Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
O que está oculto não é apenas o que se vê
com os olhos, mas o que se sente com a alma.
A verdadeira jornada começa quando a mente
se liberta das correntes do tempo e da razão.
Página 2 - “A Jornada Silenciosa do Infinito - O Caminho do Arvoricionismo”
Dito transtorno orgânico;
Aonde a maioria não vê é ataque de criaturas em decomposição se utilizando de seus campos elétricos de terminações nervosas que transitam ilegalmente na dimensão da terra através dos centros de luz e reuniões de energia.
SOLITÁRIO
" Solitário aquele que vê e ouve no contexto à sua conveniência, viverá entre estranhos! "
Claudio Broliani
A POESIA
Em quase tudo, a sinto e posso vê-la,
mas não consigo definir poesia;
e afirmo que mais fácil me seria
contar, no céu, estrela por estrela.
Bastar-me-ia apenas percebê-la
para satisfazer minha estesia
e me tornar agradecido pela
grande emoção com que ela me premia.
Vejo a poesia como uma expressão
do belo, em seus matizes mais diversos
e do que Deus me fez “palavrador”.
Não sei de fato é defini-la. Então,
tento exprimi-la como a vejo, em versos
que, em prol de amor e paz, vivo a compor.
Há pessoas que são jovens aos oitenta anos e outros que são idosos aos quarenta.
A juventude ou velhice não fazem parte de um período de nossas vidas, e sim, de um estado de espírito.
Quem pratica a não ação ocupa-se em não se ocupar e encontra sabor no que não tem sabor; vê o grande no pequeno e o muito no pouco. Retribui o rancor com a Vida. Planeja o que é difícil enquanto ainda é fácil! Tudo o que é difícil na Terra começa sempre como algo fácil.
Quem te vê enxerga
o que você quer mostrar.
Quem se arrisca a ir além
da aparência, enxerga
a sua essência ou quem
você realmente é.
O senhor vê o que é, enquanto a maioria das pessoas vê o que espera.
Você vê o meu sorriso, mas não consegue enxergar minha dor...
Você julga as minhas palavras, mas não as suas...
você me vê por fora, mas não me conhece por dentro...
Há um pacto ancestral nas veias ocultas do mundo, onde nada se perde, mas tudo muda. A essência, velha viajante, veste novas peles ao longo de sua jornada, movendo-se entre o murmúrio e o clamor. Onde o ritmo se acelera, algo cede, como quem entrega o próprio espaço para que o fluxo siga seu curso. Em gargantas estreitas, o impulso cresce, desafiando os limites do contido, enquanto o equilíbrio nunca é alcançado, apenas sugerido, como uma promessa sussurrada ao vento.
Nas curvas indomáveis, no entrelace do visível com o inominável, o que se oferece também se recolhe, e o que se comprime desabrocha, num ciclo que escapa aos olhos, mas toca a alma. O movimento não é imposição, mas acordo: o vazio o guia, a queda o chama, e a resistência o molda. Nada é fixo, mas tudo pulsa em harmonia secreta, como se o universo, cúmplice e silencioso, afinasse cordas invisíveis, criando uma melodia que poucos ouvem.
Na fluidez, o caos beija a ordem, e o eterno se revela efêmero. As forças brincam, trocando máscaras, negociando territórios, enquanto a energia, imutável em sua essência, dança entre formas que nascem e morrem, lembrando que tudo é troca, e nada se desfaz. O segredo não está naquilo que vemos, mas no que sentimos nas dobras do invisível. Assim, o mundo respira, e nós, meros observadores, seguimos seu ritmo, sem nunca compreender plenamente a música que o rege.
Olhe para as pessoas como Deus as vê: amadas, valorizadas e dignas de respeito, independentemente de cor, condição financeira, origem, religião ou qualquer outra característica.
Não se trata de empilhar as pessoas no seu trem, mas apenas de contribuir para vê-las trilhando, à seu modo, no Caminho.
A grandeza de Deus é para todos, mas poucos conseguem enxergar. Use os olhos da fé e você também verá.
Feliz Dia da Mulher para aquelas que aguentam muito todos os dias, mas sempre com elegância e às vezes até de salto alto.
