Som Alto
...... Ele .......
Meu coração não só sentiu euforia ao som da musica naquele dia de festa;
Ele tambem festejou ao te conhecer, pulsou mais forte, te escolheu, foi inesperado.
Confusão na rua e na sua cabeça, afinal de contas, cheguei pra bagunçar e com toda certeza, TE AMAR.
Era pra ser apenas um momento, porem, marcou!
E não somente o dia, mas claramente o coração;
Sentir seu toque, seu cheiro, você por inteiro, não me preenche, e sim ME TRANSBORDA!
O sentimento é reciproco e verdadeiro.
Tentamos matar um ao outro, lutamos contra carniçais e nos beijamos muito. Tenho certeza de que somos casados em algumas culturas.
🎹 Pela Palestina 🇵🇹🙏🇵🇸
Yeah...
Isso aqui é som de rua, som de resistência,
Sem filtro, sem mídia, só consciência.
Pela Palestina… escuta.
Na faixa de Gaza o sol nasce vermelho,
Não é pintura — é sangue no espelho.
Criança sem teto, mãe sem descanso,
Enquanto o mundo finge que é só mais um caso.
Mídia cega, censura o que sente,
Chama invasão de “defesa do Ocidente”.
Mas quem é o terrorista no mapa?
O que atira ou o que apaga a nossa fala?
Bombas caem, mas a fé não desaba,
Mesmo sem água, o povo não se cala.
Pedra contra tanque — coragem que inspira,
Resistir é verbo, não mentira.
[Refrão]
Pela Palestina, pelo direito de existir,
Paz não vem de quem manda explodir.
Não é guerra santa, é lucro e poder,
Mas nenhum muro vai nos deter.
Pela Palestina, o grito ecoa,
Entre ruínas nasce a pessoa boa.
Se calar é se pôr do lado errado,
Liberdade não é crime nem pecado.
ONU fala, mas quem escuta o povo?
As resoluções viram pó de novo.
Ocidente diz “democracia”,
Mas patrocina genocídio todo dia.
A história é contada por quem vence,
Mas a verdade tá no olhar de quem sente.
Terras roubadas, lares quebrados,
E os inocentes viram números contados.
Não é religião, é dominação,
É racismo com farda e permissão.
Mas cada mártir vira semente,
E o grito ecoa eternamente.
[Refrão]
Pela Palestina, pelo direito de existir,
Paz não vem de quem manda explodir.
Não é guerra santa, é lucro e poder,
Mas nenhum muro vai nos deter.
Pela Palestina, o grito ecoa,
Entre ruínas nasce a pessoa boa.
Se calar é se pôr do lado errado,
Liberdade não é crime nem pecado.
Enquanto tiver um microfone ligado,
Enquanto a verdade for censurada,
Enquanto houver um povo ocupado,
Vai ter voz, vai ter batida, vai ter palavra.
Isso é pelo povo, pela criança,
Pela esperança que ainda dança.
Boombap consciente, rima que não se apaga,
Paz com justiça — essa é a saga.
Pela Palestina.
-
O mal e o bem habitam o mesmo Ser; a humanidade desperta no Criador tanto luz quanto sua própria sombra.
🎹 Areia e Cinza 🇵🇹🙏🇵🇸
Som pesado, batida lenta, coração em ruínas...
Isso aqui é por quem vive entre areia e cinza.
Pela Palestina — verdade não tem legenda.
As ruas de Gaza respiram poeira,
O ar é fumaça, a alma é guerreira.
Criança cresce ouvindo sirene,
Enquanto o mundo zappa e esquece quem geme.
Tanque passa, casa cai,
O chão treme e a fé não sai.
Homem cava o irmão com a mão,
Enquanto político brinda em outra nação.
Chamam de “defesa”, mas é massacre,
Choram mães — e o planeta é covarde.
Tinta na tela, mentira pintada,
Censuram o sangue, apagam a fala.
[Refrão]
Areia e cinza — o céu não dorme,
Chove fogo, mas o povo é forte.
Eles querem terra, nós queremos vida,
Paz com justiça, não paz fingida.
Areia e cinza — o tempo chora,
Cada escombro guarda uma história.
A verdade que a mídia esconde,
Ecoa em cada verso que responde.
Um pão dividido por cinco bocas,
Mãe reza: “Deus, não leva mais outra.”
No rádio, promessas de trégua,
Mas é só mais bomba que despedaça a aldeia.
O mar tá perto, mas é prisão,
Cercado por muro, drone e canhão.
Um povo inteiro sob bloqueio,
E ainda chamam de “autodefesa do meio.”
Mas quem vai contar o que sente um pai,
Quando o filho pergunta: “Por que a paz não vem mais?”
Eles apagam nomes, mas não memórias,
E o rap carrega essas histórias.
[Refrão]
Areia e cinza — o céu não dorme,
Chove fogo, mas o povo é forte.
Eles querem terra, nós queremos vida,
Paz com justiça, não paz fingida.
Areia e cinza — o tempo chora,
Cada escombro guarda uma história.
A verdade que a mídia esconde,
Ecoa em cada verso que responde.
Isso aqui é som de alma viva,
De quem planta oliveira e colhe dor.
Mas ainda canta, ainda acredita,
Porque amor também é forma de lutar.
Gritam “livre, livre Palestina!”,
E o eco bate em muralhas frias.
Mas cada voz que insiste e vibra,
Fura o bloqueio da hipocrisia.
Não tem censura pra sentimento,
Nem bomba que pare o pensamento.
Enquanto o mundo paga pra mentir,
O rap existe pra traduzir.
