Sociedade Alienação
Ainda sonho com o dia que às máscaras da sociedade irão cair, assim às pessoas seriam explicitamente verdadeiras, não haveria opção de atuação - somente a verdadeira intenção estampada na face.
Mãos de tesoura
Amai o próximo. Uma importante mensagem repetidamente difundida na sociedade e ignorada veementemente por grande parte dos indivíduos.
Tal mote é encontrado em sagradas escrituras, em diversas obras literárias, nas mídias e até mesmo no clássico filme da década de 90, cujo personagem-título, Edward, possui mãos de tesoura.
Na película, assim como na vida, somos confrontados com a diversidade, personificada no protagonista. Ao encararmos a incompletude, a "aberração", a anormalidade, vemo-nos diante de um espelho e - infelizmente - poucos refletem sobre as diferenças individuais que fazem cada um ser único e ímpar ante seus semelhantes.
Também observamos que as reações são inconstantes e controversas acerca das diversidades: uns são receptivos, compreensivos e inclusivos; outros, arredios, hostis e promotores da exclusão.
Por séculos e milênios, vivenciamos as consequências de lidar consigo mesmo e com o outro, travando batalhas campais fomentadas por valores, crenças e egos. E, talvez, as guerras, de travesseiros ou bombas, sejam gestadas pela dificuldade em nos relacionarmos uns com os outros.
Destarte, os modos de conceber e vivenciar as relações interpessoais, intrínsecas à humanidade, têm suas dificuldades acentuadas pelo inevitável convívio com alguém que tenha lâminas no lugar das mãos e que, por isso, machuque quando tenciona acariciar.
No Universo tudo é uma relação de equilíbrio. Uma sociedade se torna mais vazia, quanto mais inflado for o ego de seus indivíduos.
MALDADE
Quem, na sociedade, só quiser falar com as pessoas "boas", depressa ficará sozinho e, no final, só se encontrará com as próprias” maldades”.
António CD Justo
Tua apolínea beleza serve como
colírio a olhos pífios,
que, como tais,
servem a uma sociedade onde
o belo torna-se exótico,
o exótico, feio,
o feio, padrão,
o padrão, belo.
Uma sociedade baseada na liberdade de escolha é melhor do que uma sociedade baseada no socialismo e na coerção.
Vivemos numa sociedade do espetáculo dos horrores, e que todos os dias procuram esfolar alguém ou alguns pelo cancelamento, é o momento onde às almas medíocres e frustradas vomitam toda as suas infelicidades e desencantos. Não esperem flores nos lagos de lodos, pois esses só podem oferecerem a lama imunda e podre de suas pobres almas infelizes
A sociedade que separa os eruditos dos guerreiros será pensada por covardes e defendida por idiotas.
"SE VOCÊ QUER ser uma pessoa ÚTIL a você e a sociedade; OBSERVE OS DETALHES, as pessoas fazem às coisas mas não observam; isto se aplica ao trabalho, vestimento, palavras que fala, cuidado com utensílios caseiros, tratamentos em relação as pessoas, aos negócios, estudos carros entre outros. Pense nisto, vai notar a diferença na sua vida"
Podemos descobrir quem realmente somos e não o que a sociedade nos faz acreditar que somos.Sempre ouço pessoas falando sobre a importância de ter uma diversidade de pessoas e idéias na terra, mas como podemos ter a verdadeira diversidade se não somos capazes de descobrir o eu natural, livre da sociedade?A natureza não é apenas a janela para nossa história, mas também para o centro de nossa existência.A natureza oferece perspectiva às pessoas e ao nosso lugar neste mundo.
Estamos numa sociedade, onde a classe dominada oprime os mais fracos da mesma, enquanto que a classe dominante aproveita para chegar ao poder e pilhar tudo que é do povo, através da estúpidez dos mais fortes (chefes) da classe dominada.
Aquele que se utiliza de sua sabedoria para apontar os escândalos nocivos à sociedade pode sofrer perseguições de toda sorte e ser rotulado de aparecido, mas a sua dignidade é perene.
Na sociedade culta e civilizada a acumulação primitiva de capital gerou a Revolução Industrial; transfigurando-se em acumulação capitalista.
ESCRAVO DO AMOR
Somos prisioneiros dos pensamentos
Agimos por impulso pelas regras da sociedade
Vestimos uma carapaça que não é nossa
Nos bloqueando a liberdade.
Nesse mundo hostil
Onde o que outros podem pensar
Somos escravos dos nossos desejos
Bloqueando talvez o que seria sensato.
Eu sei, o sol brilha para todos,
Porem de forma diferente
Um grande amor não se acaba
Ele pode adormecer.
Assim como o pôr do sol
Só terá sua beleza
Com a ausência de nuvens
E um olhar diferente.
O oceano é belo e majestoso
Com raios solares ou ao luar
O meu amor é indescritível
Por ele sofro sem querer.
Ultimamente o ser humano tem se tornado um escravo da sociedade de consumo, associando seu grau de felicidade aos seus bens materiais, por isso que nunca estão satisfeitos com suas vidas. A razão é que simplesmente nenhum aspecto externo é o suficiente: nem o dinheiro, nem o sucesso, nem o poder, nem a família, nem mesmo o fato de ser amado por fulano ou beltrano. Questione a si mesmo, você tem amor a sua vida? Eu estou dizendo “amor à vida”, estando feliz ou infeliz, e não à felicidade, pois qualquer um é capaz de amar a felicidade. Mas se é a felicidade que você ama, você só estará contente com a vida apenas quando estiver feliz, e quanto mais você for, maior será seu medo de não o ser mais. Assim como nos relacionamentos: As pessoas cometem o erro fútil de atribuir o grau de relevância apenas pelo que o outro é capaz de proporcionar a elas e não pelo que elas são, ignorando características e fatores que podem ser decisivos pra uma relação de sucesso. Escolhem seus parceiros baseados nos seus sentimentos e atributos superficiais, e quando começam a surgir os conflitos e diferenças entre si, sofrem por não terem suprido suas expectativas, até findarem. Esquecem que o amor é, na verdade, uma decisão moral, e que o desenvolvemos na medida que nos dedicamos e imergimos nele. Caso contrário, o amor como conhecemos é puro egoísmo. Amaríamos as pessoas apenas pelo simples fato de retribuição ou enquanto estes satisfazem nossas vontades. E amaríamos a vida somente por desfrutarmos de algumas alegrias, nos distanciando, então, completamente da felicidade.
PATERNALISMO DO ESTADO -- O paternalismo do estado cria uma sociedade dependente e por vezes preguiçosa, um mal para o estado que precisa prover e para a sociedade que cria uma classe dependente de ajuda. Melhor é deixar cada um buscar o seu pão de cada dia, mesmo que isso lhe cause sacrifício"
