So o Tempo pode Entender um grande Amor

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"A mudança de algo grande começa sempre por você. A verdadeira transformação começa internamente, quando nos dispomos a mudar nossas percepções, atitudes e comportamentos. Somente ao nos tornarmos agentes de mudança em nossa própria vida é que seremos capazes de impactar o mundo ao nosso redor."

Inserida por Francisco_leobino

⁠Ainda que a racionalidade não seja grande coisa, por isso mesmo, era de se esperar do ser humano em geral, que fosse pelo menos racional.

Inserida por TiagoSL


Quando digo que: "A grande inquietude do homem está na existência, em seu interior, do ser absoluto e do nada eterno", me refiro a uma grande dicotomia em meu interior, que preciso alaborar e entender para suavizar a minha estada. A minha visão dessa dicotomia, passo a expor:

Em minha jornada, descobri que a essência da inquietação humana reside na profunda interação entre aquilo que chamo de 'ser absoluto' e a sombra do 'nada eterna' que habita em meu próprio ser. O 'ser absoluto' representa meus anseios mais profundos: a busca por um significado que transcende as trivialidades do dia a dia, a ânsia por uma conexão com algo maior do que eu.É o faról que guia minha busca por propósito e compreensão em um mundo cheio de sentimentos e diversidades.
No entanto, a sombra do 'nada eterno' paira sobre mim, lembrando-me de que toda a jornada é efêmera, que o tempo é implacável e que eventualmente enfrentarei a transição para um estado desconhecido ou inexistente. Essa consciência da finitude traz uma melancolia silenciosa, uma sensação de urgência para dar significado ao tempo que tenho e para deixar um legado que perdure para além de mim. Me agrada o fato de que tenho conseguido. Se assim não o fosse, minha inquietude certamente ganharia mais volume.
Assim, esse fervor interior que experimento leva a uma ebulição constante entre esses dois elementos. A busca pelo 'ser absoluto' me motiva a explorar, a criar, a amar e a buscar conexões verdadeiras. Enquanto isso, a sombra do 'nada eterno' me lembra da importância de viver autenticamente, de apreciar cada momento e de enfrentar a inevitabilidade da mudança com coragem.
Minha jornada é moldada por essa dualidade, e é nesse encontro de forças que encontro a motivação para crescer, aprender e buscar uma harmonia entre a busca por um significado duradouro e aceito da impermanência. A inquietude é minha companheira constante, empurrando-me para além dos limites do conhecimento e da compreensão, rumo a uma maior conscientização de mim mesmo e do universo em meu entorno.

Inserida por MauricioCCantelli

⁠Por que você é sempre pequena demais ou grande demais?

Inserida por EmanuelMelloo

⁠A grande saga da humanidade é, de fato, a narrativa do despertar espiritual. Ao longo de milhares de anos, surge um ápice de transformação, onde nada se desperdiça. Acordar é o somatório de pequenos momentos de consciência.

Inserida por evermondo

⁠Já dizia o grande sábio grego, que na hora de decidir entre coisas, ideias e pessoas, sempre prefira investir nas últimas. Eu acho que ele falava da importância das coisas vivas.

Inserida por evermondo

⁠As meras "coincidências", em sua grande parte, revelam-se como manifestações do reconhecimento ao seu trabalho

Inserida por WesllenAlbuquerque

⁠Talvez a grande diferença entre solidão e solitude, seja que a solidão carrega o sentimento de incapacidade, e a solitude de poder de escolha.
Para chegar a solitude é preciso superar a solidão!

Inserida por Michael_lima_nyx

Para ser feliz não se exige requisitos. Há quem goza de plena saúde, possui grande riqueza material e é infeliz, em contrapartida, há quem tem a saúde debilitada, carente de qualquer recurso material e é feliz.

Inserida por Valdecir

Após a queda das torres gêmeas no coração da Grande Maçã
Passo a me questionar quanto nossa existência é pequena, fugaz e vã
Enquanto o ego ferido de governantes clama por guerra
A intolerância só aumenta enquanto o povo só quer a paz
Condições mínimas para se ter uma vida digna
Saúde, educação, segurança, liberdade, justiça, abrigo, autonomia e terra
Judeu, muçulmano, cristão e ateu merecem
E todos embaixo da linha do Equador padecem

Ascendência Mista

Nota: Trecho da música A volta do bumerangue.

