Sombra
Monstro: Medo
O monstro medo é um bizarra sombra preta que não tem uma característica em especifico, pois ele é formado pela interpretação de quem ele assusta e atormenta. Porém, ele tem uma forma humanoide mas dominado pelas sombras, é completamente desnutrido, com um rosto mostrando apenas
seu sorriso bizarro e seus olhos esbugalhados, onde se tem uma sensação de desespero e de constante ansiedade ao olhar para ele.
O medo é uma forma que não se limita a forma física, ele se manifesta pelo medo das pessoas de seus problemas e pela situação em que estão vivendo, sendo
assim, o monstro acaba entrando no subconsciente de sua vitima, e acaba fazendo com que a situação de sua vitima acabe sendo interpretada por algo impossível
e gigante, faz com que a sua vitima ache que seus problemas sejam muito mais difíceis do que realmente são, contudo, faz a pessoa entrar num looping de medo,
insegurança e acaba se limitando e se fechando, não conseguindo resolver seu problema, lhe mantendo na ilusão de que aquilo é impossivel dele resolver.
Medo se manifesta do sentimento de insegurança, de incapacidade que faz o sentimento "medo" aparecer de forma inconsciente e inesperada, mantendo assim, o monstro
lá, observando e manipulando os pensamentos de sua vitima em relação ao que ela esta passando, fazendo aquilo ser difícil, e ser impossível...
Cada pessoa tem sua interpretação de seus problemas, tem sua interpretação de seus medos, e de seus sentimentos, quanto mais forte for o medo que essa pessoa sente, mais
desesperado é o olhar do monstro, mais esbugalhados ficam os olhos dele, e mais sorridente ele fica, além de sua altura ser maior e ele ser mais magro e desnutrido.
O medo é apenas um sentimento simultâneo, que você pode sentir a qualquer momento, fazendo assim o seu monstro interior (o medo) aparecer e te atormentar só
por te olhar, só por te vigiar, só por parecer que a sua situação que fez você sentir medo parecer fora de alcance, fora de controle e fora de cogitação tentar se resolver
por ser algo "impossível".
Apenas por existir
a sombra fugidia
caminhante na escuridão
no despertar do tempo
sobre o tempo
te faz senhora deste
no trazer e fazer
seu próprio tempo
luz própria
que de ti emana
livra-te do tropeço
oh Espírito-Mensageiro
teu tropeçar se dá
na luz em que estás
a tecer seu tempo
quando recorda-te
da escuridão
e esqueces
tua capacidade
de caminhar nela
tua inquietude e
insubmissão
são tuas asas
na luz que
de dentro pra fora
convidam -te ao vôo
uma vez que estas
te guiam na escuridão
fazem-te temer
o vôo a luz do dia
incitando-te
ao já conhecido
com qual lidas tão bem
tempo de abandono
à solidão
o involucro involuntário
que habitas
no contraditório
ora sim, ora não
é a mistura perfeita
alcançada a elevação
espiritual
onde se encontra
harmonia necessária
entre luz e escuridão
onde
se sonhos
realidade
estando em ti
determinar este tempo
do querer ou não
alma de tal pureza
em que sonhos
alcançam os céus
as raízes precisam
tocar e incomodar
os infernos
alma de tal pureza
eleva-se
passa o primeiro
segundo e
terceiro céu
onde nos sonhos
se guarda
descansa e
perpétuamente
habita
alma de tal pureza
não é poeta
é a própria
Poesia
expressa
na simplicidade
do rosto cru
do vestido de menina
da alma de mulher
que espalha seu perfume
cantando e encantando
homens, muiheres
deuses e poetas
enlouquecendo lógicas
confundindo filosofias
desconstruindo poesias
maculando santidades
moralizando divindades
apenas por existir..
Mesmo no vale da sombra
Nunca temerei a morte
Pois Ele está comigo
E eu tenho fé, não sorte
Pois minha vida dispus
Quando entreguei a Jesus
Minh'alma de passaporte.
Não quero nunca deporte
Da minha vida feliz
Pois quando em oração
O Senhor sempre me diz
Que é apenas o começo
Que a glória não tem preço
E o verbo não se contradiz.
Toda revelação antes de Jesus Cristo é limitada, incompleta, imperfeita, apenas sombra. Mas em Jesus Cristo temos a revelação completa, visto que nEle habita corporalmente, toda plenitude da divindade. A revelação de Deus só cabe em Jesus Cristo, a Palavra encarnada que habitou entre nós.
