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Sobrevive Amor Acima de tudo

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"Procuro alguém que me olhe como eu olho para o cardápio de uma boa pizzaria."

⁠Cuidar de quem gostamos dá trabalho. Muito trabalho. Quem discorda não cozinha para uma família grande toda noite.

Uma Questão de Química (série)
1ª temporada, episódio 1.

O perfume,
uma música,
sentimentos e sensação que os meus estão presentes,
mesmo ausentes.

⁠Para que exista um lado, é necessário o outro. A oposição é o espantalho conveniente de todo governante; manter ela viva é manter o controle sobre a massa.

"O egocentrismo na esfera política conduz inevitavelmente à derrota; por outro lado, a coesão do povo em torno de um propósito comum é o que verdadeiramente impulsiona o progresso."
— Isaac C. P. Ribeiro

"Há um nível de sublimação tão profundo em um povo que, mesmo diante da verdade, eles se recusam a acreditar."
— Isaac C. P. Ribeiro

"Quem detém o poder teme o esclarecimento, pois um povo consciente raramente é manipulado."
— Isaac C. P. Ribeiro

"Aqueles que, no início, conquistam grandes reputações, mesmo que venham a errar gravemente e ultrapassem os limites da honra que lhes foi atribuída, ainda assim manterão a confiança do povo que vivenciou seus primeiros feitos."
— Isaac C.P. Ribeiro

"Não basta sonhar com a mudança e entrar no governo. Para erradicar a corrupção e outros flagelos que afligem a nossa nação, é preciso ser a mudança — é preciso ser o governo."
— Isaac C.P. Ribeiro

"Nada é eterno. Nem mesmo o que parece sólido. Hoje você pode ser aplaudido, amanhã ser odiado.”


-Isaac C. P. Ribeiro

“O que adianta sonhar com aquilo que você não corre atrás?
Não só sonhe, faça.
Todos temos grandes sonhos; o que lhe diferencia dos outros é o primeiro passo para concretizá-los.”


-Isaac C.P. Ribeiro

olhos grandes, perigo manso. riso que me ganha e prende. teu cheiro fica, teimoso. teimosa, tu.
mesmo quando você vai, fica teu olhar, teu riso, teu cheiro.



mesmo quando você vai, fica teu olhar, teu riso, teu cheiro.

"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? As crônicas do Guardian e o reino de Kamelot fariam do nosso brinde um pacto imortal!"

"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? O Blind Guardian abriria o portal e o Kamelot assumiria o trono do Metal!"

olhos grandes, perigo manso. riso que me ganha e prende. teu cheiro fica, teimoso.
teimosa, tu.


mesmo quando você vai, fica teu olhar, teu riso, teu cheiro.

Tem gente que fala que não gosta de mim, mas a única coisa que sabe de mim é o meu nome (e só o primeiro, pra variar).

Olha eles aí de novo !


Sempre pergunto, nas minhas preces,
por quê eles desaparecem ?
Vai fazer quatro anos, olha eles aí de novo,
querendo enganar o povo .

Mas, o povo gostam de sofrer, fazem boca de urna, para eles vencer.
Depois de eleitos e diplomados, os povos ficam ferrados.

Sobem ladeiras, entram em favelas, mas o povo amam sofrer, dando aos miseráveis o
poder.

É tanto beijos e apertos de mãos, que aflige o meu coração.
Depois de eleitos e diplomados, com sua caneta estamos ferrado.

Em um País, o presidente é um pau mandado, quem escreve às leis são os
deputados.

⁠Madrugada!

Madrugada, hora de falar com Deus
Ele está pronto para ouvir a sua voz.
Não importa a luta que você esteja passando, de
uma coisa tenho certeza: se você clamar, Ele vai te ouvir.
Deus não dorme e nem dormita, está escrito. Por esse motivo,
eu te digo: levante-se, ponha-se de pé, pois Ele quer ouvir a sua voz nessa madrugada.

⁠Não vi quando cair !


Três metros de altura,
foi um impacto atordoante.
Mas se hoje estou aqui,
porque Deus; me fez triunfante.

Não vi quando cair, quando
do chão levantei; ouvir o meu
espírito agradecendo a Deus,
isso sim: eu escutei.

Deus muito obrigado
pelo o que o Senhor
fez por mim.
Se não fosse o seu amor
eu não estaria mais aqui.

Não sabemos a hora,
devemos pois nos preparar,
aliançados com Deus;
pra quando a morte chegar.

