Sobrevive Amor Acima de tudo
"Essa pessoa é muito bem humorada".
Pra não perder de vista, Anota aí:
Pessoas que tiveram uma infância muito difícil.
Muitas dessas pessoas, para deixarem de lado sua triste realidade.
Essas pessoas encontraram seu subterfúgio no humor.
Exemplo de Hipocrisia.
Tantos pecados seus pra você se arrepender deles aos pés de Jesus.
E você aí, que além de não perdoar, só fica observando os pecados dos seus semelhantes.
Tem dias que realmente eu tô feliz, mas lá no fundo tenho aquela sensação de como se estivesse em um pacote de biscoito...
Todo quebrado!
"NA CAMINHADA DE SOLIDARIEDADE, DISTRIBUINDO CAFÉ E PÃO AOS MORADORES DE RUA, ENCONTRAMOS MUITOS NOVOS VELHOS, E NENHUM VELHO MOÇO, EM VIRTUDE DAS RUGAS DO SOFRIMENTO NA FACE" Ademar de Borba
"É FÁCIL AMARMOS QUEM ESTÁ LONGE; MAS NEM SEMPRE É FÁCIL AMARMOS QUEM ESTÁ AO NOSSO LADO" Ademar de Borba
"PODEMOS CARREGAR POUCAS PESSOAS POR POUCO TEMPO, MAS NÃO MUITAS PESSOAS POR MUITO TEMPO, PORQUE PODEMOS TOMBAR NA CAMINHADA" Ademar de Borba
Cemitério é um campo sagrado e santo, nele não há acepção de pessoas, portanto, viva intensamente, mas não perca a essência, afi-
nal estamos, nada somos.
Os deveres dos pais em relação aos filhos estão inscritos na consciência. Evidentemente as técnicas psicológicas e a metodologia da educação tornam-se fatores nobres para o êxito desse cometimento. Entretanto, o amor - que tem escasseado nos processos modernos da educação com lamentáveis resultados - possui os elementos essenciais para o feliz desiderato. No compromisso do amor estão evidentes o companheirismo, o diálogo franco, a solidariedade, a indulgência e a energia moral de que necessitam os filhos, no longo processo da aquisição dos valores éticos, espirituais, intelectuais e sociais.
A política brasileira é um grande circo, cujo papel de palhaço é reservado para o trabalhador brasileiro.
Hoje eu consegui me olhar,
e enfim, eu me vi.
E dentro desse meu ver,
vi teu olhar me acenando.
Olhos de saudade,
calmos, fundos,
e as meninas dos teus olhos
bailando só pra me chamar atencão.
Não era mais espelho,
era encontro.
Eu me olhando,
e você morando no meu olhar.
(Saul Beleza,)
A realidade é um espelho,
e nele eu me vi inteiro:
você desconta em mim
a saudade que sente dele.
Eu detesto esse instante
em que seu olhar atravessa o meu
procurando outro rosto.
Acho que sou remédio
para tua memória.
Você me toma quando a falta aperta,
mas não é a mim que você quer curar.
(Saul Beleza)
*Dilurido de dor*
A vida é um ispêio truviscado, visse?
E eu tô aqui, dilurido, com o peito rasgado,
que ocê pega essa saudade que é dele
e desconta todinha em cima de mim.
Dói, dói que só uma peste.
Ocê me abraça chamando outro nome
com os zóio.
Eu num sou gente pra ocê não,
sou remédio amargo,
sou chá do mato pra curar
uma dor que num é minha.
Tô loco, tô tonto, tô dilurido de dor,
bebendo tua saudade que num me pertence.
(Saul Beleza)
Eu me rendo,
não tenho renda
pra te cobrir de rendas.
Não tenho ouro, não tenho seda,
só tenho esse peito matuto
dilurido de amor.
Se eu tivesse, te vestia de renda fina,
mas como não tenho,
te cubro de ternura, carícias e
de versos e de carinho.
Que no fim, minha riqueza
é só me render pra você.
(Saul Beleza)
Não procure em mim
o que você não quer encontrar aqui.
Se quem você procura
tá por aí, nos mesmo lugar de sempre,
não me faça de ponte
pros teus pensamento longinco.
Aqui num tem aventura,
aqui é só ternura.
E essa ternura, eu sei,
é justo o que não te agrada, sou esse sentimento que você busca longe.
(Saul Beleza)
Saia da minha vida com dignidade,
e não por não saber explicar teus devaneios.
Vai limpo,
vai inteiro,
sem rastro de promessa no bolso.
Não quero saber por onde anda teu pensamento,
nem quem mora nele agora.
Se for pra sair,
sai sem fazer alarde na minha paz.
(Saul Beleza)
Se for guerra, que seja assim:
Me rende com teus beijos,
me desarma com teu cheiro,
me deixa sem defesa nenhuma
no teu abraço.
Me explode o coração,
mas de amor,
me tortura,
mas de saudade quando você não tá,
me faz rastejar,
mas pra te alcançar mais depressa.
E no fim,
suados, rindo,
a gente pede clemência um pro outro,
e assina a paz
na beira do Rio verdao.
(Saul Beleza)
Vem.
Não pra me tirar do escuro,
pra acender comigo.
Minha cama é simples,
mas tá limpa,
tem cheiro de saudade arrumada.
Se quiser vir,
eu te dou a cama.
Eu fico na rede.
Me contento em saber
que teu roncar tá perto.
Não precisa grito hoje.
Só tua paz.
Só teu sorriso de manhã
me dizendo "tô aqui".
Os lençóis eu já troquei.
A noite tá mansa.
Falta só você pra aconchegar nela.
Vem?
(Saul Beleza)
Às Eras da História Humana (Idade Antiga até hoje):
Após o surgimento da escrita (por volta de 4000–3500 a.C.), a história humana é dividida em:
• Pré-História: Período anterior à escrita (Paleolítico, Neolítico e Idade dos Metais).
• Idade Antiga: Da invenção da escrita até a queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.).
• Idade Média: De 476 d.C. até a queda de Constantinopla (1453) ou a chegada a América (1492).
• Idade Moderna: De 1492 até a Revolução Francesa (1789).
• Idade Contemporânea: De 1789 até os dias atuais.
. Em breve estaremos na idade das migalhas, vamos sobreviver das sobras do Governo, e o pior, vamos ser gratos por isso.
Expedito Lascado da silva
Entender é pra livro. Gostar é pra vida.
Você não precisa entender o rio Verdão pra tomar banho nele. Você só entra.
Eu só aprendi a te gostar, te entender eu nunca entendi.
Mas aceitei teu jeito de ser,
e foi assim que te amei até aqui.
(Saul Beleza)
