Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
"A ninguém ocorre a ideia de exigir de um indivíduo que seja 'feliz' – mas, quando alguém se casa, todos ficam muito espantados por ele não ser feliz! (E, além do mais, não é nem um pouco importante ser feliz, seja como solteiro ou casado)."
Quando eu fui o alvo, ninguém se doeu por mim. Nem pensou antes de me ferir.
Chegou a minha vez de atirar, e eu não vou facilitar nada, pra ninguém.
Quando ninguém mais acreditar em você, não grite, não fuja, não se perca. Respire e, em silêncio, escute Deus sussurrando o seu nome.
Quando ninguém mais acreditar em você, não insista em provar a ele(a) que de fato você é. Apenas reflita sobre suas palavras negativas. Então, corrija-se e continue caminhando.
Quem vive tentando destruir sua história nunca tem uma para contar.
Seja você mesma!
Lembre-se: não são os fortes que vencem sempre, mas aqueles que usam a inteligência para se blindar.
Ninguém quer ver chuva cair na Baixada Fluminense, porque quando ela chega o sofrimento reaparece. A rua vira rio, a enchente toma direção, e quem sofre de verdade é a população.
A água sobe rápido, invade o barracão, leva sonho, leva móveis, leva a tranquilidade da mão. Enquanto isso a cidade espera uma solução, que aparece em discurso, mas demora na ação.
Verso 6
Depois surgem nas redes com discurso ensaiado, mostrando o rosto sorrindo e o palanque preparado. Prometem que da próxima tudo vai melhorar, que agora aprenderam e vão realizar.
Mas quando a enchente passa e a notícia vai embora, muita gente continua esquecida lá fora. E o povo se pergunta, olhando a situação: cadê as promessas feitas na última eleição?
Helaine machado
Ninguém muda pra agradar ninguém!
As pessoas só mudam quando percebem que precisam e quando assim o desejam.
Muitos permanecem do mesmo jeito, pela vida toda, porque não se vêem como errados, não percebem a necessidade e, como não vê erros em suas atitudes, acredita que tudo o que faz está correto, mesmo machucando o outro!
O ego deve ser equilibrado ainda na infância, para não dominar o lado egoísta quando adulto.
A santidade não salva ninguém
quando vira máscara e prisão.
Deus não nos quer dentro de uma caixa,
quer leveza, verdade e coração.
Fomos feitos pra viver fora dos moldes,
fora do medo, fora do papel.
Não adianta erguer mãos na igreja
e fechar o punho diante do céu.
Espiritualidade não mora em paredes,
mora no gesto, no olhar, no pão.
Negar ajuda por conveniência
é rezar em vão.
Somos santos e pecadores,
contradição que aprende a amar.
Viemos pra servir uns aos outros,
não só no templo, mas no caminhar.
Porque é fora da igreja, na vida real,
no silêncio, na escolha, na dor,
que mostramos quem somos de verdade
e se a fé virou prática ou só discurso sem amor.
Ninguém O anunciou ao meu ouvido,
mas quando Ele falou,
minha alma reconheceu lar em Sua voz.
Não precisei de sinais,
nem de provas.
A eternidade tocou meu espírito
e eu soube:
era Ele.
Quando me afastei,
não foi por causa d’Ele…
mas foi d'Ele...
No dia do reencontro,
nenhuma mão humana me trouxe de volta.
Bastou abrir as portas da casa
e as janelas do coração.
Ele entrou como quem sempre pertenceu,
olhou para mim
e perguntou com doçura:
“Há espaço para Eu ficar?”
Em um suspiro,
o mesmo da primeira vez,
respondi com tudo o que sou:
“Tu és meu primeiro amor.
Aqui não há reservas,
nem territórios fechados.
Tudo é Teu.
Não precisava nem perguntar.
Senti a Tua falta, Pai.”
E ali,
onde antes houve distância,
Deus fez morada.
Não foi apenas um retorno…
foi um alinhamento.
Não foi só reencontro…
foi restauração de uma aliança perdida.
Quando dizem que fulano não merece minha amizade, eu concordo! Ninguém merece! Mas de alguma forma temos que ser punidos!
Entre os escombros, você
Eu te conheci quando já não restava ninguém.
Ou, pelo menos,
era assim que o meu coração enxergava o mundo.
É claro que eu tinha amigos.
Tinha minha família.
Tinha pessoas que diziam estar por perto.
Mas nenhuma delas entendia
o tamanho do vazio que alguém havia deixado.
Porque perder uma rotina
também é perder um pedaço de si.
É sentir falta das ligações de todos os dias,
das conversas sem hora para acabar,
das discussões bobas,
dos filmes assistidos juntos,
da certeza de que, do outro lado da tela,
sempre haveria alguém.
E, quando tudo isso acabou,
eu fiquei.
Fiquei tentando convencer a mim mesma
de que ainda era suficiente.
Foi então que, em um belo dia,
você apareceu.
Talvez você nunca saiba,
mas chegou exatamente quando eu mais precisava.
Não para ocupar o lugar de ninguém.
Ninguém ocupa.
Mas para me lembrar
que o universo ainda conspirava encontros,
enquanto eu acreditava
que só me restavam despedidas.
A gente começou a conversar.
Vieram as calls de quase todos os dias,
as conversas longas,
as vezes em que você me contrariava
e, por incrível que pareça,
isso fazia bem.
Porque eu precisava de alguém
que não tivesse medo de me mostrar
que a vida continua.
Sem perceber,
você foi se tornando presença.
E presença cura
mais do que qualquer discurso bonito.
Hoje você conhece partes minhas
que muita gente nunca conheceu.
