Sociedade
Esta não é uma simples reforma. É realmente uma revolução. Sexo e raça são fáceis e visíveis diferenças que têm sido as principais maneiras de organizar os seres humanos em grupos superiores e inferiores e para o trabalho barato que este sistema ainda depende. Estamos falando de uma sociedade em que não haverá papéis diferentes dos escolhidos ou merecidos. Nós estamos realmente falando de humanismo.
A mentira é uma maneira vulgar e desprezível de controlar a outra pessoa. Você fica vendo a outra pessoa agir com base em informações incompletas. Em outras palavras, se humilhando. A mentira é tão comum, no entanto, quando você é a vítima dela, é uma coisa espantosa.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Por que damos ouvidos a fofocas? Porque é muito mais fácil, além de ser muito mais prazeroso, identificar e classificar os erros dos outros do que reconhecer nossos próprios erros.
O brasileiro definido como inferior, como guiado por emoções e inclinado à corrupção, é puro complexo de vira-latas. Não existe nem sequer o brasileiro em geral, já que cada classe tem tipos muito próprios. Não somos culturalmente piores ou melhores que ninguém.
As pessoas não querem suas vidas consertadas. Ninguém quer os seus problemas resolvidos. Seus dramas, suas distrações. Suas histórias solucionadas. Suas confusões arrumadas. O que sobraria depois? Apenas a grande e assustadora incógnita.
Nunca houve uma só guerra que não tenha sido travada entre dois grupos inteiramente convictos de que estão fazendo o que é certo.
Se um simples bom dia acompanhado de um sorriso já transforma um ambiente, sem dúvida, ao encontrarmos “O Nosso Melhor Eu”, estaremos modificando a sociedade para melhor.
Nós somos Sol e Lua, querido amigo, nós somos o mar e a terra. Não é o nosso propósito o de nos tornarmos um ao outro, mas sim o de reconhecer um ao outro, aprender a ver o outro e homenageá-lo pelo que ele é: cada um é o oposto e o complemento.
Éramos as pessoas que não estavam nos jornais. Vivíamos nos espaços brancos não preenchidos nas margens da matéria impressa. Isso nos dava mais liberdade. Vivíamos nas lacunas entre as matérias.
Temos de corrigir as nossas almas. Nossas almas estão despedaçadas nesta nação. Nós perdemos nosso rumo. E isso começa com a inspiração. Começa com a liderança.
Eu acredito que cada um de nós, não importa nossa idade ou jornada, cada um de nós tem algo a contribuir para a vida desta nação.
É importante lembrar a essas garotas o quão valiosas elas são. Eu quero fazê-las entender que uma sociedade é medida pela forma como suas mulheres e meninas são tratadas.
