Sociedade
O capitalismo, em termos filosóficos, se acopla ao dado humano mais fundamental que é a ganância e consegue engolir todas as bandeiras.
Em tempos, os homens entregavam o pensamento às máquinas, na esperança de que isso os libertasse. Mas só permitiu que outros homens com máquinas os escravizassem.
Até que estejamos educando todas as crianças de uma forma fantástica, até que todas as cidades sejam limpas, não há falta de coisas para fazer.
Temos que encontrar uma maneira de fazer com que os aspectos do capitalismo que servem às pessoas mais ricas também sirvam às pessoas mais pobres.
Quão terrivelmente triste é que as pessoas sejam feitas de maneira a se acostumarem a algo tão extraordinário quanto viver.
O Homem nasce bom e mal em sua essência. Um equilíbrio dinâmico e equidistante, que se altera conforme a sociedade, ao seu redor, o conduz.
Nossas escolhas individuais se combinam e se tornam nossa realidade coletiva — e isso é o que torna as descobertas tão excitantes e assustadoras.
A gente é feliz, representa uma espécie de ameaça para os outros, como se estivéssemos dizendo que somos mais competentes do que eles em matéria de construir felicidade.
A elite não odeia os pobres, ela tem uma indiferença blasé, quer o dinheiro dela e pronto. Mas uma parte da classe média tem, sim, uma relação de ódio com o pobre.
Os batalhadores, em sua esmagadora maioria, precisam começar a trabalhar cedo e estudam em escolas públicas de baixa qualidade. Eles compensam a falta do capital cultural e econômico com esforço pessoal, dupla jornada e aceitação de todo tipo de superexploração da mão de obra.
Um profeta não é alguém com visões especiais, apenas alguém cego para a maior parte das coisas que os outros vêem.
