So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Só realmente descansamos quando olhamos para dentro de nós e não achamos nada que nos incomoda. Esse é o caminho para paz absoluta.
Você não precisa de uma boa companhia para tomar um bom café. Ele por si só já é sua melhor companhia.
Não é só meu celular que me liga a você, e isso me assusta, mas sabe aquele susto que rimos no final, então, é desses, só que depois de um tempo continuo mostrando os dentes, kkkkkkkk
Necessitamos de grandes pensadores nãosó voltados a teoria, mas sim na prática ea constante luta pelo Brasil melhor e maisjusto, independentemente de Ideologia, Partido Político,Classe Social, Cor / Raça, Religião e Credo.
Cadaum fazendo a sua parte.
A colheita de sentimentos plantados em corações com solos não férteis... só são reconhecidos quando a germinação das sementes são em vão e a vida dos pequenos germinados insistentes... começam a dar sinais de adeus. Assim é: no dia a dia da vida. Assim é: no amor eterno enquanto dure. Não se escutam só as palavras: é preciso ouvir e estar atento aos sinais...!
Belo amor
O amor que nos convem
So ele nos mantem
Ao enlouquecer
NÃo devemos temer
Para nos alegrar vamos la
Uma detancia do amor
Ali estar a bela flor
A quem nos encantou
A beleza mais pura
E aquela que dura
Mais ali vem
Aquele amor
Que nos faz bem .#26;#26;
De Anderson santos
24/12/2020
Só expõe a verdade quem não depende dos mentirosos e nem de mentiras, para viver. Os demais se rendem à hipocrisia, muitas vezes por conveniência ou por prudência
Quem sabe amanhã
eu entenda
que o dia não precisa
estar sorrindo pra mim
Ele já é uma dádiva
Só por ser
dia
Que eu entenda minha tempestade
Que por mais intensa
frenética, confusa e enfurecida que for
sempre resultará em
aprendizado
Quantos amores de primavera, terminaram no verão?
Amores
Amados e vividos
Somados e subtraídos
Destinados a ser
sempre
lembranças
No fundo do meu copo
busco encontrar uma resposta
pro que nem tem questionamento acurado
E sempre que não encontro
completo o copo novamente
Cheguei as 08h00 da noite
Já são 06h00 da manhã
E meu copo ainda está cheio
Pura falta de encontro
A cada dose solitária
que desce na garganta
seca
uma discussão se inicia
internamente
A cada palavra pensada
um mundo de possibilidades
Vagamente me escuto
E sempre encontro
um motivo pra adiar
Me adiar de ser eu
De pensar como eu
De viver o eu
Totalmente eu
Ou será que estou sendo eu?
Em alguns momentos
não me sinto culpado
nem infeliz
parece que agi de conforme
E muitas vezes volto a me questionar
Mas será?
Será mesmo o benedito? Caramba
essas coisas só acontece comigo?
Não sei se sei,
se nada sei
se realmente duvidei
se senti
Só sei que da vontade
e quando mato a vontade
Me sinto culpado
Por parecer errado
Ué mas errado pra quem
se não me fiz mal
e nem a ninguém
Agora, se minha sinceridade lhe fizer mal
paciência
não tenho um coração indireto
Não me culpo
Por saber, que fiz o que tinha que ser feito
por não me arrepender
SERÁ QUE SÓ VC NÃO VÊ?
No livro Ensaio sobre a cegueira, escrito pelo português José Saramago, uma pandemia aflige o mundo. De repente, todos perdem a visão. Sofrem uma cegueira branca. No começo, parecia que as pessoas iriam se ajudar, ser solidárias, melhores. No entanto, os problemas da sociedade logo ressurgem e são potencializados, já que ninguém “enxerga” a mudança necessária para o bem coletivo. Com essa cegueira moral, o instinto de sobrevivência prevalece, sobrepuja a razão, o ódio subjuga sentimentos altruístas. Impera o egoísmo, enfim.
A palavra instinto nunca foi tão presente na contemporaneidade.
Analogamente à obra literária, vivemos também uma pandemia, só que da Covid-19 em franca mutação. Quando ela começou muitos gestos maravilhosos aconteceram. Alguns foram divulgados nas mídias sociais. As pessoas pareciam que aprenderiam alguma lição sobre fraternidade e comunhão. Todo dia, às 18h, um vizinho ancião tocava a Ave Maria em sua flauta doce, da sacada da janela. Ao término, todos os vizinhos aplaudiam de suas janelas.
