Som Alto
"O ser da pessoa
fala mais alto
quando os olhos brilham
e a alma se mostra presente
nos movimentos do corpo".
"As pessoas mentem. Mentem o tempo todo.
Elas te colocam no mais alto palanque, dizem que é seguro e te deixam lá, apreciando a vista.
Pouco depois, cortam as cordas.
Você cai. Se machuca todo.
Então elas se aproximam — com o machado ainda na mão — e perguntam o que aconteceu. Perguntam se está tudo bem."
“Eis porque o aborto é um pecado tão grave. Não somente se mata a vida, mas nos colocamos mais alto do que Deus; os homens decidem quem deve viver e quem deve morrer.” Madre Tereza de Calcutá
Eis um assunto em grande evidência.
Madre Tereza, Santa pela Igreja e Prêmio Nobel da Paz pelos homens. Foi fazer a sua obra na Índia (Calcutá -- reduto pobre), saia a noite pelos guetos, para dar banho nos LEPROSOS, disse: Você não daria banho num leproso nem por 1 milhão de dólares, nem eu, só por amor se da banho num leproso --
Adoro bagunçar seu cabelo
Te jogar pro alto
Te pegar no colo
Sentir seu sorriso
Olhar nos seus olhos
Te fazer um carinho
Te amar inteiramente
Te fazer cafuné
De te amar por inteiro
Da cabeça até o pé
Te pergunto coisas
Mesmo sabendo que ainda não fala
Brinco e te pirraço
Até ver como fica linda brava
Já briguei muito com seu pai
Mas vou agradece-lo desta vez
Pois você
É a melhor coisa que ele fez
A Dança da Lua e do Lobo
1. A Mulher que Teceu o Mundo
Era uma vez uma mulher que vivia no alto de uma montanha, onde o vento cantava histórias antigas e as estrelas pareciam tão próximas que ela podia quase tocá-las. Ela era conhecida como a Tecelã, pois passava seus dias criando tapetes tão intrincados que pareciam capturar o próprio universo em seus fios. Cada linha, cada nó, era cuidadosamente planejado. Ela acreditava que, se pudesse controlar cada detalhe, nada daria errado.
Mas, nas noites de lua cheia, um uivo ecoava pelo vale. Era o Lobo, uma criatura selvagem e indomável, que parecia rir de seus tapetes perfeitos. "Por que você não desce da montanha e dança comigo?", ele perguntava, sua voz ecoando como um desafio. A Tecelã ignorava o chamado, apertando os nós com ainda mais força.
2. A Tempestade
Um dia, uma tempestade furiosa varreu a montanha. O vento arrancou os tapetes das paredes, desfazendo os fios que ela havia tecido com tanto cuidado. A Tecelã correu para salvá-los, mas quanto mais tentava consertar, mais os fios escapavam de suas mãos. Desesperada, ela olhou para o céu e gritou: "Por que isso está acontecendo? Eu fiz tudo certo!"
Foi então que o Lobo apareceu, sua pelagem prateada brilhando sob a luz da lua. "Você não controla a tempestade", ele disse, seus olhos dourados fixos nela. "Mas pode dançar com ela."
3. A Dança
Relutante, a Tecelã deixou o Lobo guiá-la para uma clareira. A tempestade ainda rugia, mas ele começou a dançar, movendo-se com uma graça selvagem que parecia desafiar o caos. "Solta-se", ele sussurrou. "A vida não é um tapete que você pode tecer. É uma dança que você precisa sentir."
Aos poucos, ela começou a seguir seus movimentos. Primeiro com hesitação, depois com uma risada que brotou de algum lugar profundo dentro dela. A chuva molhou seu rosto, o vento bagunçou seus cabelos, e pela primeira vez em anos, ela se sentiu viva.
4. O Novo Tapete
Quando a tempestade passou, a Tecelã voltou para sua cabana. Os tapetes estavam desfeitos, mas ela não se apressou em consertá-los. Em vez disso, começou um novo, desta vez deixando espaços entre os fios, como se convidasse o vento e a luz da lua a fazerem parte da obra.
O Lobo aparecia todas as noites de lua cheia, e juntos dançavam na clareira. Ela aprendeu que a vida não precisa ser controlada para ser bela às vezes, é no caos que encontramos nossa verdadeira força.
