Sol
O sol do entardecer
Os raios de sol alaranjados do entardecer
Varam o céu e causam belas listras nos objetos que tocam
As nuvens belas se revelam nessa hora
Um resplendor de milhares de quilômetros de água em vapor
O sol brilha infinitamente
A sua luz gira como fogo espiral
A rotação infinita da luz divina
Meus olhos se cegam ao olhar ou encarar
Mas é lindo demais para eu não o fazer
As cicatrizes são feitas na minha íris
Minha visão manchada é um prenúncio de que eu vou poder me lembrar disso
E que talvez possa
Só mais uma vez
Ver isso de novo amanhã
Com amor
Obrigada
Sem exigências,
Apenas aceito meu destino
E pulo nessa dança,
Sentindo o vento me levar
Ao sol do meio-dia.
Poderíamos dizer que não precisamos de sol e lua, assim como algumas pessoas dizem àqueles que lhe dão bondade: não precisamos disso, e perdem o bem por isso...Imaginemos então se perdêssemos as manhãs e noites, e voltássemos ao puro nada!
O colorido por do sol, e o canto dos pássaros,vestem a tarde de sorrisos e paz, e os sonhos dançam no sopro dos ventos, num simples bailar!
Tô arrasada ouvi uma pessoa xingando o sol nesta tarde linda.
Essas pessoas assim que fala mal,do que faz bem,nem pode sonhar como sua vida vai findar.
Obs;outra versão termina: "como sua vida finda."
Iluminando resistência seu brilho é um sol de superação, nobreza de identidade, traz herança ancestral, uma essência de humanidade, para conquista da igualdade.
EXPRESSÃO DE LIBERDADE!
Vesti todo cenário com leveza e paz, extraída de minha essência, vi o sol da felicidade raiar, iluminando meu universo, sentir arrepiar, sentir a energia do amor se propagar! Nobre raiz de unicidade, quando na coletividade, nos une em respeito a ancestralidade, numa expressão bela de humanidade, dançamos ao som da liberdade, valorizando nossa identidade no toque da santidade.
"Hoje é sábado, o sol brilha sem nuvens, nascendo em nossa cidade, trazendo a luta por um novo dia."
O Som da Luta
Uma história sobre coragem, esperança e propósito em Angola
O sol ainda dormia, mas o bairro já acordava.
O cheiro do carvão aceso misturava-se com o barulho dos chapas lotados e das vozes que se perdiam nas ruas estreitas.
Era mais um dia em Angola — onde o relógio da sobrevivência nunca para, e a esperança é o último bem que o povo se permite perder.
No meio daquela correria, Manuel ajeitava o seu pequeno carrinho de madeira, carregado de garrafas de sumo natural que ele mesmo preparava à noite.
Enquanto o resto da cidade ainda sonhava, ele já estava em movimento.
O seu lema era simples:
> “Quem quer mudar de vida, começa antes do sol nascer.”
Manuel não nasceu com oportunidades.
Cresceu num bairro onde a poeira é mais constante do que a eletricidade, onde o trabalho é pesado e o reconhecimento é raro.
Mas, desde cedo, ele aprendeu com a mãe que “trabalhar com dignidade é melhor do que mendigar respeito.”
Durante anos, procurou emprego.
Fez cursos, entregou currículos, e ouviu promessas vazias.
Cada “vamos te ligar” soava como uma esperança que morria devagar.
Até que um dia, cansado de esperar, ele decidiu criar o próprio caminho.
Pegou um carrinho velho, juntou umas frutas emprestadas e começou a vender sumos na rua.
No início, foi alvo de risos e comentários:
“Um formado a vender sumo? Isso é vergonha!”
Mas Manuel respondia com um sorriso e dizia calmamente:
> “Vergonha é roubar. Trabalhar nunca foi.”
O tempo passou.
O carrinho que parecia um fracasso virou uma barraca simples, mas movimentada.
As pessoas começaram a reconhecer o sabor dos seus sumos — e, mais ainda, o brilho da sua determinação.
O que era sobrevivência começou a virar sustento.
E o sustento, aos poucos, virou inspiração.
Manuel passou a ajudar outros jovens do bairro a começarem pequenos negócios.
“Não temos muito”, ele dizia, “mas temos mãos, mente e vontade. Isso já é capital.”
Hoje, quem passa pela sua barraca vê mais do que produtos — vê uma história viva de resistência.
Ele ainda enfrenta dias difíceis, ainda há contas que não fecham, ainda há lágrimas escondidas.
Mas, em cada amanhecer, Manuel prova a si mesmo que o sucesso não é sobre ter tudo — é sobre fazer algo com o pouco que se tem.
Quando alguém lhe perguntou o que o manteve firme em tempos de desespero, ele respondeu sem hesitar:
> “Foi a fé. Eu acreditei que Deus não me fez para desistir.”
