Sobrevive Amor Acima de tudo

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Ninguém aprende na calmaria. A calmaria é só o prêmio.
Foi a turbulência que te ensinou a segurar o leme. Que te mostrou quem fica no barco quando balança.
Agora você sabe:
Na turbulência a gente descobre.
Na calmaria a gente segue.
E cada um com seu destino, mas o seu barco, continua a flutuar no Rio Verdão. Firme. Cortando água mansa, porque já aguentou água brava.
(Saul Beleza)

A Seu Gosto.
Você chegou, como chega a primavera, em um dia cheio de luz, me fez
feliz e me fez sentir criança de rir e brincar, me fez dançar, me fez ver
esperança nos raios do sol, me fez ver alegria no trabalho, pelo simples
desejo de estar on line contigo. Me fez enxergar muitas coisas que por
medo meu, estava turvo em meus olhos, e trouxe-me uma coisa gostosa:
Ser desejado e desejar-te.
(Saul Beieza)

Graças dou vida por te me trazido até aqui,
e graças darei se ela me levar mais adiante.
Não reclamo do caminho,
agradeço o chão.
Mesmo com espinho,
mesmo com portas fechada,
cheguei até aqui.
O canarinho não pergunta
quantos quilômetros voou,
só agradece o vento
que ainda sopra debaixo da asa.
Se a vida trouxer mais estrada,
vou com ela.
Se trouxer descanso,
fico também.
Gratidão de ida e de volta.
É assim que eu homem do interior
rezo sem precisar de igreja.
(Saul Beleza)

Eu só queria tocar seu rosto mais uma vez,
tocar com leveza,
como quem toca uma lembrança pra ver se ela ainda existe,
e sentir teu perfume,
aquele que ficou no travesseiro depois que você partiu,
e depois partir.
Partir eu, porque você já partiu há tanto tempo.
Partir sem barulho,
sem prometer volta,
sem deixar bilhete na geladeira.
Só o toque.
Só o perfume.
Só o último olhar antes de olvidar-te.
(Saul Beleza)

Na verdade estivemos juntos a última vez
e eu nem sabia.
Te beijei pela última vez,
com a pressa de quem vai voltar,
te abracei pela última vez,
com a força de quem fica,
te quis pela última vez
como se houvesse próxima vez.
Discutimos pela última vez,
por besteira, por ciúme, por medo,
e eu juro que discutiria de novo,
só pra ouvir tua voz mais um pouco.
Foi estranho.
Não teve trilha sonora,
não teve chuva na janela,
não teve aquele aviso que os filmes dão.
Só teve nós dois,
e um abraço que não sabia que era despedida.
Pela primeira vez,
foi a nossa última vez.
E eu ainda estou aqui,
tentando aprender
a te desabraçar.
(Saul Beleza)

⁠Do latim proba, de probare (demonstrar, reconhecer, formar juízo de valor, entende-se, assim, no sentido jurídico, a demonstração, que se faz, pelos meios legais, da existência ou veracidade de um fato material ou de um ato jurídico, em virtude da qual se conclui pela existência do fato ou do ato demonstrado.
A prova consiste, pois, na demonstração da existência ou da veracidade daquilo que se alega como fundamento do direito que se defende ou que se contesta.
E, nesta razão, no sentido processual, designa também os meios, indicados em lei, para realização dessa demonstração, isto é, a soma de meios para constituição da própria prova, ou seja, para conclusão ou produção da certeza.
A prova pode fundar-se na afirmação ou na negação de fatos, sobre que se pretende tenha nascido ou originado direito. Assim, orienta-se na afirmação positiva ou na afirmação negativa do fato contestado, de cuja demonstração decorrerá a certeza da afirmação.
A prova, por isso, constitui, em matéria processual, a própria alma do processo ou a luz, que vem esclarecer a dúvida a respeito dos direitos disputados.
Mas, tomada num duplo sentido, objetivo e subjetivo, não se mostra somente a demonstração material, revelada pelo conjunto de meios utilizados para a demonstração da existência dos fatos (sentido objetivo), como também a própria certeza ou convicção a respeito da veracidade da afirmação feita (sentido subjetivo).
E, assim sendo, juridicamente compreendida, a prova é a própria convicção acerca da existência dos fatos alegados, nos quais se fundam os próprios direitos, objetos da discussão ou do litígio.
Em consequência, somente há prova quando, pela demonstração, se produz uma luz suficiente para achar a verdade, ou quando os elementos componentes da demonstração estabeleceram uma força suficiente para produzir a certeza ou convicção.
A força da prova objetiva ou da prova material produzindo a prova subjetiva ou convicção, é que forma integralmente a prova jurídica, gerando os efeitos pretendidos, isto é, os de estabelecer uma demonstração inequívoca acerca dos fatos alegados ou afirmados.
Nesta acepção, incluem-se, especialmente, as provas propriamente ditas, decorrentes da materialidade de fatos, de que se formou a certeza. São as provas diretas, preparadas pelos próprios interessados ou demonstradas por eles, no que diferem das provas indiretas, constituídas pelos indícios e presunções.

