Sol e Chuva
Previsão do tempo,
Seja sol se alguém precisar.
Dance na chuva,
Se alguém te convidar.
Ele passa rápido,
A cima de tudo seja feliz.
Título:
Amar é ....
Amar é enfrentar o mundo... as distâncias ...a chuva..o vento, o sol... as tempestades.
Amar é ...enfrentar as diferenças...as tradições ..as religiões...as discriminações....para estar e ficar ao lado de quem nos ama e a quem amamos tambem!!
Amar é.....simplesmente amar e ser feliz !
è isso ...simples e real, basta querer , lutar e amar !
Autor:
Gilberto Braga
O céu estará sempre azul acima das nuvens,
faça sol ou faça chuva..
A lua ilumina os enamorados,
As estrelas viajam através do tempo e espaço,
Mesmo já não existindo mais,
Engolidas por um tal de “ buraco negro”,
Um dos mistérios do Universo,
Mas seu brilho e luz atravessam o tempo milhões de anos luz,
Portanto acredito que tudo o que fazemos e realizamos,
tudo o que nos acontece, não dependem das estrelas, corpos físicos ,
Muitos que já nem existem mais,
Nossos erros e acertos,
Alegrias e tristezas,
Nosso dia dependem mais de nossas atitudes e iniciativas,
De caráter e forma de viver, do que propriamente da existência dos astros.
Nossas mudanças sim, exigem esforço,
Tanto para o nosso bem, quanto de quem esta a nossa volta.
Doutrinas, estudos místicos,
Religiões , politica e dogmas, são coisas do homem,
São válidos e bem vindos,
Mas.......
Portanto não atribuo aas estrelas,
Aquilo que depende de minhas atitudes e iniciativa e forma de viver.
Amor , compaixão, perdão ,solidariedade, amizade
não dependem das estrelas , dos astros,
Nem a Lua ou do Sol,
Dependem única e exclusivamente de nós e nossas escolhas !
Gilberto Braga
Tudo passa nessa vida...
Cai a chuva...
Nasce o sol...
A lua ilumina...
As estrelas brilham...
O vento sopra...
Os pássaros voam...
As folhas caem...
As sementes brotam no chão...
O rio corre para o mar...
O fogo que queima...
O frio que arrepia a pele...
A canção que toca a alma...
O breu...
O seu...
O nosso...
Contentamento descontente...
Tudo faz sentido.
Chuva no chão
Calor de Sol
Raios de nuvem
Na linha do horizonte
Junto aos montes
Alguma coisa tinge o Céu
de cor maçã
Nesse momento eu percebo
Que deixei de perceber
O quanto a passagem dos dias
Foi minguando, de fato
As dores e alegrias
Que eu sentia
Agora
Os dias são apenas dias
Minh'alma já nem sofre
do doce ensimesmamento
Ao qual se recolhia
Nas madrugadas caladas
O coração quase que pára
Pouca coisa resta
O Passar do tempo
tem poder
de aparar arestas
e minimizar o efeito
das pedras que ficavam no caminho
E adentravam os sapatos
A ciência que eu que não tenho
é compensada
Pela vivência de tantos
Pores-do-Sol
de fato
Aqueles de nós
Que conseguem chegar nesse lugar
Poderiam sentir , quem sabe
Estranha estupefação
Mas há tanta calma no coração
Que tal coisa não mais lhe cabe
Resta-me, quem sabe
Dirigir aos Céus uma oração
de gratidão
Por tamanha mansidão
Que o tempo me trouxe à alma.
Edson Ricardo Paiva
Desejos são gotas de chuva
Aliados aos raios do Sol
Numa tarde de melancolia
A voltar sempre e sempre
Todo dia
São vontades felizes
Que surgem nas horas tristes
Bolhas de sabão
Flutuando em caracol
Que às vezes permanecem
nos lugares onde eu vejo
por muito mais tempo
Que a gente esperava ver
Insistentes
Desejos são a lenha que alimenta
Aquele fogo pálido, lerdo e lento
Que insiste em permanecer
No tímido coração
Lampejos vem surgindo lentamente
Te fazendo
Pensar constantemente
Em algo que não se esquece
Desejos tristes
dos quais o coração padece
Quanto mais você se esquiva
Navegando só
O oceano de sonhos...e vai
Flutuando à deriva
Num triste abandono
Não existe mais nada
Inexiste alma viva
Que em dado momento da vida
Não encontre na rua
Enquanto voltava pra casa
Com aquela voz que vem no vento
E a faça sentir uma imensa saudade
Daquilo que
De tanto querer
Foi perder na tempestade
Seguida de um vento suave
e palavras que não se escreve
E foram ditas
E agora
Passada a hora
Se esforça em tentar entender
O que foi que te fez
Querer
Edson Ricardo Paiva.
