Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Último dia do mês
Hoje o barco do tempo deixa para trás mais um mês. Levanta âncora, iça vela e parte para explorar um novo mar. Embora eu não saiba o que vem pela frente, sigo confiante na certeza de que Deus me guiará por caminhos de luz, porque foi em suas mãos que entreguei o leme da embarcação da minha vida. Senhor, traga-me um mês de águas calmas, traga-me um mês abençoado!
Tanto tempo que adiamos
Tanto tempo que nos amamos e, mesmo assim, demoramos muito pra falar o tal "sim"
Sim pra nós e sim pra espantar qualquer algoz.
Sim pra sempre e que estejamos cada vez mais presente um para o outro.
Obrigado por estar aqui. Feliz dia dos namorados e obrigado por ver em mim o tal príncipe encantado.
Obrigado por estar aqui e te prometo nunca mais te deixar partir!
Quando você entende que ninguém tem a mesma consideração por você, e entende que aquilo não é algo recíproco, você para de ser bonzinho, você para de se importar com as pessoas. Não tem como evitar se tornar egoísta quando só você se importa com todo mundo.
Há em tudo que fazemos
Uma razão singular:
É que não é o que queremos.
Faz-se porque nós vivemos,
E viver é não pensar.
Se alguém pensasse na vida,
Morria de pensamento.
Por isso a vida vivida
É essa coisa esquecida
Entre um momento e um momento.
Mas nada importa que o seja
Ou que até deixe de o ser:
Mal é que a moral nos reja,
Bom é que ninguém nos veja;
Entre isso fica viver.
A vida é mais longa do que a fazemos. Cada instante conta.
Falar alto para quê? Poupa as forças, fala baixo. Poderás talvez assim ser ouvido ainda, quando os outros que falam alto se calarem estoirados.
A maldade pode muitas vezes sacrificar-se a si mesma: é quando renuncia voluntariamente a uma vantagem pessoal para vantagem de outrem.
Por vezes a curiosidade abre novos horizontes, quando não, acende a chama do entusiasmo para procurá-los.
Estamos todos um pouco estranhos. E a vida é um pouco estranha. E quando encontramos alguém cuja estranheza é compatível com a nossa, nós nos juntamos a essa pessoa e caímos nessa esquisitice mutuamente satisfatória a que chamamos de verdadeiro amor.
Quando o cérebro humano se distende para abrigar uma ideia nova, nunca mais volta à dimensão anterior.
