Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Mas sempre chega um momento da vida em que você vê uma pessoa e pensa: "Maldito seja o cara que comete o crime de partir o coração dessa menina!"
Todo os sentimentos são intangíveis, pela verdadeira emoção do sentir. Como vê, como ouve, com tudo que não é sensível ao toque, por fim, curva - se ao indescritível ardor do tangível. Antes do toque na pele, ver ainda além, ler as poesias que formam aquela pessoa.
A verdadeira virada de chave está na compreensão de que você não terá tempo para fazer tudo. Nós vemos a vida com paciência, e como se tivéssemos todo o tempo, e é importante, mas existe uma diferença entre ser paciente e ficar inerte.
Encare como uma contínua despedida, das pessoas e de si. Todos morremos um pouco em cada dia. Amanhã você será mais velho do que jamais foi, e isso não é para que se assuste, e sim para que se motive. A amar, sentir, viver, dizer a um amigo que ele é importante, aos seus pais que os ama, a seus filhos que fez o melhor que podia.
Todo dia nos despedimos um pouco de tudo e todos, para virarmos lembranças. Se o fim não pode ser evitado, viva uma vida memorável.
Ressentimento é a ferida que te mata gradualmente, enquanto quem te feriu vive a alegria de vê-lo minguando.
O ditado: "Deus está vendo tudo é verdadeiro". Ele vê, mas es tu quem tem que decidir e tomar atitude, Deus não fará isso por ti.
DEUS ,Quer saber quem é ele "?"
Ele se manifesta como o vento, onde não se vê,não se explica, só se sente!
Ele simplesmente existe sem precisar de lógica e razão!
Um cristão de verdade
Tem o caráter de Cristo
Ele é um discípulo de verdade
Ele é um marido de verdade
Ele é um pai de verdade
Não é tudo que se ouve é o que de fato HOUVE...
Não é tudo que se vê é o que de fato devemos enxergar!
Somos escolhas!
A esperança é a espera alegre através da fé, por algo que não se vê e não aconteceu,mais que você espera com paciência porque na hora certa DEUS fará!
Confie em Deus, mesmo nas injustiças, pois Ele vê tudo, age em silêncio e cumpre Suas promessas no tempo certo.
Amar a Deus é obedecer com alegria e disposição, porque os Seus decretos são caminhos que levam à verdadeira vida.
Vivo em completo pesadelos, enfrento oque tem de mais ruim todos os dias, fracasso na maioria das vezes.
Quando venço são os dias vitoriosos, nesses dias pego oque tenho de mais ruim e transformo em momentos que guardo nas lembranças, lembranças que uso nos dias repletos de pesadelos.
As lembranças não me ajuda a vencer os pesadelos, mas deixam tudo mais leve.
Controlar uma mente louca nos seus dias de insanidade exige força e temos que usar tudo que está em nosso alcance.
Oque eu realmente quero?
Quero muitas coisas, coisas boas
Quero não mais vê-la chorar
Ou por problemas passar
Poder te mostrar que o mundo
Podemos segurar, eu e você.
E nada pode parar o que
Desejo tanto te falar
Nessa noite solitária meu desejo é
Amá-la sem jamais soltá-la.
Ter seus dedos ao encontro dos meus
Quero mesmo é respirar do seu ar
E mostrar que a ti desejo amar
A fé, dom divino, vê o invisível, acalma o medo e proclama as promessas de Deus, resistindo à incredulidade que tenta enfraquecê-la.
Gosto de quem vê além das aparências, gosto de quem se dedica à assuntos não superficiais. Gosto de pessoas autênticas, espontâneas que sabem que a vida é uma jornada preciosa e única, e que não deve ser desperdiçada.
Observando as ondas do mar, há algo mais, além da beleza e força que se vê, sua fraqueza ao se quebrar no lugar mais raso de seus limites, isso também ocorre ao homem.
A mente de um pensador não para, sua dinâmica é imprevisível, não conhece todas as coisas, mas vê uma lógica em tudo.
A parábola do velho caminhão
Conta-se que, em uma comunidade distante e resiliente, havia um velho caminhão incumbido de uma missão essencial: transportar seus habitantes por estradas sinuosas, ladeiras íngremes e longos trechos esburacados. Naquele lugar onde a vida parecia sempre exigir mais do que tinha a oferecer, o veículo representava a bandeira do dever, o emblema da proteção coletiva e a esperança silenciosa de que ninguém ficaria para trás.
O tempo, porém, atuou como juiz severo. As engrenagens já não obedeciam com a precisão de antes. O motor tossia e arfava como um peito fatigado. A lataria, corroída, gemia sob o peso de cada novo desafio. O caminhão, outrora instrumento de serviço e força, converteu-se em massa pesada, lenta e esgotada, tornou-se um centro de desgaste que exauria não apenas a si mesmo, mas todos ao seu redor.
Instalou-se, então, uma inversão cruel de papéis. Nas subidas, os passageiros precisavam descer para empurrar o veículo com todas as forças que lhes restavam. Nas descidas, amarravam cordas e uniam braços firmes para impedir que o caminhão, descontrolado, despencasse no abismo.
Assim, a comunidade que deveria ser conduzida passou a se ocupar de impedir a queda do próprio transportador. O meio transformou-se em obstáculo, a ferramenta, em problema e aquilo que um dia simbolizara esperança converteu-se em um fardo pesado.
Com o tempo, o esgotamento tornou-se inevitável. Até que, em certo dia, um passageiro já exaurido de empurrar nas horas difíceis e conter nas horas perigosas ergueu a voz, bradando: somos nós que deveríamos estar sendo levados por este caminhão, mas somos nós que o carregamos. Digam-me, para que serve um veículo que falha em cumprir a sua mais básica função?”
