So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
A leveza têm o dom de desatar nós e, seu tom, não desce a ignorância de invenções e, inversões, talvez a poesia seja a medicina das lidas, creditando alguns compostos, pra avelar a beleza dos tecidos humanos.
Não se ocupe com mortes, teus pés têm compasso e pele renovada, durmo pra acordes, sua vida é farta e nobre.
Chamas porque têm um pra ajudar ou dois de estelar, deve ser pra facultar, as maldiçoes de quem não sabe ou pode relaxar.
Quem não têm nada, não quer largar e, quem pensa ter tudo é, um simples conjugar, pode ser observar, caminhar, cantar, sei lar, tudo é ar, até mergulhar.
Dados de condições não têm pra quem roubar, já que não sabem como fazem, tentam e se comprazem sem desordenar.
Têm gente que se alimenta e, sacia, com perfumes, isso é alegria e, virtude, não se turve, é o serviço além de deslumbres.
Teu medo não tem existência, foram falsos véus, pra impedir teu próprio crescimento, pelo egoísmo de ligados filhos, correntes de necessárias compaixões, dadas por ti, pra evitar danos maiores.
Acasalar não é sempre necessário mas, já que não o fizestes pra mim, têm que ser pro necessário mosteiro.
Orgulho é esconderijo dos que não têm base nenhuma, e, camufla a porta da humildade, agora pra era e, abertura dos instintos, nossos ritos de caminhos, acolhemos procedimentos mais elevados em longanimidade, pelo presente do hoje, pra ti manisfestado, basta manter teu ser sempre informado.
Talento tem tempo, se usar libera o dom, pro tom limpar, e, não alertar o medo, ou, o abuso do porque não se podia, ainda, fazer.
Meu talento pra ti não têm sinal de despedidas, pois, todos os dias me destes vida, em alegrias sempre há sorriár.
Todos os reinos deste mundo, se já não passaram, passarão. Somente o de Cristo, não tem fim. Por isso, examine-se o homem a si mesmo, se de fato já faz parte do único reino eterno e inabalável!
