Sobrevive Amor Acima de tudo
Disse -lhe um velho sábio: três coisas não deveis esquecer em toda sua trajetória de vida:
1 - Quem tu foste?
2 - Quem tu és?
3 - Quem tu poderás vir ser ainda?
"Eu posso me tornar uma pessoa sem graça, ou uma pessoa muito interessante. Posso apagar meu brilho, ou posso fazer brilhar minha luz conforme Jesus nos propõe. O trabalho profissional em si mesmo, não é bom nem é ruim, depende de como o executo. O casamento por si próprio não é uma instituição fadada ao sucesso ou ao fracasso, depende de como cada cônjuge se põe na relação. A vida não é boa nem ruim, depende àquilo que desejo dar destaque, se ao fracasso ou ao aprendizado, se à doença ou a saúde, se a tristeza ou a alegria, se ao sofrimento ou a oportunidade."
Livro: Cura e Libertação
Se quiser se sentir feliz agora mesmo, pare um minuto para contar as bençãos recebidas, as vantagens de que você já dispõe, os episódios felizes que já viveu, as pessoas que o amam e as infinitas possibilidades que ainda o aguardam a partir de agora.
Mas, se você quiser voltar a pensar no que ainda lhe falta, saiba que a ingratidão é a grande prisioneira da sua felicidade.
Livro: Força Espiritual
A vida é linda!
Mesmo em meio de tantas dificuldades,
Deus nos quer felizes.
Eu vivo para contar essa notícia.
"...elejo um pensamento bom por dia.
Percebo a força que palavras doces têm.
E sei que o que recebo é sempre um eco."
Organiza a tua agenda, a fim de ganhares o tempo com propriedade.
Cada tarefa deve ser exercida no seu respectivo momento.
O tumulto na realização, não apenas prejudica a ordem, mas
também, a sua qualidade.
Um após outro, com calma e continuamente, realiza os teus deveres.
As melhores descobertas e pensamentos filosóficos surgem quando estamos a sós...
Ou talvez quando pensamos que estamos a sós...
Nesses momentos logo vem aquela voz em nosso subconsciente dizendo o que deve se criar ou filosofar, e essa voz sempre vem com bons pensamentos e descobertas que farão diferença em nossa vida e às demais ao nosso redor...
Mas será que essa voz vem realmente do nosso subconsciente ou vem em resposta do que pedimos muito em nossas orações?
Meu Deus, abençoado são aqueles que têm fé e creem em Ti.
Sem deixarem a razão de lado e não se deixarem levar por um fanatismo induzido.
veja como Deus guardou o que Abraham Lincoln, tinha de melhor para o seu país e seu povo...
esperou ele ter a maturidade e responsabilidade dos 60 anos, e com experiência de suas derrotas.
para ele dar o seu melhor que ele tinha para seu povo e seu país...
e você não pense e nem lamente seus tropeços e derrotas.
você pode esta sendo preparado para vencer a melhor batalha de sua vida.
Precisamos trabalhar com a verdade e com a equidade, respeitando os princípios da colegialidade, coletividade, cordialidade, empatia e alteridade. Precisamos ser sinceros com nós mesmos e com as pessoas; e, criar um conceito de quem somos realmente. Pessoas irão nos criticar por sermos quem somos, mas, o que faz toda a diferença é sermos quem somos de fato. Por isso, melhorar, precisamos sempre, estagnar, é um grande erro!!!
A Mente em Foco na Floresta do Tempo
Na floresta densa da vida, onde o tempo se mistura como galhos velhos, a mente em foco brilha com originalidade. Ela ignora caminhos confusos e corta direto para o agora, transformando a saudade em força para o futuro. A originalidade nasce assim: não no passado triste, nem no futuro distante, mas no agora vivo.
Na floresta do tempo, a mente em foco usa a saudade como luz, guiando para um futuro novo e fresco. O agora é a porta; o futuro, o reflexo.
Assim, ela cria algo único, livre das sombras do tempo.
Ser diferente em um mundo que copia tem um custo que não aparece na etiqueta, mas pesa na rotina. A sociedade opera em modo reprodução automática: tendências são replicadas, opiniões são recicladas, personalidades viram moldes prontos para consumo rápido. Quem rompe esse script deixa de ser confortável. E tudo que desafia o padrão primeiro é questionado, depois criticado, às vezes isolado. A diferença incomoda porque expõe a fragilidade da cópia; ela revela que é possível pensar sem manual e agir sem plateia.