Até então não havia vacina, nós éramos a cura.
Com o tempo, a cegueira moral se abateu sobre muitos. Indivíduos sem máscara. Outros em aglomerações. Uns tantos negando a pandemia. Outrem oferecendo pseudofármacos. Dois médicos, renomados, minimizavam a gravidade do patógeno e vieram a óbito por causa dele. E tudo isso envolto em informações, contrainformações, falsas informações. Enfim, uma cegueira moral despencou sobre nós. A nossa cegueira branca.
Mas aí chegou a vacina. De vários grupos científicos. A britânica Oxford-AstraZeneca, a estadunidense Moderna, a germano-estadunidense Pfizer BioNTech, a russa Gamaleya Sputnik V, a sino-brasileira CoronaVac. Infelizmente, o imunizador – não importa qual – poderá a longo prazo reduzir os efeitos dessa silenciosa e sufocante enfermidade viral, contudo a corrupção humana ainda levará tempo longínquo para ser publicizada como a mais letal e senecta doença entre os humanos.
Autoridades que deveriam dar o exemplo nesse momento tão triste da história do homo sapiens furam a fila do imunizante para se beneficiarem, como se fossem capitães de um navio a fugir no primeiro bote salva-vidas. No nordeste brasileiro, os prefeitos de Antas(BA), Candiba(BA), Itabi(SE), Guaribas(PI) adotaram a máxima: “Farinha pouca, meu CoronaVac primeiro”. Além deles, há vários... filhos e filhas de sicrano, queridinhos de beltrano, os amores de fulano.
Eis que o norte do Brasil se asfixia e tenta clamar por socorro. Na Bíblia, há o livro de Salmos cujo capítulo 42, no versículo 7, traz a mensagem “Abyssus abyssum invocat”, ou seja, um abismo chama o outro. No norte do país, os estados do Amazonas (Falta de oxigênio em Manaus), Amapá (apagão e colapso dos hospitais) e Rondônia (falta de leitos e médicos) mostram o extremo a que podem chegar as más gestões e desvios de verba em solo pátrio.
Enquanto isso, na fantástica terra do leite condensado, o mandatário da nação vai a uma churrascaria na companhia da matilha política, além de artistas, como Naiara Azevedo, Amado Batista e Sorocaba. De mórbida praxe, ao final, o mascarado presidente sem máscara deleita-se em selfies e aglomerações contagiantes...
No livro Ensaio sobre cegueira, aos poucos, a cegueira branca se foi. Abriu-se uma perspectiva de o mundo ser um lugar melhor, no qual as pessoas agora percebam que quando enxergavam eram cegas de amor. E, como se o universo ou Deus, permitisse uma segunda chance, o homem então mais racional poderia compreender finalmente a relevância das emoções, principalmente aquelas que nos fazem querer abraçar o outro em qualquer sentido benevolente da palavra.
O Brasil anseia por um final tal qual o da ficção. Todavia, na catarata dos sonhos, está tudo branco ainda, ainda está tudo escuro, então.
A superação só foi possível quando eu parei de dizer "eu não quero" e passei dizer "eu não preciso".
Continuar amando é fácil, é só não esperar algo em troca do bem que fez, é só não pensar que o outro é igual a você, é só não buscar a perfeição e ser compreensivo.
Culpe a si mesmo, pelos seus infortúnios.
Mas não deixe ninguém pisar em cima de você, só para mostrar o quanto ele é superior.
Às vezes a gente erra, às vezes a gente vê e às vezes não, às vezes a gente sabe e às vezes só desconfia, às vezes a gente reconhece e às vezes justifica, disserta, exemplifica, se baseia, na tentativa frustrada de enganar a si mesmo... Às vezes a gente vê 100%, mas o outro vê 50, 30, 10, ou nada. Às vezes de fato estamos errados e se nossos olhos não alcançam tal nível de clareza, de alguma forma isso precisa ser evidenciado, e na maior parte dos casos é, há uma lista infinita de meios e possibilidades de mostrar, então se você vê, mostre, porque podemos evitar muitos equívocos com simples "toques".
“Resolvi, quero renascer!
Sei que ainda vou errar muito,
Só não sei, se conseguirei amar de novo.
Pouco ou muito, mas vou viver”
