Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Os direitos fundamentais representam conquistas históricas precisamente porque aquilo que hoje parece evidente já foi, em algum momento, negado.
Te desejo um arco-íris de infinitas cores, para pintar a vida com tudo aquilo que realmente importa: amor, leveza, esperança e felicidade. Que nunca nos falte luz para enxergar o que nos faz bem, nem sabedoria para deixar para trás tudo o que rouba a nossa paz. Que a gente escolha caminhar ao lado de quem soma, floresce e ilumina nossos dias. Porque a alma merece cores bonitas, o coração merece tranquilidade e a vida merece ser compartilhada com quem faz o bem florescer dentro de nós.
Quem espalha espinhos não deve esperar flores. A vida devolve, em silêncio, aquilo que semeamos: cada pensamento é uma semente, cada atitude, uma raiz. Cultive o bem na alma, pois o amanhã floresce conforme o que plantamos hoje.
Você é tudo aquilo que nunca morreu em mim.
Você é o sorriso que sempre me faz sorrir.
Você é a dor que jamais esqueci
Você é tudo aquilo que cura tudo em mim.
Você é tudo aquilo que nunca morreu em mim.
Você é o sorriso que sempre me faz sorrir.
Você é a dor que jamais esqueci.
Você é tudo aquilo que cura tudo em mim.
Você é tudo aquilo que sempre viveu em mim.
Você é a única que me faz sentir.
Você é o amor que jamais esqueci.
Você é tudo aquilo que preciso aqui.
Canto para espantar aquilo que não pode mais ser contido. Para que o peito grite e a alma alivie. Para explanar o que foi calado pela minha voz. Para soltar mais um pouco da dor que insiste em doer.
Canto para calar as vozes da destruição. Para amplificar a sinfonia emocional dentro de mim. Para mostrar quem sou, ao ter medo de me expor. Para dizer o que de nenhuma outra forma diria.
Canto por isto ser uma necessidade vital. Sem a música, a vida não seria apenas um erro, mas impossível. Canto porque isso é tudo o que posso fazer. Porque é tudo o que quero fazer. Porque sem isso, não teria pelo que viver.
- Marcela Lobato
O que poderia dizer para ter aquilo que mais preciso? Se tudo o que quis foi o que perdi, e a dor se somou ao partir do que se fez insubstituível? Onde encontro a presença que o fogo da alma tanto almeja? Para onde vão os sonhos que nunca são vividos, e as palavras perdidas entre pensamentos e memórias?
Quero tudo agora! Imediatista e impulsiva, sigo trilhando caminhos tortos. Sinto a chama, aos poucos, queimar o que resta. Acendo a vela, mas não sou do tipo que faz preces, ao mesmo tempo em que não posso proferir o que mais quero. É estupidez, ou há nisso tudo algum sentido? Para o coração, é melhor parar ou seguir batendo nesse ritmo perdido, porém que nunca cessa?
- Marcela Lobato
A necessidade de um criador não constitui a prova de que o universo tenha sido criado por aquilo que imaginamos.
As pessoas se vão mas as melodias
ficam para nos fazer reviver aquilo
que o tempo nos faria esquecer.
“Descobri que aquilo que eu chamava de resiliência era, na verdade, Deus me sustentando para que eu não desistisse.”
Ela pinta o sete,
é bastante audaciosa,
poucos a merecem,
faz o que gosta,
aquilo que lhe tira o estresse,
se vão gostar, pouco importa,
sua presença intensa enriquece,
sorte de quem a nota.
Todos nós morreremos um dia. Mas chegar ao fim da vida sem sequer ter tentado realizar aquilo que sempre sonhamos é ter existido sem jamais ter vivido.
Eu amaria cada átomo do seu corpo.
E, se me fosse concedida a faculdade de contemplar aquilo que os olhos não alcançam, amaria também cada partícula de sua alma, cada pensamento que jamais ousou pronunciar e cada silêncio no qual sequer você foi capaz de compreender a si mesma.
Pois, que é o corpo senão a manifestação transitória de algo que, em sua essência, talvez não pertença inteiramente à matéria?
E se a carne se desfaz, se os átomos que hoje compõem sua existência amanhã se dispersam pelos confins da criação, que seria do amor que lhes dediquei? Pereceria ele com a forma, ou permaneceria, incorpóreo, na memória eterna das coisas que um dia se encontraram?
Pergunto-me se amar alguém não seria, em alguma medida, reconhecer-lhe a existência para além daquilo que dela nos é permitido conhecer.
Porque não amo somente aquilo que vejo em você. Amo também aquilo que ignoro. O mistério que precede suas palavras, a imensidão que se oculta por trás de seus olhos e até mesmo as partes de si que talvez jamais sejam reveladas a mim.
E se, porventura, a eternidade nos concedesse existências sucessivas, e em cada uma delas você surgisse sob uma nova forma, com outro nome, outra face e outras memórias, ainda assim eu desejaria reconhecê-la.
Não por recordar quem você foi, mas por sentir, em algum recanto inexplicável de minha consciência, que há existências cuja presença não nos parece inteiramente estranha, mesmo quando tudo nelas nos é desconhecido.
Talvez amar seja isso: não exigir que a forma permaneça, mas desejar que aquilo que nela reconhecemos jamais se perca.
E se um dia me perguntassem por que a amei, não responderia que foi por sua beleza, por suas virtudes ou pelo bem que sua presença me proporcionou.
Diria apenas que, entre as infinitas possibilidades de existência que o universo poderia ter produzido, houve uma em que você existiu.
E a mim, que nada exigi da criação para além da oportunidade de testemunhá-la, isso já me pareceu um milagre inigualável.
