Sociedade
"Não ser útil a sociedade, a família, agir com desonestidade, não trabalhar, não estudar, se dedicar ao vício, podendo realizar coisas boas, não merece nenhum mérito'
"Para você arrumar um TRABALHO a sociedade e você precisam saber o que você sabe fazer (especialização), não adianta apenas o diploma ou desejo de trabalhar; a EXPERIÊNCIA é importante. Conjugar a TEORIA E A PRATICA É INDISPENSÁVEL. Se alguém te perguntar o que você faz e você tiver dúvida, lembre-se: VAI TER PROBLEMA PARA ARRUMAR UM TRABALHO"
"O único culpado pelo teu insucesso na vida é você. Não culpe o governo, a sociedade ou a sua família. Para encontrar o culpado, olhe no espelho, o mundo oferece oportunidade, não se omita"
"Se não temos país carinhosos não é motivo para não sermos pessoas úteis a sociedade, pelo contrário é mais um motivo para lutarmos e superar esta deficiência em nossas vidas"
PATERNALISMO DO ESTADO -- O paternalismo do estado cria uma sociedade dependente e por vezes preguiçosa, um mal para o estado que precisa prover e para a sociedade que cria uma classe dependente de ajuda. Melhor é deixar cada um buscar o seu pão de cada dia, mesmo que isso lhe cause sacrifício"
Crescer num espaço que respeite as diferenças é fundamental para uma sociedade mais tolerante mais harmoniosa e amorosa! E que preza pelo bem estar de seus indivíduos!
“A unidade familiar desempenha um papel crítico em nossa sociedade e no treinamento da geração por vir."
Eu sou o que sou, pelo que eu sou e não pelo que a sociedade impõe ou o capitalismo queira que eu seja.
A decadência de uma sociedade começa quando há desrespeito com o semelhante e quando não há uma educação sólida.
A INFLUÊNCIA DA SOCIEDADE SOBRE O INDIVÍDUO
Embora a sociedade tenha uma grande influência sobre o pensamento e o comportamento do ser humano, a consciência sobre os fatos do “certo ou do errado” ainda nos mostra o quanto estamos cientes de toda a situação. O indivíduo que se deixa levar por influências, está dando margens para que toda sua vida seja controlada e dirigida por outras pessoas e não por ele.
Thiago de Mello, Doutor em Ciências Sociais diz que: a visão dicotômica entre indivíduo e sociedade surgiu em um crescente processo de industrialização no início do século XVIII em diante e levou a surgimento de sérios problemas sociais. Essas transformações aconteceram pela transição de um ambiente rural, para um ambiente urbano e industrializado.
Estamos vivendo um período em que a maioria dos indivíduos estão sendo arrastados por uma onda gigantesca e não conseguimos ainda digerir toda essa situação. A mente humana está enfraquecida e não estamos conseguindo elevar a nossa consciência. A era das máquinas está no auge e no controle da nossa vida. Não conseguimos mais sobreviver sem que não nos apoiemos em alguém ou em alguma coisa. Viramos indivíduos deficientes. Usamos uma bengala invisível e nem nos demos conta ainda da situação.
O universo tenta nos ensinar a lição de casa todos os dias, porém, estamos alheios aos acontecimentos. Com isto, seremos uma civilização extinta do planeta sem ao menos deixarmos nenhum vestígio. Apenas a destruição do próprio ser humano e do planeta.
O homem não nasce mau,nem é corrompido pela sociedade,ele apenas aprende a se adaptar com as maldades existentes nos meios sociais que vive
As Cotas raciais são não-inclusivas, no instante que não respeita a parcela da sociedade que, não sendo negra, mas possuindo condições degradantes que, em todas as nuances da vida, não lhes permitem a dita inclusão social...
Ser negro hoje é orgulho para quem respeita a história de superação, e vergonha para quem usa o passado como muletas para viver às sombras daqueles que de fato construíram a estrada tanto para os negros como para as demais raças.
O Respeito devido não está na vitimização do negro moderno, mas, em acabar com as CASTAS SOCIAIS, que não escolhe raça, apenas se perpétua no orgulho e demagogia de membros desta sociedade como você!
Baixe o chicote erguido em forma de regras, dizendo como, com quem e o que o preto deve ou não deve ser, estar ou fazer, se vestir ou o que ouvir, sempre em conformidade com a interpretação do não negro sobre a atual realidade vivida pelos descendentes das senzalas.