Inserida por Vinischuartz

⁠Levante-se e olhe para o céu
Contemple este grande sinal
Uma mulher como o sol
E o dragão vermelho voa
Observando a noite
Como engolir a luz

- The Woman and the Dragon

Inserida por hellyeahmusiccompany

⁠Que mundo é esse, em que vivemos?!

Quando saímos de casa, nesta grande metrópole, tentamos andar sem medo, mas o fato é que no dia a dia, onde quer que moremos, o surpreendente pode acontecer; ao caminharmos por uma rua ou avenida temos que ligar nossos sentidos de alerta: o perigo nos espreita a todo instante, em cada esquina. Desde o amanhecer, a qualquer hora do dia ou da noite podemos cruzar com um bandido! Eles, querem nosso celular, nosso carro, nosso dinheiro. E para isso, são inescrupulosos. Não basta tomarem o bem material, muitas vezes querem também às nossas vidas.
Se estamos andando a pé, de bicicleta, ou de carro, não importa! Eles atacam quando menos se espera, eles estão misturados com os cidadãos de bem, e não há como diferenciá-los. A princípio somos todos iguais, não é mesmo! Então, não dá para separá-los pela aparência, e saber quem é do bem e quem é do mal!
Num repente! Numa próxima esquina, um motoqueiro pode aparecer, disfarçado de entregador e nos dá voz de assalto: Perdeu! Ele diz: “passa o celular e a carteira”, aí entregamos tudo a ele, e rezamos para não levar um tiro.
Se estamos de carro, eles também nos espreita, e ao pararmos, seja no farol, ou na porta de nossas casas, a história se repete:
Perdeu! Dê-nos as chaves! E neste caso, podem nos levar no chamado “sequestro relâmpago” e só nos soltam depois de esvaziar nossas contas - com nossos cartões e senha, arrancados sobre torturas – e só aí, bem assustados, conseguimos respirar a liberdade, então, agradecemos a Deus por ficarmos com nossas vidas.
Que cidade é essa, que onde nenhum lugar é seguro: nos quatro cantos dela: de manhã, a tarde ou a noite, o perigo nos espreita em cada esquina.
Somos prisioneiros do medo em nossas casas, porque do lado de fora há sempre um bandido a nos espreitar, e se o encontro for inevitável pode ser fatal.
Que mundo é esse em que vivemos?!

Inserida por wilerjaeder

⁠A grande transformação social passa leitura. Nos livros, encontramos o mais eficiente caminho para exercemos a verdadeira liberdade de pensamento. A autêntica liberdade humana. Porém é preciso variar o tema e os autores, pois do contrário o "mais do mesmo" nos manterá aprisionados à ignorância, entretanto com status de saber. Um saber limitado aos atalhos sem saída, na estrada do conhecimento.

Inserida por Gracaleal

⁠Muitos são professores, mas poucos ensinam.
O balão cheio é grande, mas é oco.

Inserida por GracianodaGraca

A pior coisa em lidar com os combatentes da Grande Guerra não era ver seus corpos rasgados, era ver suas almas destruídas.

Inserida por pensador

Quando pequenos queremos ser grandes,
Pôs não sabemos o peso da responsabilidade,
E quando grande queremos voltar ser pequenos,
Pôs sabemos o quão leve é não termos responsabilidade.

Inserida por G11MasterBR

A larva

Porque falávamos de Benvenuto Cellini, e alguém sorriu da afirmação, que fez o grande artífice em sua Vida, de ter visto uma vez uma salamandra, Isaac Condomano disse:

― Não riam. Eu lhes juro que vi, assim como estou vendo vocês, se não uma salamandra, ao menos uma larva ou uma taquarinha.

“Contarei o caso em poucas palavras.