A sombra do altíssimo todo descanso é pleno.
A paz que Deus, e o sagrado nos envolvem é de amparo e revigoração.
Tu conheces, os problemas que nos cercam, as nossas fraquezas e cansaço.
Entregamos nas suas mãos nossas vidas e dos nossos familiares. Bênçãos para os amigos e mesmo para aqueles que por algum motivo não são tão unidos. Receba os nossos agradecimentos, amor e respeito eterno. Amém!
Quando digo que não há sombra de dúvidas
Não é porque elas não existem
E sim porque não há luz sobre elas
Já não sei mais se, o caminho até teus olhos é de luz, ou, se a sombra da indiferença fez conluio com o desafeto, e roubaram dos teus olhos aquela cor cintilante que brilhava Amor.
Flávia Abib
Belas sextas-feiras Inesquecíveis, que tinhamos ao acordar e desfrutar-mos da tua sombra que simplesmente mostrava a rainha que és, e do teu aroma de jasmin e sentir-mos a neblina pelos nossos corpos ardentes como um vulcão entrar em erupção.
E tu dizias sempre meu poeta romântico inesquecível, acima de tudo adoro a perspectiva de mudança.
Durante a noite bebiamos vinhos caseiros da realeza em volta da lareira e pediamos para tocarem uma valsa e desfrutar-mos dos nossos corpos.
No vento da tarde me perdi
Na sombra da figueira me sentei
Ouvindo o canto do sabiá
As folhas caindo como em um balé
Bastou fechar os olhos e lá fui eu
Para as paisagens distantes da minha mente
Para mim são tão reais quanto a grama
Onde minha cabeça descansa a admirar o céu
O Iracema me traz muita paz, o belo horizonte me acalma, a melodia me atrai, a sombra me traz lenimento, mas a fraternidade das pessoas me convida para um novo amanhecer.
CANÇÃO DA ESPERA
Sendo a sombra, apalpo o medo
Que sobre mim se resvala.
Para cantar ainda é cedo,
Mas minha voz não se cala
Há noite Espessa lá fora
Nenhum galo ainda canta
Mas brilha em meu peito a aurora
Nasce o sol em minha garganta
Árvore
A tua sombra é oásis na estrada
Suas raízes sustenta-lhe à vida
Seus frutos tua missão na jornada
Renovar-se é tua veste caída
Sombra
Hoje, sentado na esquina da minha rua,
Já não vejo minha sombra,
Poisme tornei a sombra de um homem que fui um dia.
Vejo as palavras escorrerem dos apaixonados
Escuto as luzes ao iluminar o caminho,
Para que eles nunca errem.
Não sei mais quem sou e se sou
Sei apenas que sinto dor,
Dor que consome minha alma
E faz com que eu suje minhas mãos com sangue,
Meu sangue.
Não estou desistindo de viver
Estou apenas me mudando de mundo,
Não consigo viver mais nesse lugar
Sabendo que não poderei mais está com você.
Estou indo te encontrar, em algum lugar,
Não sei como mas eu estou indo me juntar a você novamente.
A todos que me amam nesse mundo sujo, corrupto e sangrento, saibam q não os abandonei, espero vocês no mundo desconhecido.
Hoje, sentado na esquina de minha rua,
Já não vejo minha sombra,
Pois sou um espírito
Esperando a hora me mudar
Esse é meu adeus para vocês
E meu aviso que estou chegando minha querida.
A linguagem metafísica e dualista de (luz/sombra, ciência/opinião, essência/aparência), podemos afirmar que somosprisioneirosde 'máquinas tiranas'.
Há correntesque nos retém como os hábitos retrógrados e nocivos (os vícios, opostos da virtude) que, se não impede, ao menos dificulta o acesso ao conhecimento. Aquelas também são nossos pseudoprazeres, a rotina e ilusão de realidade, resultado da simulação neurointerativa (redes sociais).
É natural que acreditemos nelas como sendo a própria realidade - quando na verdade não são.
Se você está sonhando e não percebe, como pode saber que tudo aquilo não é realidade?
Às vezes, a sombra enganosa de quem queríamos ver nos impede de ver com clareza quem a pessoa é, de fato.
