando para conferir se você frequentou o templo correto, na denominação correta, durante o número correto de domingos.
A voz do senso comum não tem nada em comum com aquilo que é comumente considerado comum; tem, ao contrário, tudo a ver com aquilo que chamamos de lugar-comum.
Conselhos do tempo para
uma borboleta,
Aquilo que lhe parece ser uma prisão
É na verdade sua proteção.🦋🦋
Os desejos podem ser ilusórios, pois nos fazem amar aquilo que ainda não temos, acreditar que a conquista nos trará a felicidade definitiva e imaginar que, depois de alcançarmos o que tanto queremos, finalmente estaremos satisfeitos.
Entretanto, muitas vezes, mal conquistamos aquilo que desejávamos, já começamos a desejar algo novo. E, nessa busca incessante pelo que nos falta, corremos o risco de não valorizar aquilo que já faz parte da nossa vida.
Aprenda a apreciar o que você tem, a reconhecer o valor das pessoas que caminham ao seu lado e a encontrar beleza nas coisas simples que, tantas vezes, passam despercebidas.
Isso não significa abandonar seus sonhos ou deixar de buscar novas conquistas, mas compreender que a felicidade não precisa ser adiada até que você consiga tudo o que deseja.
Antes de desejar mais, aprenda a valorizar o que já tem. Talvez a leveza da vida não esteja em conquistar tudo o que queremos, mas em descobrir o quanto já temos para agradecer.
“Perdida entre o que digo, o que não quero dizer, o que já disse e tudo aquilo que ainda preciso dizer.”
O medo ensinou meu coração a falar baixinho,
com medo de apanhar por dizer em voz alta aquilo que sentia.
Muitas vezes, aquilo que julgamos ter dado errado foi, na verdade, a maneira que a vida encontrou de nos conduzir na direção certa. Nem toda perda é um prejuízo, nem toda despedida é um abandono e nem toda porta fechada representa o fim de um caminho.
Às vezes, insistimos tanto naquilo que desejamos que não percebemos que certas coisas precisam sair da nossa vida para que outras, muito melhores, possam encontrar espaço. O que hoje nos faz chorar, amanhã pode nos fazer compreender. O que agora parece um obstáculo, com o tempo pode revelar-se um livramento.
A vida tem seus próprios caminhos, e nem sempre conseguimos compreender suas escolhas enquanto estamos atravessando as dificuldades. Mas o tempo amadurece o olhar, reorganiza os sentimentos e nos ensina a enxergar sentido até mesmo naquilo que um dia nos fez sofrer.
Porque nem tudo o que perdemos era para ficar, nem tudo o que desejamos era para ser nosso. Às vezes, o que chamamos de fracasso é apenas a vida nos desviando de um caminho que não nos levaria aonde realmente precisávamos chegar.
