Sobrevivência
O dinheiro é algo necessário para a sobrevivência humana. Mas ele nunca vai comprar o amor verdadeiro. Você pode até comprar uma companhia, mas carros caros e celulares de luxo não te farão uma pessoa rica de amor. Muito pelo contrário pessoas interesseiras irão se aproximar de você e irá construir relações rasas com pessoas frias e vazias. Animais domésticos não são dotados de grandes fortunas, mas conseguem transmitir mais amor do que certas pessoas. Quem consegue beijar os olhos de alguém e mergulhar fundo dentro de uma alma irá descobrir o verdadeiro sentido de amar.
Tudo que não recebe determinado estimulo para sobrevivência, é destruído, seja dentro ou fora de nós; eis a origem de início e fim.
Momentos de trégua, misericórdia e união em assuntos comuns para a sobrevivência de todos são necessários para um futuro equilibrado.
Esse espírito de provocação constante afasta o debate do que é essencial para a sobrevivência comum e deseduca a sociedade. Se nada mudar neste sentido não vejo um futuro bom para todos nós. Vamos colocar os pés no chão e nos cuidar.
Convergir sobre o quê é importante para a sobrevivência comum e parar de cultuar pessoas com comportamento problemático seria um grande recomeço para o todo o país.
Entendo que governantes fazem coisas por sobrevivência política, mas quando chamo um governante de criminoso é porque não há mais nenhuma salvação para ele.
Deixaram entrar alguns
itens de sobrevivência
e dignidade ali entrar,
Correto seria mesmo
de uma vez por todas
é deixar o General sair,
Porque ali nem deveriam
ter permitido ele ficar.
[Liberdade! Liberdade!
Liberdade doce liberdade
Onde é que você está?]
O General é inocente,
e ninguém mais o viu
de fato pessoalmente;
Ninguém faz sequer idéia
há mais de sete meses
como na verdade ele está.
[Liberdade! Liberdade!
Liberdade doce liberdade
Onde é que você está?]
Difícil situação para
quem tem o dever
de zelar pela vida
do General e da tropa
onde faltam muitas
coisas além da compreensão,
e sobra falta de muita justiça.
[Liberdade! Liberdade!
Liberdade doce liberdade
viver sem o direito de ter não dá!]
O olhar, a palavra, o tom
e até mesmo a respiração
do desdém eu conheço,
Mas por sobrevivência
escolhi fingir que não vejo,
porque nada irá fazer
esquecer do que mereço.
No meu peito plantei
um paraíso edênico
que em setembro
colho até Tarumã-bori,
Daquilo o quê observo
de uns não carrego.
O melhor comigo levo,
o quê quero e não quero,
sem deixar nada para trás,
o importante é caminhar
com o melhor e em paz.
Nós seremos um ecossistema em miniatura... Seja qual for o sistema que um animal escolha para sobreviver, deve basear-se num padrão de comunidades interligadas, interdependentes, trabalhando juntas para o objetivo comum que é o sistema.
Quando plantamos uma árvore não significa que somos adoradores de plantas, significa que estamos preocupados com nossa sobrevivência.
O pobre é conservador não por ser menos estudado, mas porque pra ele os valores conservadores são uma questão de sobrevivência básica.
Pausa para decodificar as incoerências deste mundo!
Quando comecei a entender a vida, percebi que ela não era do tamanho dos meus sonhos. Ela é bem maior do que eu poderia imaginar. Então, numa tentativa de acompanhar tal grandeza, resolvi amadurecer antes da hora. Aí, passei a conviver mais com as lágrimas do que com os sorrisos. Vi a luta diária da sobrevivência e a crueldade da ganância. Enxerguei o que os meus olhos doces e infantis jamais suporiam enxergar: homens que matam homens, não se dando conta de que eles também são uns simples (e reles) mortais. Cresci e senti a liberdade distorcida, onde sabotam os direitos das pessoas de ir e vir sem medo. Ouvi a estupidez da mentira e o silêncio da justiça. Presenciei a desordem das relações e os gritos de paz que nunca fizeram jus aos corações; pondo em xeque-mate a vida dos inocentes... Pausa para decodificar as incoerências deste mundo! Saí do casulo materno e entrei no ninho das cobras, revestidos de humanos. Sem volta, tenho que seguir em frente, em busca dos sentidos, na procura do que faz a minha alma acreditar que os povos se unirão, que a confraternização dominará a rivalidade, que a guerra não mais será a pauta do dia. Diante dos fatos tristes e doídos, tento regressar à época de criança, novamente. E o tempo me fala que não será mais possível, porque foram momentos que se apagaram, nas durezas das pedras intransponíveis que encontramos pelos caminhos, no podre amadurecimento das frutas amargas e das flores com espinho.
Ele é o amor da sua vida, mas ele não sabe disso.
Ela é o seu único sacrifício em uma vida de sobrevivência.
Ele é danificado e selvagem, mas resiliente.
Ela sempre foi obediente; agora ela está inquieta.
Juntem-se a nós ou morram sozinhos. Lembrem-se: ninguém aqui pediu isso, mas, lutando juntos, vamos sobreviver.
