Sobrevive Amor Acima de tudo
So Deus Sabe,
que por ti faria tudo
que busco tudo pra ve-la sorrir
que por ti eu corri
por ti eu cai
mas nunca deixei de lutar
So Deus Sabe,
Apenas ele vê o meu sentimento
por você
Mas sei que podes sentir dentro de ti
que te amo...
sem acreditar eu deixei voce partir
e agora o dor que sinto
não passará facilmente
por que isso
So Deus Sabe...
Tudo começa pelos olhos, que quando se percebe sua intencidade e leves momentos em todo um espaço..
Todo o seu desejo é levemente fazendo um desenho em seu sorriso, elevando um lado dos lábios um pouco mais acima.
Sua respiração e incômodo, indecisão se espera ou ataca.
Seus pequenos gestos incontroláveis de prazer, com 30% anjo e 20% maldosa.
Com toda a sua orquestra em uma só sintonia quando caminha.
Não basta toda essa beleza exterior, tem que saber atingir todos os sentidos que há dentro do outro..
Não basta apenas o coração bater forte, tem que ser exposto pelo corpo em forma se suor...
Fim de ano é sempre assim, a gente para e revê tudo o que foi feito,tudo que foi dito e agradece,sim,por estar vivo. Meticulosamente fazemos a limpeza da alma, do coração, de tudo...só aí a gente pode parar pra pensar em quem (e no que) a gente quer levar pro próximo ano.
Ando pelas ruas da vida procurando.
Atendo a tudo que possa me interessar.
Tal qual um colecionador...
Olho, vejo, sinto e pego.
Pego para mim:
Promessas e dissabores.
Amores e sorrisos.
Cores e decepções.
Lágrimas e abraços.
Saudades e orgasmos.
Alegrias e paixões.
Lembranças e beijos.
Alguns itens são compulsórios, aceito! São meus!
Guardo todos em lugares especiais.
Pequenos pedacinhos, doses na medida certa.
Doses de puro sentimento.
Vezes busco um ou dois... Desfruto.
Compartilho outros tantos.
E assim caminho: busco, cato, sinto, divido e vivo.
E morro.
Sem nada levar, pois um pouco de mim ficou no caminho.
A cada pessoa, a cada momento, a cada situação: um pedacinho deixei.
E essa será minha herança, esse será o meu legado.
Amar'é
Oscilando pelos mares e alastrando-se pelos céus,
E então esmagando tudo que encontra com ondas revoltadas
cheias de vontade de beber do mais doce sangue
Ou talvez apenas mergulhar intensamente naquilo que é.
Rasgando as terras e mares.
Acompanhando as marés.
Quem sabe o quanto correr,
Escapar ou talvez não conseguir ver.
Mas, não há como escapar
Acompanhar ou rebater
Medos que desencorajam multidões
Pessoas gritando com medo da vida.
Como uma onda unicamente branca que leva ao delírio
E deixa com vontade de nem ao menos ter existido
Sede, é o que sinto.
Verdade, viver é desagradável quando não se tem aquilo que quer.
Mas, a dor é aquilo que prevalece.
E cresce, conforme se alimenta de ódio
e da própria angústia.
Da perda de algo que ainda nem tivemos
Ou do medo de não pertencer a lugar algum.
... preso a tudo, amarrada a um nó de fato, logo a baixo da garganta. Pronta para explodir. Criando pressão e perguntas sem respostas. Mais um dia. Mais uma dose de esperança. Mais uma vontade grande de encontrar.
A definição de tempo e espaço é tão abstrata quanto tudo o que sabemos sobre sentir e fazer sentido em uma evolução desconhecida por nós. Chamamos de vida, existência, plano ou o que for, o fato é que gastamos mais de três quartos disso apagando o básico e essencial, queremos amadurecer, ser adultos, ter coisas e parecer ser alguém para alguém que nem sabemos direito talvez nos ver...não acredito em uma sociedade plenamente intelectualizada, mas posso imaginar pessoas com compreensão de existência evolutiva sem maiores por menores.
