So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
A política atual brasileira pode ser comparada ao futebol, onde as pessoas não querem saber quem está a jogar e sim se o seu time vai ganhar. Pouco importa o jogo, o que interessa é o resultado. E automaticamente se seu time está fora ou não, torcem contra os outros. Muitos brigam e por vezes matam, elevam o tom de voz pra dizer que seu time é melhor que o do outro. A política é um jogo.
A guerra é observável, mas não copiável. As técnicas mudam a cada uma que acontece. E remeter aos acertos passados pode ser fatal e transformar-se em erros.
Não existem leis que regem o pensar. É totalmente subjetivo, sem limites e de difícil mensuração.
O ser pensante descobre o abismo do desconhecido e navega na imensidão de um oceano sem instrumentos.
"A felicidade não é um bem material, mas o resultado do conhecimento e compreensão das nossas verdadeiras necessidades resultando equilíbrio entre a mente e o corpo, num perfeito estado de satisfação espiritual". (Victor de Oliveira Antunes Neto).
- Você sabe o que é a solidão? ... É o resultado de tudo aquilo que não deu certo! (Victor de OliveiraAntunes Neto)
"Decerto que um sentimento não se traduz, nem com um milhão de palavras!" (Victor de Oliveira Antunes Neto!)
"Jamais fique com uma pessoa que não lhe faça sorrir e tambem dormir, deliciosamente" (Victor de Oliveira Antunes Neto)
"O homem que não admite a verdade clara diante de si, apenas pelo fato dessa verdade contrariar suas convicções e opções, subliminarmente está admitindo que foi cooptado." (Victor de Oliveira Antunes Nt)
"Não me prejulgue, mas reflita: às vezes as pessoas se confundem comigo porque não sabem distinguir a diferença entre "ser bom" e "ser bonzinho"...(Victor Antunes)"
*NÃO EXISTE O ACASO DAS CONSEQUÊNCIAS* Bom dia. Toda nossa vida é forjada nas escolhas que fazemos. A cada dia decidimos coisas pequenas, médias e grandes; e no somatório, essas escolhas vaem amalgamando um dia futuro; e assim, sucessivamente, um dia após o outro, vamos formando nosso destino ou futuro. As consequencias das coisas em nossas vidas quase nunca são frutos do mero acaso. As forças que governam nossas escolhas vêm de dentro dos nossos corações. As escolhas, portanto, que fazemos a cada dia, trazem os resultados de tudo que assentamos em nossas vidas. As nossas escolhas representam o que pensamos, o que somos, e o que fazemos diuturnamente; tanto para o bem quanto para o mal; nós somos o start. E os resultados nos pertencem. Por conseguinte, devemos sempre ficar atentos e vigilantes ao promovermos desde a pequena, até a mais importante escolha de cada momento, e em cada dia de nossas vidas.Os resultados são sempre inexoráveis. (Victor Antunes)
*- Viver politicamente correto é mais ou menos assim: "Não se faz homelovos sem quebrar os etes!"*(Victor Antunes)
- Há coisas nessa vida que a certo tempo erramos, e depois nos perdoamos; outras não. Depois de vivermos uma vida com alguém que descobrimos não ter valido a pena, mesmo o nosso perdão já não nos pertence; é que não se vive a mesma vida duas vezes! (Victor Antunes)
*O SEXTO SENTIDO* Vivemos no mundo dos sentidos; mas no curso da vida não percebemos o enigma sensorial da existência. Na comiseração dos afetos e afeições, nos agarramos nas materialidades e nos abstraímos da finalidade da vida como apostolado que é. Os próprios sentidos seriam as respostas que precisamos, se os conhecessemos; se os utilizassemos corretamente. Mas, comumente os sorvemos pela consciência tátil; e identificando-os como olfato, paladar, visão, audição e o tato fundamental, nos locupletamos apenas materialmente. Vivemos, portanto, no limite primário das experiências sensoriais que os sentidos proporcionam. E a cada dia que sorvemos a vida, na materialidade sensorial dos sentidos, nos afastamos da plenitude da própria existencia. E assim vivendo, não vemos nada adiante, senão aquilo que nos toca; aquilo que nossas paixões doidivanas estão sorvendo. - Deus: o que é que estamos fazendo com o arbítrio e a inteligência criativa que recebemos da tua criação? (Victor Antunes)
*O SEXTO SENTIDO* (Victor Antunes) Vivemos no mundo dos sentidos; mas no curso da vida não percebemos o enigma sensorial da existência. Na comiseração dos afetos e afeições nos agarramos nas materialidades e nos abstraímos da finalidade da vida como apostolado que é. Os próprios sentidos seriam as respostas que precisamos se os conhecessemos; se os utilizassemos corretamente. Mas, comumente os sorvemos através da consciência tátil; e identificando-os como olfato, paladar, visão e audição, nesse tato fundamental, apenas nos locupletamos materialmente. Vivemos, portanto, no limite primário das experiências que os sentidos proporcionam. E a cada dia que sorvemos a vida, na materialidade sensorial dos sentidos, nos afastamos da plenitude da própria existencia. Afinal, não vemos nada adiante, senão aquilo que identificamos nos 5 sentidos; só aquilo que nossas paixões doidivanas estão absorvendo. Por tudo isso e demais do que a propósito cogitarmos, haveremos de aceitar que não vemos a espiritualidade nos sentidos, nós apenas seguimos a orientação material da experimentação deles. O corolário óbvio é a cegueira da incompreensão e da dúvida; principalmente sobre a questão que nos martitiza: "- De onde a gente veio e para onde a gente vai?". Os sentidos revelam nossa existência; as respostas estão neles; na sensorialidade dos sentidos. Os sentidos nos revelam o pulsar da vida; uma existência sem limitações. Por isso é que devemos crer que Deus está neles, por tudo que experimentamos. Nossos sentidos são a proximidade de Deus; a revelação da existência do espirito Divino. O arbítrio e a inteligência criativa que recebemos é a vontade de Deus; nos vem por intuição; e a experimentação dos sentidos é a revelação dessa vontade; a própria origem e o ato motivacional da criação. Há de se concluir, pois, que o caminho da Luz existe; está nos nossos sentidos. O que a gente precisa aprender é apontar nessa direção. (Victor Antunes)
A contradição entre aquele que crê e busca iluminação e aquele que não crê e nem se importa, é uma "moita"!
(Victor Antunes)