Epílogo: A Tecelã Selvagem
Anos depois, os viajantes que passavam pela montanha contavam histórias de uma mulher que tecia tapetes como ninguém. Diziam que suas obras eram vivas, cheias de movimento e luz. E, se você olhasse de perto, podia ver os rastros de patas de lobo entre os fios, como uma lembrança de que a beleza nasce quando soltamos o controle e abraçamos a dança da vida.
Nota do Conto:
A Tecelã representa a mulher que tenta controlar tudo, enquanto o Lobo simboliza a força instintiva que nos convida a confiar no fluxo da vida. A mensagem é clara: o controle excessivo pode nos proteger do caos, mas também nos impede de viver plenamente. Às vezes, é preciso dançar com a incerteza para encontrar nossa verdadeira liberdade.
Do alto da montanha dourada, eu contemplava a aridez do caminho e o silêncio dos personagens...
Caminheiros dispersos, em busca do nada.
Uma gente de muita coragem;
Mas presas inequívocas de uma grande miragem.
Do alto da montanha eu via!
Eram transeuntes anônimos, vagando sem rumo, em constantes delírios.
Trôpegos, seguiam a sua jornada de fábulas - sedentos em busca do rio.
Aturdidos, faziam da abstração o exílio, sem disfarçar o fascínio que a subordinação nas suas vidas exercia.
Precisamos ter coragem e manter o foco
Importante deixá-lo no ponto mais alto
Nossas responsabilidades com sabedoria.
Ápice é saber manter a mente em equilíbrio.
Contemplamos bem melhor os sentidos assim.
Use seu tempo com autocontrole.
Longe do descuido sintetizamos
O melhor para nossa vida.
Sonhe alto, pense positivo, leia muito, ame sem medidas e viva suas aventuras, pois
quem sonha de verdade e vive o que imagina é feliz e possui emoções verdadeiras!
"A bondade amorosa é como a chuva: desce do alto, mas nutre a terra para que todos possam florescer."
Por muitas vezes é preciso estar no alto, fechar os olhos e recitar a prece para os anjos siderais. Se esvaziar dos anseios desnecessários do mundo. Pra seguir é necessário estar leve, para amar é necessário resiliência. No caminho receberemos pedradas injustificadas, mas deixar o coração caucificado é uma questão de escolha.
Cuidar de quem não tem voz é o grito mais alto de amor
Há silêncios que gritam. Estão nos olhos de um animal abandonado, no corpo frágil de uma criança esquecida, no idoso calado em um canto da casa, na natureza sufocada pelo descuido humano. Nem todos podem dizer o que sentem, mas todos sentem. E é nesse sentir silencioso que nasce a urgência do cuidado.
Cuidar de quem não tem voz não é um gesto comum — é um ato de grandeza. É enxergar além do que se ouve, é compreender dores que não se explicam com palavras, é oferecer presença onde falta amparo. Quem cuida sem esperar aplausos, quem acolhe sem exigir retribuição, quem protege sem precisar ouvir um “obrigado”, está vivendo a mais pura expressão do amor.
Esse tipo de amor não faz alarde, mas tem o grito mais alto. Grita na ação silenciosa que alimenta, acolhe, limpa feridas, devolve dignidade. É o amor que ergue lares para bichos de rua, que dá colo a quem nunca teve, que planta árvores para o amanhã de quem nem nasceu.
No mundo de hoje, onde as palavras são muitas e os gestos, por vezes, escassos, cuidar de quem não pode falar é um manifesto de humanidade. É a prova de que ainda há esperança, de que ainda há gente que ouve com o coração.
Porque o verdadeiro amor não precisa ser ouvido, ele precisa ser sentido. E quem ama de verdade, ouve o silêncio como um clamor... e responde com ação.
Mudar é necessário. Mude suas atitudes, não os seus sonhos! Sonhe alto, sim! Por que não? A oportunidade é para TODOS.
Pare de dizer que "não dá" e se pergunte: "como faço para chegar lá?"
Você escolhe: pagar o preço do sucesso ou pagar o preço do fracasso. O preço do fracasso será pago eternamente se você nada fizer. O preço do sucesso é pago apenas uma única vez. Decida, e tenha AÇÃO!
Faça um pouquinho todos os dias aquilo que você fica só pensando.
(Pensando alto - ainda nas entrelinhas)
Ora, mas o que seria de qualquer jogo, entre DOIS times obviamente, sem a fiel torcida?
Travando-se o combate, seja lá pelo que for, lá está a torcida...
E faz barulho, e torce, e tenta ajudar, e atrapalha.
O que seria de nós, sem a presença da fiel torcida?
(Fabi Braga, 29 abr 2011. Editado.)