O preço começa na solidão estratégica. Nem todo mundo acompanha quem decide sair do piloto automático. Há olhares atravessados, comentários disfarçados de conselho e tentativas sutis de enquadramento. Ser original exige sustentar a própria identidade quando o algoritmo social empurra para a homogeneidade. É mais fácil repetir do que criar; repetir gera aprovação instantânea, criar gera resistência inicial. E é justamente nesse intervalo entre a estranheza e o reconhecimento que muitos desistem.
Mas há um outro lado desse custo: autonomia. Quem aceita pagar o preço da diferença conquista algo que a cópia nunca entrega; Autenticidade. Não é sobre rebeldia vazia, é sobre coerência interna. É alinhar discurso e prática, mesmo que isso reduza aplausos. No fim, o mundo que copia pode até rir primeiro, mas inevitavelmente observa depois. Porque toda transformação começa com alguém que suportou ser estranho antes de ser referência.
As palavras carregam um poder imenso. Elas podem ser abrigo em dias difíceis, mas também podem se tornar lâminas invisíveis, capazes de ferir profundamente. Uma palavra dita com carinho tem força para acalmar um coração cansado, devolver esperança e lembrar alguém de que ainda vale a pena continuar. Já uma palavra cruel, lançada no impulso ou na indiferença, pode abrir cicatrizes silenciosas que permanecem por muito tempo.
No cotidiano, muitas vezes não percebemos o peso daquilo que dizemos. Um elogio sincero pode mudar o dia de uma pessoa. Um julgamento duro pode alimentar inseguranças que ela já carrega em silêncio. Por isso, falar exige responsabilidade, sensibilidade e empatia.
As palavras não são apenas sons; elas são sementes. Quando bem colocadas, florescem em afeto, confiança e cura. Quando mal usadas, espalham dor, medo e distância. Ser humano também é aprender a usar a própria voz para acolher, e não para destruir. Porque, no fim, o que dizemos sempre deixa alguma marca.
Ninguém nasce inteiro. A gente vai se construindo aos poucos, entre tropeços, recomeços e perguntas que não têm resposta. E tudo bem não ter tudo resolvido. A pressão por estar pronto, por ter um plano, por parecer que a vida está sob controle, é um peso moderno que carregamos sem perceber.
O incompleto não é defeito. É estado natural. Somos versões em constante atualização, com bugs, travamentos e algumas funcionalidades que ainda não descobrimos. Aceitar isso não é desistir. É parar de brigar com a própria sombra.
A rede social mostra o ápice, o resultado, o sorriso no pico da montanha. Mas a história de verdade está na subida: no cansaço, na vontade de voltar, no passo seguinte mesmo sem certeza. É ali que a gente muda.
Ser incompleto é ser honesto. É admitir que erramos, que não sabemos, que ainda estamos aprendendo a ser quem somos. E talvez essa seja a coragem mais rara de todas: mostrar o processo, não só o produto final.
O tempo é um tecido que se desfaz nas mãos da rotina: fios compridos de ontem se soltam em fiapos que caem no chão do quarto. Às vezes, tentamos costurar as bordas rasgadas com promessas — pontos rápidos, gesto apressado —, mas a agulha escorrega porque a memória tem vida própria. Há bolsos escondidos nesse pano onde guardamos cheiros e conversas; aberto, o bolso revela bilhetes amarelados, recibos de encontros que não se repetirão. Quando chove, as cores do tecido sangram, e aquilo que jurávamos ser permanente vira aquarela. Ainda assim, entre os rasgos, nas pontas soltas, encontram-se nós que salvam: abraços que prendem retalhos, risadas que emendam dois instantes. À noite, alguém passa a mão sobre a superfície e sente calor — uma prova de que, apesar do desgaste, o tecido ainda guarda corpo. Não é zelo que evita o desgaste, é atenção: escolher com que cuidado dobramos as horas, com que delicadeza tratamos as sobras. O resto, inevitável, se desfaz; e, no espaço que surge, podemos aprender a costurar novas formas de presença.