“Eu nasci em um país em que, como em quase toda a América, se praticavam feitiçarias, e os bruxos se comunicavam com o invisível. O mistério nativo não desapareceu com a chegada dos conquistadores. Ao contrário, aumentou na colônia, com o catolicismo, o costume de evocar as forças estranhas, o demonismo, o mau-olhado. Na cidade em que passei os meus primeiros anos, falava-se, eu bem me lembro, como coisa trivial, de aparições diabólicas, de fantasmas e de duendes. Numa família pobre, que vivia na vizinhança de minha casa, sucedeu, por exemplo, que o fantasma de um coronel peninsular apareceu a um jovem e revelou um tesouro enterrado no pátio. O jovem morreu devido à visita extraordinária, mas a família ficou rica. Um bispo apareceu a outro bispo para indicar um lugar onde se encontrava um documento perdido nos arquivos da catedral. O diabo carregou pela janela uma mulher, em uma casa que eu tenho bem presente. Minha avó me assegurou a existência noturna de um frade sem cabeça e de uma mão peluda e enorme que aparecia sozinha, como uma infernal aranha. Tudo isso aprendi de ouvir dizer, ainda criança. Mas o que eu ouvi, o que eu apalpei, foi aos quinze anos; o que eu vi e apalpei do mundo das sombras e dos arcanos tenebrosos.

“Naquela cidade, à semelhança de certas cidades provincianas espanholas, os habitantes fechavam as portas às oito, ou, ao mais tardar, às nove horas da noite. As ruas ficavam solitárias e silenciosas. Não se ouvia mais que o ruído das corujas aninhadas nos beirais, ou o latido dos cães nas lonjuras dos arredores.

“Quem saísse à procura de um médico, de um sacerdote, ou para outra urgência noturna, tinha que seguir por ruas de pavimento pedregoso e cheias de buracos, alumiado apenas por lampiões de petróleo que, fixados nalguns postes, deitavam a sua escassa luz.

“Às vezes ouviam-se ecos de música ou de cantos. Eram serenatas à moda espanhola: árias e romanças que, acompanhadas pelo violão, expressavam as ternuras românticas do namorado à amada. Tais variavam desde um só violão e o namorado sozinho, de poucos meios, até um quarteto, septeto, ou mesmo uma orquestra completa com piano, como o fidalgo endinheirado fazia soar sob as janelas da dama de seus desejos.

“Eu tinha quinze anos, uma grande ânsia de vida e de mundo. Uma das coisas que mais ambicionava era poder sair à rua e ir com a gente dessas serenatas. Mas, como fazê-lo?

“A tia-avó que cuidava de mim em minha infância, após rezar o rosário, tinha o cuidado de correr toda a casa, trancar bem as portas, guardar as chaves e deixar-me bem deitado sob o sobrecéu de minha cama. Um dia, porém, soube que à noite haveria serenata. Mais ainda: um de meus amigos, tão jovem quanto eu, assistiria à festa, cujos encantos me pintava com as mais tentadoras palavras. Todas as horas que precederam aquela noite, passei inquieto, somente a pensar e preparar o meu plano de fuga. Assim, quando as visitas de minha tia-avó partiram ― entre elas um padre e dois licenciados, que vieram para conversar sobre política e jogar uíste ou voltarete ―, uma vez feitas as orações, e estando todos deitados, pensei apenas e pôr em prática o meu plano de furtar uma chave da venerável senhora.

“Passadas umas três horas, isso pouco me custou, pois sabia onde as chaves eram guardadas e, além disso, ela dormia como um bem-aventurado. Tendo alcançado o que buscava, e sabendo a que porta a chave correspondia, consegui sair à rua, no momento em que, ao longe, os acordes de violinos, flautas e violoncelos começavam a soar. Considerei-me um homem. Guiado pela melodia, logo cheguei ao lugar onde ocorria a serenata. Enquanto os músicos tocavam, o público tomava cerveja e licores. Depois, um alfaiate, tomando ares de tenor, entoou primeiro A la luz de la pálida luna, e, em seguida, Recuerdas cuando la aurora... Entro em tantos detalhes para que vocês vejam como se me fixou na memória tudo o que aconteceu naquela noite, a meu ver extraordinária. Das janelas de Dulcinea, resolvemos ir às outras. Passamos pela praça da Catedral. E, então... Disse que eu tinha quinze anos, estava nos trópicos, e despertavam em mim, imperiosas, todas as ânsias da adolescência...

“E na prisão de minha casa, de onde saía apenas para o colégio, e com aquela vigilância, e com aqueles costumes primitivos... Eu ignorava, pois, todos os mistérios. Assim, qual não foi a minha satisfação quando, ao passar pela praça da Catedral, acompanhando a serenata, vi sentada, numa calçada, envolvida em sua mantilha, como se entregue ao sonho, uma mulher! Parei.

“Jovem? Velha? Mendiga? Louca? Que me importava! Eu ia em busca da sonhada revelação, da aventura desejada.