O som da luta continua ecoando nas ruas do bairro.
O mesmo som que vem dos vendedores, das zungueiras, dos mototaxistas, dos estudantes que andam quilômetros para aprender.
Cada um à sua maneira, todos gritam a mesma verdade:
“Enquanto houver esperança, há motivo para continuar.”
E assim, no coração de Angola, entre poeira e calor, entre lágrimas e sorrisos, nasce uma geração que aprendeu a lutar com o que tem — e a acreditar que o amanhã pode, sim, ser melhor.
> Porque em cada angolano há um guerreiro.
E enquanto o coração bater, nunca vamos desistir.
Toda a tempestade vai passar, pois se Deus te prometeu o sol, Ele vai cumprir sua promessa. E quando o céu se abrir, você entenderá que tudo foi preparação para o mais lindo amanhecer na Luz do Senhor.
Ao pôr do sol, as chamas, de longe,
aquecem ardentemente a paisagem ...
transpõem fios âmbares
de nuvens entardecidas...
soprando o calor de carícias suaves
no tecido do meu rosto ...
começo a despertar a noite
concedida à poesia ...
se ainda inebriado
pela sede poética ...
você não fosse o mais sincero e leal ,
como sempre e ainda mais um dia,
você me apagaria e desapareceria?! ...
Faça isso!
Eu te dou mais uma chance ...
Oh! Meu coração destemido!
Que a dor é tão antiga que pode
até morrer em mim...
e mesmo assim,
a jóia de viver é tão sagrada
que pode ressuscitar em mim...
que a vida que pulsa em mim é tão viva,
que quando quer...
pode golpearmi no momento certo
para reviver...
eu te perdoo, oh coração !
que ama mais do que pode
e sofre mais do que deve ...
Oh! Alma minha!
que escuta pacientemente as batidas
do meu coração nos serenos lamentos sussurrados aos caprichos da Lua ...
e guarda com ternura
todos os meus versos de sentimentos batizados pelo Oceano ...
que sob serenos auspícios
chegará ao crepúsculo e desejará adormecer
nos lençóis bordados pela fiel poesia ...
✍©️@MiriamDaCosta
O sol tá brabo?
Tá nublado?
Tá chovendo ou vai chover ?
O calor tá demais ?
Esfriou ?
Cara! Relaxa o clima da sua mente
e... curta a natureza com o clima que for !...
✍©️@MiriamDaCosta
💃
Minh'alma cigana
no caminhar não se engana,
a Lua me protege,
o Sol me aquece
e o Vento me levanta
na dança da Vida que me encanta,
porque sou uma cigana
adiante sempre tenho que seguir
a Força do Universo acompanha o meu ir
e ilumina todo o meu existir 💃
✍©️@MiriamDaCosta
Meu olhar se embriaga
na poesia do pôr do sol,
que irrompe da janela
da minha cozinha
como um poema em chamas.
O céu escreve, em tons alaranjados,
os seus silêncios,
enquanto o dia se retira devagar,
com a serenidade
de quem conhece o próprio tempo.
Sobre a pia,
a louça reflete o esplendor
desse arco-íris poético.
E a minh’alma,
pincelada por essa paleta de cores,
deleita-se
num estado puro de êxtase.
E eu, inspirada,
derramo estes versos
de gratidão à Natureza,
por conceder-me
tamanha bênção.
✍©️ @MiriamDaCosta
No calendário é (ou seria…) verão 🌞
mas o sol parece uma promessa
que não assinou contrato com o céu.
Já nem me lembro
da última vez
em que estendi as roupas lavadas
no varal do quintal,
onde o vento fazia carinho
e o sol beijava as roupas
até deixá-las com perfume de tarde.
Faz tempo. 🌞
Tempo de nuvens espessas, 🌧
de chuvas que não pedem licença,
de previsões que mudam de humor
como quem muda de roupa,
e ironicamente
a roupa é que não muda de lugar.
Agora estendo tudo no varal do porão,
entre paredes
e uma claridade tímida
que entra pelas frestas
como quem pede desculpas.
É verão no papel, mas por aqui
as estações parecem suspensas.
E enquanto as roupas
demoram a secar,
eu penso que talvez
haja dias assim também na alma,
dias de porão,
em pleno verão.
✍©️@MiriamDaCosta
"Não busque o lugar ao sol para ser visto; busque-o para descobrir o que a sombra estava tentando esconder de você."
"O erro de quem conquista um lugar ao sol é esquecer que a Terra gira; o segredo não é fincar a bandeira, mas aprender a caminhar no ritmo da luz."
"No topo, o lugar ao sol é tão brilhante que cega; às vezes, a clareza só é possível quando aceitamos o frescor da penumbra alheia."
"Ter um lugar ao sol não depende da geografia do mundo, mas de derrubar o teto que a sua própria insegurança construiu."
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