Depois da chuva
O carisma da tarde
Uma ponta de saudade
A luz do Sol me alisa
Uma brisa suave
Parece até que chove leve, ainda
Um prisma no Céu
Um sinal que à luz decanta
A clara luz que ontem brilhou
E mesmo assim
Ainda me leva
Pra algum lugar longe ou perto
Só não deixa ficar onde estou
Me vem lembrança
de uma rua escura e estreita
De algum sonho que há tempos sonhei
A noite cai
Tudo se ajeita
Pode ser que este mundo
Não seja perfeito
Mas ele sempre melhora
Na hora que eu tenho você aqui perto
Peço ao vento pra levar
Um olhar, um pensamento, a saudade
Quem sabe na volta
Ele traga o alento da lembrança
De algum sonho em que você estivesse
Te juro
Se soubesse onde está
Eu mesmo ia lá
Te buscar.
Edson Ricardo Paiva.
Eu quero a chuva
Num dia de Sol
No mesmo Sol
De uma manhã de inverno
Eu quero a sorte
de noite estrelada
Que seja hoje
e de novo amanhã
Calor de Sol
Numa blusa de lã
Espero
A curva lá da ventania
Eu quero vida na vida
E se eu pudesse querer
Outra coisa qualquer
Desejaria que ela fosse
Linda
Linda como a chuva
Num dia de Sol.
Edson Ricardo Paiva.
Há momentos
Que valem uma vida
Como andar na chuva
Olhar pra cima e perceber
Um raio de Sol que a invadiu
Chove dentro de você
É preciso uma miragem
Uma fagulha frágil
Um sonho em forma de mensagem
Num milagre, a lucidez
Era preciso uma visão
Que talvez não te venha jamais
Não dessa forma sucinta
Veja, chove no papel
E o presente é uma tinta que o borra mais
É querer ouvir a própria mente
Enquanto a mente, propriamente, não se cala
Há momentos
Que podem valer uma vida
Um pensamento que te aguarda há muito
Paciente, lá no fundo do quintal
Até que a mente se aquiete
E pense até ser ouvida
Por enquanto é tudo que lhe resta
No entanto
Esse momento vale uma vida.
Edson Ricardo Paiva.
Vou devorando a minha vida
É tarde de outono e eu queria tanto andar na chuva
Quando eu vejo, o sol tá no horizonte
O dia tá desfeito em mar de fantasia
Às vezes quase eu durmo
De tanto querer que o sono venha
Há tantas vidas, difícil é ter outra a ter tantos quereres
No início é ter que costumar as vistas
É como estar em um pomar
E ver que o fruto e as folhas são da mesma cor
Vou fazendo de conta que conto pitangas no ar
Outono é tarde, estou noutra estação
Outro trem vai vir, há de passar
A noite chega em mim
A noite chega e se lastima assim
A dizer que o trem que vai passar não leva ao fim da linha
Eu digo à noite que a vida é uma lista
Eu peço à vida que seja da noite esse olhar pessimista
Apago da lista esse triste desejo
De chegar nessa manhã que tem jeito de tarde
Eu só escolho querer, numa vontade que não é minha
Tarde que andava na linha, rumo à próxima estação
Eu queria era andar, andar sem rumo e nem direção
Andar na chuva
Colhendo as pitangas que flutuavam
Pitangas amarelas, iguais àquelas
Que existiram nos fundos de algum quintal da minha infância
Onde eu ia devorando a vida
Um lugar, uma estação
Um trem que passava e tinha a companhia sempre lá
De alguém que te acompanha e leva pro infinito
E apanha frutos no ar, igual ao que a gente fazia
Quando o dia era desfeito em mar de fantasia
A gente sabe e cansa de saber que esse infinito acaba
E mesmo assim desata a rir
Num riso que não tem fim.
Nem precisa acabar.
Edson Ricardo Paiva.
"A Beleza da vida
É o Sol lá no céu
Numa noite de chuva
É saber sentir
Quando não houver"
Edson Ricardo Paiva.
A vida era
Toda ela, um vaso de alabrastro
Um prazo que não venceria
O Sol na chuva, era alegria
Era a felicidade, a verdade sobre a mesa
Um astro de primeira grandeza
Era harmonia
Comedida em seus excessos
Ah, essa era a vida, ela excedia
Não era, ela não era não
Era uma mão que se escondia
Oculta com propriedade
Tangia as cordas da vida
De modo tão perfeito
A justa forma ela imitava
A gente se iludia tão perfeitamente
O vento leve, o tempo breve
O espelho que não se mostrava
Era a vida uma centelha
Um prazo que nos vencia
Ele venceu
Essa era a vida
Este sou eu.
Edson Ricardo Paiva.
Um belo dia o sol antecipou o seu horário, pensando que a chuva jamais o alcançava. Mas esteve errado, uma vez que a chuva não precisa de hora para chegar, enquanto o sol precisa de um tempo para brilhar.
CONTRADIÇÃO - você diz gostar de sol mas usa chapéu. Diz gostar de chuva mas usa capa. Diz gostar do frio mas usa agasalho. Diz gostar da noite mas não suporta a escuridão. Diz amar Deus mas despreza seu próximo.
Se a chuva cair ou o sol resplandecer,
Se o mar se agitar ou a brisa correr,
Meu louvor será sempre o mesmo, Senhor:
Bendito és Tu! Recebe o meu amor.