“As pessoas da serenata se afastavam.

“A claridade dos lampiões da praça chegava escassamente. Aproximei-me. Falei com ela; não direi que com palavras doces, mas com palavras fervorosas e urgentes. Como não obtivesse resposta, inclinei-me e toquei o ombro daquela mulher que não queria responder-me, e fazia o possível para que não lhe visse o rosto. Fui insinuante e altivo. E, quando cria ter alcançado a vitória, aquela figura voltou-se para mim, descobriu o rosto e... Oh, espanto dos espantos! Era viscosa e desfigurada aquela face. Um olho pendia sobre a maçã ossuda e purulenta. Algo como o úmido bafio de putrefação chegava a mim. De sua boca horrenda, saiu como que um riso rouco; e, depois, produzindo o mais macabro dos esgares, aquela ‘coisa’ emitiu um ruído que se poderia dizer assim:

“― Kgggggg!...

“Com o cabelo eriçado, dei um grande salto, lancei um grande grito, clamando por socorro.

“Quando chegaram os companheiros de serenata, a ‘coisa’ havia desaparecido.

“Dou-lhes a minha palavra de honra ― concluiu Isaac Codomano ―, que tudo o que lhes contei é absolutamente verdadeiro.⁠

Rubén Darío

Nota: Tradução de Paulo Soriano

Inserida por marcosarmuzel

⁠E eu? Quem sou eu?
Pra chamar de Pai o grande Rei dos Reis.

Lívia Petini

Nota: Trecho da música Santo.

Inserida por FernandoAlva

O VALOR DA PAZ INTERIOR

⁠⁠"Depois de tomar uma grande decisão, uma pessoa me perguntou: 'Você está feliz?' Respondi: 'Feliz não, em paz sim!' Aprendi que existe uma sutil diferença entre elas. E você só vai entender quando estiver diante de dilemas que podem mudar o rumo de tudo.

A felicidade muitas vezes é efêmera, um lampejo de alegria que pode se dissipar com a menor brisa de incerteza. No entanto, a paz, ah, a paz é como uma âncora que mantém nossa alma firme, mesmo em meio às tempestades da vida.

Quando tomamos decisões significativas, elas podem gerar turbulência emocional. Mas, se essas decisões estiverem alinhadas com o que nosso coração verdadeiramente anseia, a paz interior se instala. É uma calma profunda que vem da certeza de estar no caminho certo, mesmo que seja desafiador.

Assim, ao enfrentar os dilemas que podem alterar o curso de nossas vidas, é vital ouvir a voz interior, aquele sussurro suave que nos guia na direção que realmente importa. Afinal, a felicidade pode ser fugaz, mas a paz é duradoura. Portanto, ouça seu coração, pois nele reside a bússola para a verdadeira tranquilidade."

"Quando nos deparamos com esses momentos cruciais, é fundamental entender que a decisão que tomamos não deve ser ditada por pressões externas, expectativas sociais ou o que os outros pensam que é melhor para nós. Em vez disso, a resposta está dentro de nós, naquilo que nos faz sentir em equilíbrio.

Lembrando da pergunta que me fizeram: 'Você está feliz?' Minha resposta foi 'Feliz não, em paz sim!' porque naquele momento eu estava ciente de que a felicidade pode ser momentânea e dependente das circunstâncias, enquanto a paz é uma escolha interior, uma postura diante da vida. Uma necessidade!

A vida é repleta de encruzilhadas, momentos em que nossas escolhas moldam nosso destino. E é exatamente nesses momentos que a voz do coração se torna mais clara e valiosa. Não importa o que os outros digam, o que importa é o que você sente que é certo para você.

Portanto, lembre-se, ao enfrentar dilemas que podem mudar o rumo de tudo, ouça seu coração com atenção. Ele é a bússola que o guiará na busca da verdadeira paz, mesmo que a felicidade, por vezes, permaneça um objetivo em movimento.

Nas decisões que tomamos com sinceridade, encontramos a serenidade que transcende os altos e baixos da vida, e é nesse estado de paz interior que verdadeiramente prosperamos e encontramos alegria duradoura."

Inserida por wesleydiniz

⁠Sem necessidade de florescer,
o arquipélago nasce diferente,
na grande imensidão do norte,
te encontro o desejo no meu cerne.

Inserida por AmandaSG777