Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve

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“Aquilo que parece óbvio é, muitas vezes, apenas o limite da observação de quem não absorve o que vê.”

⁠Mateus 6.20: ...ajuntai para vós outros tesouros no céu...
Não perca tempo com aquilo que Deus não lhe chamou para fazer! Josafá construiu navios para buscar ouro em Ofir e os mesmos naufragaram (1ª Reis 22.49).

Como se devolve aquilo que nunca se recebeu?


Você sabe o que é não ter e, ainda assim, ter que ter para dar? É aprender a esconder a própria fome para repartir o pão. É guardar a dor na gaveta porque alguém precisa encontrar em você um abraço. É enxugar as lágrimas antes que elas caiam, porque há outras lágrimas esperando o seu ombro.


Há dias em que a vida parece nos cobrar exatamente aquilo que nunca nos ofereceu: um amor que nunca nos ensinaram, uma paciência que nunca tiveram conosco, um cuidado que um dia desejamos receber, mas que nunca chegou.


E, então, nasce a pergunta que atravessa a alma: como se devolve aquilo que nunca se recebeu?


Talvez a resposta seja dura. Não se devolve. Porque ninguém pode devolver o que nunca teve.


O que fazemos é diferente. Escolhemos construir. Escolhemos oferecer justamente aquilo que nos fez falta. Não porque transbordamos, mas porque conhecemos a dor da ausência. Quem já caminhou pelo frio sabe o valor de um cobertor. Quem já enfrentou o abandono compreende o peso de uma presença. Quem já implorou por amor aprende, mesmo entre cicatrizes, a semear aquilo que um dia esperou colher.


Mas até a terra mais fértil precisa de chuva.


E há momentos em que é preciso voltar para dentro de si. Habitar a própria casa. Abrir as janelas da alma, tocar as paredes que o tempo ergueu em silêncio e lembrar que também somos lugar de descanso. Porque quem vive oferecendo luz aos outros não pode esquecer de acender a própria.


Talvez seja esse o maior milagre: transformar a ausência em presença, a falta em cuidado e a dor em um amor que, embora nunca tenha sido recebido da forma esperada, escolheu existir.


No fim, talvez não se trate de devolver aquilo que nunca recebemos. Talvez se trate de impedir que a ausência determine quem nos tornaremos. Porque as maiores virtudes, muitas vezes, nascem justamente daquilo que mais nos faltou.

Você é aquilo que faz, não o que promete.

Já se foi a época em que não podíamos viver sem isto, aquilo e sem aquela pessoa. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.

"Minha paz custou caro. Por isso hoje eu não negocio com aquilo que me destrói."

Não entregue o comando da sua vida ao vazio; preencha os espaços com aquilo que te faz sentir vivo.

Político é engraçado, é sempre a mesma demagogia. Falam que vão fazer isso e aquilo pelo povo, mas, na prática, nunca fazem nada. O foco é sempre o benefício próprio e o da família deles; o povo que se lasque. Eles tratam a esperança das pessoas como mercadoria.
Se o povo tivesse a real noção do poder que tem nas mãos, esses políticos pensariam duas vezes antes de roubar. O problema é que eles apostam na nossa memória curta e na nossa desunião. Enquanto eles vivem no luxo com o dinheiro dos nossos impostos, o trabalhador luta para sobreviver. Eles pregam o bem comum, mas só praticam o bem para o próprio bolso. "O pior não é só o político ladrão, é que sempre vai ter um baba-ovo para defendê-lo. Esses são os que vivem na mamata, ganhando migalhas para proteger quem está roubando o pão do povo. Eles não têm ideologia, eles têm interesse.
Enquanto o cidadão comum sofre na fila do hospital ou paga impostos altíssimos, o baba-ovo está ali, de prontidão, para passar pano para a corrupção. Eles vendem a própria consciência por um benefício próprio e ajudam a manter esse teatro de pé. Se não fossem esses defensores de estimação, que se vendem por tão pouco, o político não teria essa audácia toda. No fundo, são tão culpados quanto quem desvia o dinheiro, porque ajudam a esconder a verdade em troca de privilégios. "O que mais revolta é ver que eles tratam a prefeitura ou o gabinete como se fosse uma herança de família. Passa pai, entra filho, e a cidade continua com o mesmo buraco na rua e a mesma falta de médico. Eles são mestres na arte de criar dificuldades para vender facilidades.
Eles aparecem na época do voto, abraçam o pobre, comem pastel na feira e tomam café em copo de plástico, fingindo que são 'gente como a gente'. Mas, assim que a urna fecha, o vidro do carro sobe, o ar-condicionado liga e eles voltam para a bolha de privilégios deles. O povo vira apenas um número, um CPF que serve para pagar o fundo partidário e os auxílios luxuosos que eles mesmos aprovam.
A maior arma deles é a nossa divisão. Enquanto o povo briga entre si defendendo 'A' ou 'B' como se fossem times de futebol, eles estão todos juntos no restaurante caro, brindando com o nosso suor. Eles não têm partido, eles têm sócios. O sistema é feito para que nada mude, porque se o povo for educado e tiver consciência, o 'teatro da demagogia' acaba."

Hoje a gente bebe por tudo aquilo que a gente guarda e que não serve para mais nada, a não ser para machucar.

Os "nãos" de Deus quase sempre protegem aquilo que os nossos desejos insistem em colocar em risco.

Se aquilo que te traz prazer não encontra o seu propósito último na exaltação de Deus, não é nada além de idolatria e mundanismo. Todo prazer legítimo deve ser, antes de tudo, um reflexo do caráter santo de Cristo; caso contrário, é apenas o coração humano curvando-se aos desejos da carne e aos padrões deste mundo caído.

Santidade é se separar de tudo aquilo que te separa de Deus.

Devemos proceder com rigor epistemológico: aquilo que não é afirmado de maneira categórica ou deduzido necessariamente das Escrituras não deve ser elevado ao status de verdade revelada, mas sim tratado no âmbito da mera opinião teológica, permanecendo subordinado à suficiência do cânon sagrado.

O coração humano é incapaz de render afeição àquilo que a mente não compreende, pois o amor genuíno pressupõe a revelação; só podemos verdadeiramente amar o que passamos a conhecer, e só passamos a conhecer aquilo que nos foi graciosamente instruído.

Nós nos tornamos aquilo que verdadeiramente amamos, e aquilo que mais amamos dita o culto diário da nossa existência.

⁠Não permita que aquilo que você não pode fazer, interfira naquilo que você pode realizar.

⁠Aquilo pela qual não podemos orar, também não deveríamos desejar.

John Wesley
O Sermão do Monte. São Paulo: Editora Vida, 2012.

"Exibir aquilo que não é, e, com certeza, jamais será, ocorre em dois casos: nas encenações artísticas ou na imaginação dos indivíduos necessariamente insanos. Há uma linha tênue entre a criatividade e a loucura."

"Nenhum ingrato reconhecerá aquilo que fizemos. A ganância pelas riquezas turva os olhos do ingrato, fazendo-o enxergar apenas aquilo que lhe convém. Nem por isso devemos desistir de fazer algo de bom para alguém, não com a esperança de sermos agradecidos por ele, mas sim para nos agradar. O importante não é o que o ingrato sabe ou pensa sobre nós, mas aquilo que Deus espera de nós. O deus egoísta do ingrato é o dinheiro. E, por esse deus, as pessoas matam, roubam e destroem suas próprias vidas."

A vida é aquilo que desejamos que ela seja. Portanto, que ela seja simplesmente maravilhosa.