Sobrevive Amor Acima de tudo

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Tenho todos os motivos para desistir de você. Todos mesmo. Mas não desisto. E isso é amor. Amor mesmo.

⁠O Amor Como Se Revela Para Mim

O amor, para mim, é uma dança silenciosa entre duas almas, onde cada movimento é uma entrega, um entendimento que não precisa de palavras. Ele é um espaço de acolhimento, onde podemos ser inteiros e, ao mesmo tempo, aprender a nos desintegrar nas pequenas partes que nos fazem humanos. É aquele laço invisível que une, mas não aprisiona. É a liberdade de ser, com a segurança de pertencer.

Amar é estar. É cuidar. É perceber o outro nos gestos mais sutis e, ainda assim, enxergar grandeza neles. Porque o amor se revela naquilo que muitos poderiam considerar pequeno, mas que, para mim, são declarações inteiras:
"Deixa que eu resolvo."
"Eu cuido."
"Tô indo aí."

O amor também precisa ser dito. Ele se manifesta no toque, no olhar que sustenta, mas também na palavra que acolhe. Há amor no que é sussurrado ao vento, no que se ecoa no silêncio, no que se escreve para que permaneça. Mas o amor não se limita ao que se fala, ele vive no que se faz. Está no ato de estar perto sem necessidade de presença constante, no tempo dedicado sem ser cobrado, no abraço que cura sem que precise ser pedido.

O amor não pede mudança, mas naturalmente nos ajustamos ao outro porque queremos caber ali, porque o pertencimento não é imposição, mas um desejo que brota de dentro. E, assim, sem que haja perda, há encontro. Um encontro onde cada um pode ser por inteiro, mas também se permitir ser moldado pelo outro, não por necessidade, mas por vontade de caminhar junto.

E o amor, quando é genuíno, não exige. Ele é. Ele transborda sem esforço, se reflete nas ações e nas palavras, no que se doa e no que se recebe. O amor é esse cuidado que não pesa, essa presença que não sufoca, esse elo que não prende, mas sustenta.

Porque o amor, para mim, é isso: um sentir que não se mede, mas que se reconhece em cada detalhe.

O amor, um encontro de presença, cuidado e pertencimento.

AMOR, AMOR...

“porque Deus amou de tal maneira...”

Eu queria cantar aquele Amor sublime,
como nem no céu existem dois iguais:
amor Primeiro, sem reciprocidade,
sem princípio, sem fim – Eternidade.
Amor, Próprio Amor – amor demais.

Amor que venceu o tempo e o espaço
para chegar até meu coração.
Amor escrevendo um poema de glória,
traço de luz atravessando a História:
Deus se humanizando – minha salvação.

Amor que usou milhares de caminhos,
homens, mulheres, povos e impérios,
até tornar-se Única Esperança,
prisioneiro num corpo de criança:
maior quando desce – Mistério dos mistérios.

Amor que transcende, supremo, absoluto,
que a Si mesmo chama “de maneira tal”
além de toda compreensão humana,
que nos eleva, a Deus nos irmana
na noite linda a santa de Natal.

Como cantar este maior milagre,
se a terra silencia para ouvir o céu?
Diante do Grande feito Pequenino
a própria alma se transforma em hino:
– Tudo é amor, sublime amor, Jesus nasceu!

Myrtes Mathias
Presente para o menino

Eu preciso de amor verdadeiro
Você sabe o que você significa para mim

Não há dificuldade que o amor não vença;
doença que o amor não cure;
porta que o amor não abra;
obstáculo que o amor não transponha;
muralha que o amor não derrube;
pecado que o amor não redima.

Aquele que tentar descrever o verdadeiro amor, não ama, pois o amor é indescritível.

Demonstrações de amor podem parecer piegas aos olhos de quem não ama. Mas, aos meus, são como as cores do por do sol; renovam minha alma.

O maior amor do mundo é o amor de mãe. A maior riqueza que temos no mundo é nossa família. E o maior diamante que temos na alma é Deus.

Permite minha ousadia

Se tua boca me desses
E teus lábios me beijassem,
Quem sabe, amor, não fizesses
Que nossos corpos se amassem.

Se a tua pele se entregasse,
Desinibida ao meu tacto,
Quem sabe não te levasse
A uma união de facto.

Se ao menos te permitisses
A aceitar o que proponho….
Talvez a porta me abrisses
E eu entrasse no teu sonho.

Te entregasses ao desejo
Me aceitasses com ternura,
E depois dum longo beijo
O arrepio da loucura.

Depois queimar-te na chama,
No fogo que tenho em mim…
Salta a fogueira, me ama,
Abre-te e diz-me que sim.

Entrega-te à fantasia
Na maior intimidade,
Permite minha ousadia
Deixa que te ame, à vontade.

O meu amor por você é como o mar. Tão infinito que não se consegue contemplar somente com um olhar.

Agora o playboy rodou, tá passando mal e o remédio é o amor
Aqui se faz se paga, quantos coração brincou?
Então avisa, coração é terra que pé de homem não pisa.

Ninguém morre de amor, mas a falta dele mata muita gente.

O homem é redimido pelo amor.

⁠Cores de um Amor Transbordante

Em terra caída, cai de amores. Feito tela pintada à mão, em tons de azul e rosa, o amor transbordou através dos meus olhos e fez de cais meu coração.

Cada toque da vida, cada nuance do sentimento, pinta no meu peito uma obra única. O amor não se limita a um único traço, ele se espalha, se funde, se torna infinito como a combinação perfeita entre as cores do céu e da terra.

Nas cores que o amor me oferece, vejo a beleza de um coração que se entrega sem medo, que se permite fluir como tinta sobre uma tela que nunca foi tão viva. O que é o amor, senão um retrato de quem somos, pintado com os tons que mais ressoam na alma?

Cada movimento do coração é uma pincelada que a vida faz, e em cada cor, vejo o quanto posso me perder para depois me encontrar.

⁠Deixe Que o Amor Transborde

Deixe que o amor transborde,
como um rio que não tem fim,
pintando a vida de cores
que o coração nunca viu assim.

Deixe que cada gesto seja um traço,
cada palavra, uma cor no ar,
pinte a alma com o abraço
que só o amor sabe entregar.

Não tema as tintas que se espalham,
não tenha medo de se perder,
pois só quando o amor transborda
é que podemos realmente entender.

Deixe que o amor transborde,
sem medo, sem pressa de parar,
ele vai colorir os caminhos,
e ensinar a beleza de amar.

Meu doce Amor tu beijas a minh’alma/Beijando nesta hora a minha boca!”
(A Noite Desce- Florbela Espanca)

Gazel do Amor Desesperado

A noite não quer vir
para que tu não venhas,
nem eu possa ir.

Mas eu irei,
inda que um sol de lacraus me coma a fronte.

Mas tu virás
com a língua queimada pela chuva de sal.

O dia não quer vir
para que tu não venhas,
nem eu possa ir.

Mas eu irei
entregando aos sapos meu mordido cravo.

Mas tu virás
pelas turvas cloacas da escuridade.

Nem a noite nem o dia querem vir
para que por ti morra
e tu morras por mim.

Federico García Lorca
O Divã do Tamarit

O Amor é a luz de todas as fontes e as pontes as quais eu terei que passar que seja com toda leveza do mundo.

Sem contato não há impacto. Sem fricção não há calor. Meu amor não é telepático.

A vida mais próxima do ideal é o casal do Bom-humor com o amor.