"NADA É PARA SEMPRE, NEM MESMO O NOSSO SOFRIMENTO"
"A DOR PODE DURAR UMA NOITE, MAS A ALEGRIA VEM PELO AMANHÃ".Ademar de Borba

Entre A ou B, eu fico com a generosidade das crianças, a sensatez dos animais e a beleza das plantas. Porque, muitas vezes, a verdadeira sabedoria está na simplicidade da vida.
-Aldemi Escobar de Matos

"COM ESTÁ FRASE APAZIGUEI O CORAÇÃO DE UM APAIXONADO: ENCONTREI (DE MADRUGADA), DOIS JOVENS DISCUTINDO NA BOATE DA BARRA DA TIJUCA, UM DELES ENTROU NO TAXI CHORANDO E PEDIU PARA LEVAR EM COPACABANA, PERGUNTEI O QUE HOUVE? O QUE ELE ME RESPONDEU! ACABEI DE BRIGAR COM O MEU NAMORADO (HOMEM). EU DISSE, FIQUE CALMO: "A DOR PODE DURAR UMA NOITE, MAS A ALEGRIA VEM PELO AMANHÃ" PARECE QUE RECEBEU UMA ANESTESIA NO CORAÇÃO. CESSOU O CHORO. Ademar de Borba

Jogar Conversa Fora ( Ou? )

Gosto De Pôr Para Fora O Que Sinto Em Minha Vasta Alma, Através Das Palavras, Por Meio Das Letras ; Sem Me Importar Se Essas Palavras Jamais Serão Lidas Ou Comentadas, O Que Me Importa É O Prazer Desse Momento, É O Que Sinto Ao Escrevê-las, Isso Me Dá Pleno Prazer Alimentando Minha Alma Transbordando Meu CoraÇão..., As Coisas Que Escrevo São Apenas Meus Pensamentos Vestindo Bellas Palavras.

A Minha Boca Fala Do Que Está Cheio O Meu CoraÇão
!!!
( Ser Poeta É Falar Com A Alma )

UM SONHO QUE TIVE EM 18/10/2026...


O Roteiro de uma Vida Inteira!!


Tive um sonho que parecia o roteiro completo de um filme. Eu era a protagonista e, ao meu lado, orbitavam dois coadjuvantes essenciais para a trama da minha juventude.


A cena começa com o tempo presente. Eu caminhava por aquela mesma rua após muitos anos, muitas décadas. Parei em frente àquela casa. Em toda a minha vida, entrei ali no máximo três vezes, mas lembro de cada detalhe com uma nitidez cirúrgica.


A primeira vez foi há mais de vinte anos. Eu estava acompanhada de um grande amigo alguém com quem, hoje em dia, ainda troco cumprimentos cordiais quando nos cruzamos. Naquela época, ele me convidou para entrar, e eu fui. Lá dentro, nos reunimos os três. E foi então que ele surgiu: o garoto do violão.