Areia e cinza, mas o sol insiste,
Mesmo coberto, o horizonte resiste.
E enquanto houver um som, uma batida,
A Palestina segue… viva.
-
No Reflexo da Varanda
O som das crianças sobe leve,
como lembrança antiga do riso solto —
brincam embaixo do bloco,
e cada eco é um sopro de vida.
Na TV, o jazz — Lost in Whiskey Nights —
derrete o tempo,
faz a noite respirar em notas lentas,
como se o vento também improvisasse.
A cidade lá fora pisca, infinita,
um colar de luzes que se estende
até onde o pensamento alcança.
E ali, no vidro, estou eu —
entre o reflexo e o horizonte,
entre o silêncio e o som.
Escrevo um diário que também me escreve,
palavras que nascem do jazz,
da solidão boa,
da brisa que entra pela varanda.
E percebo:
a vida também é uma canção de fundo,
tocando suave,
enquanto a cidade inteira
dança em silêncio comigo.
então o som daquela voz ficou na aurora, imaginando o ressoar e a inebriedade, o peito em colera o aperto na imaginacao do sentir
Infelizmente a grande maioria ouve e segue o som glamouroso e inebriante do sino, mas não fazem ideia de qual sinagoga ele vem e o que realmente prega e influencia na vida, nem se isso aproxima ou afasta de Deus.
Só observam as flores, mas não o jardineiro.
Valdir Venturi 🌹
MÃE, AINDA TE ESCUTO
(Eliza Yaman)
Mãe, ainda escuto teu passo no chão,
No som da panela, no cheiro do lar.
Teu nome ressoa na minha canção,
E tudo que sou, aprendi ao te olhar.
Teu colo me falta, mas nunca se foi,
É ninho guardado no peito que arde.
Teu gesto me guia, teu riso me dói,
Mas é nessa dor que a ternura me invade.
Na prece que faço, teu rosto me vem,
No vento que passa, te sinto soprar.
És brisa que toca, és flor que contém
O tempo que insiste em me consolar.
E mesmo que a vida te leve de mim,
Te guardo onde o mundo não pode alcançar.
Mãe, és meu começo, meu meio, meu fim,
Saudade que canta, sem nunca calar.
Som da liberdade
O som ainda pode ser dos navios de sangue,
As páginas ainda podem guardar tristezas,
A sociedade ainda respira desigualdade,
E nem todos entenderam as mazelas da alma.
Mas existem, em cada rosto negro,
Um passado que não viveram,
Mas que trazem como marcas para o futuro.
Não, o som é da vingança e das divisões?
Não; é a mais nova das antigas
Formas de gritar às nações:
O som agora é de liberdade!
Livro: Negros 2025
Eu sinto uma profunda dor silenciosa...
Gosto do som da música, do percurso
da minha casa até o trabalho;
estou sempre ouvindo música.
Em casa e no trabalho, ouço o barulho
dos carros, dos comboios e de toda a gente.
Chego em casa, ligo a televisão e ouço o noticiário:
outra vítima do silêncio se atirou
nos ruidosos trilhos do trem.
No trabalho, ouço o rádio, que toca uma música ridícula, e
minh'alma sofrida dança desolada.
Gosto do som da chuva, lágrimas do céu;
até os homens choram, silenciosamente.
E o choro da terra é abafado
pelos nossos gritos ambiciosos;
ouço o barulho das fábricas, corro para o campo,
e a chuva, tempestuosamente,
em seu suave cair, encharca meu coração ressecado.
Gosto do canto dos pássaros;
da minha cama me levanto,
e nela me deito, ouvindo os tordos ao amanhecer
e os urutaus ao anoitecer que, calmamente,
levam distante meu espírito atormentado.
Gosto de deitar-me e dormir
com o barulho do ventilador;
porque gosto de barulho,
assim silencio os gritos sussurrados
em minha cabeça. E eu, que tenho sido tão quieto,
se os ouço e me falam, descanso resignado.
Ouço o canto dos pássaros
ao ritmo que trás paz
O caminho será embalado
ao som dos pequeninos, que vai crescendo
Vejo encanto na dança dos galhos
o chão está cheio de folhas mortas
é o adubo pra terra fértil
Gotas de orvalho, mata a sede
que a madrugada tão generosa deixou
As flores singelas,
mostra sua beleza, pra nos trazer alegria
Nascente de água límpida
na sua fragilidade
a essência que nos faz viver
Ao percorrer a estreiteza da estrada
seus veios se alastra minando
a procura do seu maior
O rio um espelho de água cristalina
margeando histórias simples
Desliza ao encontro de uma mestiçe
A natureza sábia divina
promove esses prazeres da vida.
Lulu Santos cantou.
" Não haveria som, se não houvesse o silêncio, não haveria luz, não fosse a escuridão!".
Eu digo! Não haveria estes estados, em nós, na vida se não existissemos.
E não nos preocupamos se quer em imaginar isto. Porque tudo é isto!
Já prestaram atenção que toda as árvores que não possuem raízes o vento forte a derruba. Assim somos nós.
Deus não prepara a Bênção para nos dar, Ele nos prepara e molda, para que estejamos pronto para receber, valorizar o que coloca em nossas mãos nos abençoando na hora certa.
As lutas, as dificuldades, as doenças, as quedas, o se afastar, a escassez ou até mesmo a fome. Em tudo Deus nos permite vivenciar experiências e aprendizados para compartilhar e saber ajudar o próximo. Como não aceitar a vontade de Deus e aprender na prática tudo que Ele faz e para os que confiam nEle.
Isso é ter raíz...
Ricardo Baeta.