Sabe como eu penso,
como eu sinto,
como eu me escondo
quando finjo estar bem.
E, talvez por isso,
eu ainda tenha medo.
Não de você.
Mas da despedida.
Depois que alguém vai embora,
a gente aprende a colocar prazo
até nas pessoas que ainda estão ficando.
Então eu tento não me apegar.
Tento.
Mas existe algo em mim
que insiste em acreditar
que algumas pessoas chegam
não para substituir quem partiu,
mas para reconstruir
aquilo que a dor destruiu.
Se um dia você ler isso,
quero que saiba:
obrigada.
Obrigada por ter aparecido
quando eu já não sabia caminhar sozinha.
Obrigada por cada conversa,
por cada call,
por cada momento em que você esteve presente
sem sequer imaginar
o quanto isso significava.
Talvez você nunca entenda
o tamanho da diferença que fez.
Mas eu sei.
Porque, sem você,
talvez eu ainda estivesse
tentando juntar os cacos
de uma versão minha
que acreditava
que sempre seria deixada para trás.
E hoje...
Ainda tenho medo.
Ainda carrego cicatrizes.
Mas já não caminho completamente sozinha.
"Quando a árvore seca e perde suas folhas, quase ninguém se lembra da sombra que ela projetou ou dos frutos que alimentaram tantos. O mundo celebra o seu ápice, mas esquece o seu legado. Seja forte por você, pois a memória dos outros é curta."
— Ginho Peralta
Quando você se sentir abandonada.
Não deixe ninguém dizer que você não é importante.
Não aceite se sentir abandonada, desmerecida, ou pequena por causa da opinião de alguém.
A verdade é: você sempre será importante.
Importante pra Deus. Importante pra alguém.
Mesmo nos dias que você duvida de si mesma.
As pessoas vão e voltam. Algumas esquecem.
Mas Deus nunca te esquece.
E enquanto houver uma pessoa que te ama, você nunca estará sozinha.
Você tem valor. Você tem nome. Você tem propósito.
Não deixe o abandono dos outros apagar a importância que Deus já colocou em você.
#abandono #abando #autoestima #valor #deuscuida #importante`
like Sosa
Ninguém sabia exatamente quando ele tinha começado a ficar grande. Esse era o tipo de coisa que ninguém conseguia explicar direito. Um dia ele era só mais um nome circulando entre homens que queriam subir, no outro já tinha gente esperando ele terminar de falar antes de encostar no copo.
Sosa não fazia questão de ser simpático. Também não precisava. Ele chegava, cumprimentava quem precisava ser cumprimentado, olhava o lugar inteiro como quem já conhecia tudo aquilo antes mesmo de entrar e sentava. Não tinha pressa. Nunca parecia ter.
E era isso que deixava os outros desconfortáveis.
Porque todo mundo ali queria alguma coisa.
Ele não parecia querer nada.
Ou pior, parecia já ter conseguido.
Os caras comentavam dele nos corredores, nos carros, depois das reuniões. Diziam que era arrogante, que não confiava em ninguém, que tratava gente como peça. Alguns falavam que ele era louco. Outros falavam que era inteligente demais pra ser enganado. No fundo, ninguém sabia qual das duas coisas era verdade, então era melhor não testar.
Tinha gente que odiava Sosa sem nunca ter conversado com ele.
Tinha gente que admirava sem admitir.
E tinha os que entendiam exatamente o que ele era e preferiam ficar longe.
Porque Sosa tinha uma coisa que incomodava mais do que dinheiro: ele não parecia impressionado com dinheiro.
O dinheiro era ferramenta. O nome era ferramenta. Os homens ao redor eram ferramenta. Tudo tinha uma função e ele parecia saber exatamente qual era.
Quando alguém chegava perto demais, ele percebia.
Quando alguém começava a fazer pergunta demais, ele percebia.
Quando alguém mudava de comportamento, ele percebia.
Era como se estivesse sempre esperando alguma coisa acontecer.
E talvez estivesse.
Ninguém conseguia relaxar completamente perto dele porque nunca sabiam o que ele estava pensando. Sosa podia passar vinte minutos em silêncio enquanto todo mundo falava e, no final, lembrar de uma frase que alguém tinha dito no começo da noite.
Era esse tipo de homem.
O tipo que fazia os outros pensarem duas vezes antes de mentir.
E quanto mais crescia, mais isolado ficava. Não porque faltassem pessoas ao redor. Pelo contrário. Sempre tinha gente entrando e saindo, telefone tocando, carro chegando, homem importante querendo reunião.
Mas ninguém realmente chegava perto.
Todo mundo queria alguma coisa dele.
Poucos queriam conhecê-lo.
E talvez ele preferisse assim.
Porque quando você chega num lugar onde qualquer pessoa pode estar sorrindo por interesse, confiança começa a parecer luxo.
Então ele mantinha todo mundo a uma distância calculada. Não precisava ameaçar. Não precisava fazer cena. Bastava olhar.
E os outros entendiam.
Era por isso que, quando Sosa entrava numa sala, as conversas diminuíam.
Não paravam.
Só diminuíam.
Como se todo mundo soubesse que, dali pra frente, era melhor escolher as palavras com cuidado.
Porque Sosa não precisava ser o homem mais barulhento do lugar.
Ele só precisava ser o homem que ninguém queria ter contra si.
E isso, naquele mundo, valia mais que dinheiro.
Muito mais.
Não sou ninguém, não tenho nada e não posso nada. Pois quando estou vazio de mim mesmo, então sei com certeza que nem amigos, nem inimigos, nem qualquer criatura podem me impedir de ser tomado de toda a plenitude de Deus.