Ele tinha o sorriso mais lindo e arrebatador que já conheci. Lembro do seu jeito gentil, dos pés levemente levantados nas pontinhas, apoiados atrás das pernas da cadeira onde se sentava. Ele arranhava algumas notas no violão e cantava uma música qualquer. Eu não conseguia prestar atenção na letra; estava perdida em tudo o que ele significava naquele instante. Fiquei apenas admirando seu rosto, seus olhos, e aquela pequena marca no lado direito, logo abaixo do olho. Seus lábios não eram carnosos, mas ganhavam vida em um sorriso perfeito que encontrava o meu olhar enquanto cantava. Eu me perdia naquele encanto, contemplando-o sem nenhuma expectativa, sem projetar o futuro, embora alguns beijos casuais já tivessem acontecido entre nós no passado.


A surpresa veio na hora de ir embora. Eu estava com nosso amigo em comum que na narrativa real chamarei de TJ, ou Thomas. Confesso que eu e TJ tínhamos uma amizade colorida. Era o tipo de cumplicidade que nos fazia trocar abraços apertados e beijos escondidos em alguma esquina escura, sempre depois das onze da noite, quando voltávamos da casa de umas amigas. Nós nos curtíamos, mas sem cobranças ou rótulos; tínhamos uma química leve. Eu não sabia se ele alimentava sentimentos mais profundos por mim, mas a verdade é que meu coração já pertencia àquele menino do violão. Não era um sentimento recente, eu apenas não conseguia enxergar como ou quando ficaríamos juntos. Deixei que o tempo respondesse.


TJ era meu confidente. Conversávamos sobre tudo. Ficamos algumas vezes, até que aquele garoto loiro que um dia, numa fila de escola, havia marcado meu coração reapareceu na cidade. E ali estávamos nós na casa dele. Ele na minha frente, com o cabelo loiro na altura dos ombros preso em um pequeno coque que o deixava incrivelmente charmoso. Ele transbordava carisma, era popular na cidade e todas as meninas o queriam. Eu sentia que nem tinha como competir.


Ao longo daquela época, visitei o quarto de TJ apenas três vezes. Lembro do computador instalado na parede ao lado da porta, da cama de solteiro encostada e da cadeira de escritório. Na primeira vez em que ficamos completamente sozinhos ali, sentei-me tímida, envergonhada pela presença dos pais dele na casa. TJ deitou-se na cama e eu permaneci de pé ao lado. Foi quando ele soltou no ar: "Já pensou, Aline... e se um dia a gente se casasse?". Eu, que guardava meu amor pelo garoto do violão, desconversei imediatamente: "Eu, hein? Tá doido?", e saí dali rindo.


Em uma segunda visita, fui acompanhada de uma colega, a Alice. Ela resolveu o que precisava e foi embora, mas eu acabei ficando para conversar. Naquele dia, porém, eu já não tinha intenção alguma de beijá-lo. Olhei para a tela do computador ligado e vi dezenas de coleções de fotos de uma amiga nossa. TJ estava completamente apaixonado por ela, mas o sentimento não era recíproco; ela o achava feio, algo que, por óbvio, guardei para mim. Aquela foi a última vez que entrei no território dele. Nunca contei à nossa amiga o que vi naquele monitor. Mantive silêncio absoluto, e nossos beijos de esquina cessaram para sempre. Passamos a ser apenas conversas jogadas fora em um grupo de amigos que se reunia, ironicamente, bem em frente à casa da garota que ele amava. Sabendo que ele não teria chance com ela, decidi intervir e perguntei à irmã dela se gostaria de ficar com TJ. Ela aceitou, e o romance deles aconteceu. Pouco depois, comecei a me afastar do grupo por conta de uma mudança de cidade, deixando para trás a saudade de todos eles.