A invenção das cores


Ainda viveremos janeiros apressados
quentes e ensolarados
e se formos ligeiros
não chegaremos ao sol.
O sol está presente, parado
à nossa frente,
apontando o naviono azulão da encosta.


Hoje à noite, jantaremos o mar
Fiaremos peixes em anzóis de milagres, atravessaremos montanhas,
Andaremos sobre as águas ...
Do outro lado da montanha
é onde começao mundo.


Começarei a escalada...
Chegarei ao mundo festivo
Onde as cores foram inventadas.
o sal o fogo deserto... carrilhões de estrelas
O índio a taba o tambor...
O que eu não puder conhecer, receberei em poesia.


Meus primeiros passos começam
em fevereiro.Desde então, não parei
mais de errar.
Observo carnavais febris, revejo fogueiras acesas, chuvas apagadasnas matas...


Observo a lua, ouço o tal clarim de coturnos
Persigo a malta, persigo a matilha, acordo a madrugada...
Esses marcos ficaram na antessala dos meus sonhos.


Em março, o Brasil recomeça novinho,
debaixo de enxurradas.
Depois que a chuva passar,teremos aulas
nos vagões de memória
teremos trovões turbinados
relâmpagos em néon e ternuras com flores lágrimase mortalhas.


Novinho em folha, banhado no leite das luas
encontrarei as primeiras palavras, quebrarei tratos,não irei ao primeiro encontro.


Na maturidade saberei se foi desencanto
com o que se perdeu.


Depois de atravessar a montanha, subiremos ao outono.O outono é paciente. É bondoso. Não inveja. Não se vangloria...Não se orgulha! Como o inusitado que chegará bêbado,
carregado nos braços das epifanias.


O livro se abrirá e se desdobrará sem vida.


Depois do carnaval vestiremos a farda dos enunciados.
Abril. Páscoa. Paixão.
Fórmulas magicas de enfrentar o tempo.


Joaquim Maria Machado de Assis, assistiremos aos teus sagradosrenascimentos.


Em tardes de desmaios, conhecerei Vivaldi,
Deitado sobre as flores da Alemanha, voarei às mais belas flores...
Gostaria de revivê-las, acolhê-las, viver entre as luzes coloridasde suas pétalas.


Junho esfriou comigo.
Chegou-me em pedaços, desenhando tapetes de carpas.
Ele viu a montanha nevar.
Ele viu as onças descerem à cidade
elas foram conferir as novidades,
foram ver vitrines, desenhar tapetes
deCorpus Christi...


Na Piazza Navona, ouvi o melhor pé de serra.
A serra remontando cores, quadros em pedaços, desenhos montadosna fé.


Recolhi todas as moedas em meu chapéu, juntei-as às moedas da Fonte, não bebi as trevas,fui gastar em apostas no Coliseu.


O bagulho ferveu.
Pó de todas as serras, baião de muitos doidos...Julho ficou emocional.


O veio fino, o vento frio, o vinho seco,
corações tristes, adocicados,
trouxeram invernos molhados...
Meu filho já havia chegado
Minha mãe já havia nascido


A graça nasceu em nossos braços.
Tivemos gosto em trazê-la.
Molhei seu rosto na chuva fina de agosto
observando os automóveis parados,
olhando a chuva.


A música de um acordeom deslizou
em meus dedos.
Setembro nos atravessou com fanfarras.
Eu me lembro de tudo.
Finjo esquecer, mas a primaverachegou
em meu quintal, e um escorpião partiu
de dentro do meu quadril.


Outubros virão e trarão novidades.
Acenderei montanhas geladas
acenderei o meu cigarrona pedra de luz.


Em casa, brotaram fileiras de Anjos.
Éramos nove.
Nove, sempre seremos.
Novecentas bocas com fome.
Novembros de amores.
Revólveres com flores, servindode arranjos.


Ossos nobres.
A fila, que já era enorme, crescena sopa
de pobres.
os Açores trouxeram as cores em odres plenos.
Dezembros vazios, deslembramos os melhores atores.Que tristeza! Que desamor!
Humanos, somos iguaisem maldades.
Diferentes no amores.


mais um ano se foi. Abro o calendário anual, ausculto suas páginas e vejo virvindo
de dentro... Vem veloz e vai atravessar o espaço,vai acender a pira do mundo...
Sinto seu turbilhão das cores.
É o futuro!O que será de nós no futuro?
Não sei. Sei que é o futuro e lá estaremos.


CK