Mas voltando à cena daquela tarde com o garoto do violão: quando eu e Thomas nos despedíamos dele para ir embora, veio a reviravolta. Ele olhou para Thomas e disse, com firmeza, que ele poderia ir sozinho, pois ele mesmo faria questão de me levar até o meu destino. Um sorriso involuntário brotou em meu rosto. Pude notar um lampejo de tristeza nos olhos de Thomas por ter que retornar solteiro, mas eu não perderia aquela oportunidade. Aceitei. Ele ligou a moto e partimos juntos rumo ao desconhecido. Não me lembro para onde fomos, mas aquele foi o início de uma jornada que eu não sabia onde daria.
Até aqui, cada linha desta história foi a mais pura realidade. Mas agora preciso contar o que o sonho fez com o roteiro.
No universo do sonho, muitos anos haviam se passado desde a última vez que nos vimos. Ao caminhar em frente à casa dos pais dele, notei um veículo do Exército estacionado, um jipe conversível verde-oliva. Cheguei a memorizar a placa para pesquisar mais tarde. De repente, a porta da varanda se abriu e ele surgiu.


Mas não era o mesmo rapaz. Não havia um único traço do jovem carismático de outrora. Fiquei em choque, me perguntando se aquele homem era realmente ele. A instituição militar parecia ter destruído tudo o que ele tinha de melhor. A doçura e a gentileza haviam evaporado. Em seu lugar, vi um homem obeso, careca, sem os dentes da frente e com um comportamento hostil. Passamos a tarde inteira conversando, e percebi que ele havia se transformado em um homem arrogante e rude. Um completo babaca.


Passado o impacto daquela tarde incômoda, o sonho encontrou o seu desfecho. Eu acordei e estava de volta à realidade, ao lado do meu esposo.
No sonho não aconteceu absolutamente nada físico; fomos apenas duas pessoas conversando. Mas a experiência serviu como uma poderosa metáfora do subconsciente. O tempo transforma tudo: altera aparências, molda personalidades e reconstrói as nossas perspectivas sobre quem um dia amamos. Aquela idealização da juventude já não existe mais, e se nos cruzássemos hoje na rua, seríamos completos estranhos.


Sei que na vida real ele não se tornou aquele homem do sonho, e honestamente desejo que ele seja tão realizado, e feliz quanto eu sou. Mas a maior revelação desse roteiro noturno aconteceu quando despertei e olhei para o homem lindo e incrível com quem sou casada hoje.
Percebi que todo aquele amor que cultivei no passado não foi perdido; ele foi reciclado, amadurecido e hoje pertence, por inteiro, ao meu amor do presente. Eu construí uma história real e sólida. O passado só precisou visitar o meu sonho para me provar que não deixei nada para trás. Eu vivi, eu sonhei e, acima de tudo, eu agradeço.

Lá estava ele, o menino do violão,
Com o dom de prender minha inteira atenção.
Os pés levantados, na ponta, a apoiar,
O charme do coque, os ombros a emoldurar.
Cantava uma letra que eu nem escutei,
Pois no brilho dos olhos dele me perdi e me achei.
O sinal no seu rosto, bem perto do olhar,
O sorriso perfeito que me via admirar.
Sem pressa ou cobrança, sem plano ou porquê, em um dia, há muitos anos atrás, ele me fez viver,
os melhores dias que eu nunca irei esquecer

Até aqui, a verdade moldou a memória,
Mas o sono, à noite, inventou outra história.
No palco do sonho, vi o jipe militar,
E um homem ranzinza na porta a acenar.
Sem dentes, careca, tão rude e obeso,
O doce rapaz parecia indefeso
Diante de um tempo que o transformou,
E o carisma de outrora o vento levou.

doí


doí te amar e não poder falar, fico me pensando quando vamos ter nossos dias de luta dias de gloria dias de tristeza e dias de felicidade e quando a gente vai andar pela cidade!

⁠"Ninguém é mais forte ou mais perigoso do que um homem capaz de controlar suas emoções e lembrar de seu passado. Use como combustível, como munição, como tinta para escrever a carta mais importante da sua vida"

Nenhuma casa, aberta ou fechada, consegue conter a paz que sinto sob o céu aberto. Sou do campo, do vento e da floresta; é ali que minha alma respira livre.

Quanto mais cavamos em busca de respostas, mais profundo fica o poço da nossa ignorância.

Só com maturidade,
Se reconhece um legado.

Filho do Vento, do Sol e da Brisa, prefiro o horizonte de um planalto verdejante ao teto de qualquer morada. Minha felicidade é o céu aberto.

Quem tem uma amiga nunca está só, obrigada!