So Nao Muda de Ideias que Nao as tem

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⁠Se não houver críticas não haverá evolução, pois só haverá evolução quando a crítica for ouvida!

​A realidade é uma peça única; não dá para selecionar só o que convém sem comprometer o valor do conjunto.

Quando as palavras
Não unem mais
Dois corações.
Só nos resta as lágrimas
Para abraçar nosso coração
Nesta dor solitária!

Não é sobre ler o que foi escrito,
pra alguns é só fazer por fazer como todos fazem. Mas lidar com o que é vivo exige mais que isso, exige escrúpulo… mesmo diante do desprezo.


DeBrunoParaCarla

Amor que não se mede…
porque não cabe em números,
nem em promessas, nem em tempo.
Só existe


DeBrunoParaCarla

Não é autêntico quem trai a si mesmo só para se encaixar no aplauso alheio.

Não procure no espelho dos outros, aquilo que só teus olhos podem ver dentro de tua alma.

Carinho quando especial é aquele que toca não só o coração mas também a alma das pessoas!

A amizade não mede o que falta; permanece. A conveniência só chega quando os frutos já estão maduros sobre a mesa.

Não é só jejuar na quarta, ler a Palavra na quinta e ir à igreja aos domingos; é também tratar bem a esposa. Mas, irmão, minha esposa é difícil. Coloque o rosto no pó e ore.

« Compare o eu de hoje com o eu
de ontem. Se não mudou nada,
você só ficou mais velho. Não mais
homem. »

⁠Os maus só acreditam que são a maioria, porque os bons não aprenderam fazer barulho.

⁠Bom era quando clamávamos para chover só para dançar na chuva, não para chorar escondido.

Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

⁠Não tive nada a ver com o 11 de setembro… Só carrego a Culpa, a Gratidão e a Graça de ter nascido num dia bom, com a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

Só veem essa medonha polarização com bons olhos, os que já não veem com os olhos seus.


Isso porque a polarização rouba a visão verdadeira e substitui a percepção da realidade pelas lentes dela.


Quem se deixa aprisionar por ela já não enxerga com clareza — apenas repete os reflexos que lhe oferecem.


A polarização estreita horizontes, fabrica inimigos imaginários e ensurdece para qualquer voz que não ecoe na própria trincheira.


O olhar, antes capaz de contemplar a complexidade da vida, passa a se contentar com a caricatura de “nós contra eles”.


E o mais trágico é que, nesse processo medonho, não se perde apenas a neutralidade: perde-se também a capacidade de enxergar o lado humano do outro.


Perde-se a liberdade de pensar com a própria cabeça, porque ver com os olhos alheios, nunca será o mesmo que enxergar com os próprios olhos.

⁠Os que só veem a Felicidade nas Grandes Conquistas, ainda não tomaram Vento na Cara com ela no Carona.


O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.


Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.


Sem revolta, passamos o Natal no hospital.


Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.


Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.


E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.


Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.


Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.


Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.


Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.


Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.


Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.


Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!


A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!


Amém!

⁠As Algemas não seriam só um Detalhe para acariciar o Ego de uma Sociedade quase sempre Algemada?


Talvez o fascínio pelas algemas não esteja no aço frio que restringe os pulsos, mas no calor simbólico que conforta consciências inquietas.


Há algo de profundamente revelador na forma como celebramos o ato de prender — como se, ao assistir alguém ser contido, experimentássemos uma ilusória sensação de ordem, de justiça cumprida, de mundo corrigido.


Mas, e se essas Algemas, tão aplaudidas quando estão nos outros, forem apenas o reflexo de correntes mais sutis que carregamos sem perceber?


Vivemos cercados por Prisões que não fazem barulho: crenças que não ousamos questionar, narrativas que adotamos como verdades absolutas, paixões políticas que sequestram a razão.


Algemas invisíveis, porém muito mais eficazes — porque não nos provocam incômodo suficiente para desejar liberdade.


Nesse cenário, o Espetáculo da Punição cumpre um papel curioso: ele distrai.


Ao focarmos no “culpado” da vez, deixamos de encarar os mecanismos que nos aprisionam coletivamente.


A indignação seletiva vira entretenimento.


E o rigor, quando conveniente, vira virtude.


Talvez por isso as algemas — no outro — seduzam tanto.


Elas oferecem a confortável ilusão de que a liberdade é uma condição natural — e que só alguns poucos, os “outros”, precisam ser contidos.


Mas uma sociedade que se acostuma a aplaudir correntes deveria, antes de tudo, desconfiar da leveza com que movimenta as próprias mãos.


Porque o verdadeiro cárcere não é aquele que limita o corpo, mas o que Anestesia o Pensamento — e esse, quase sempre, dispensa Algemas Visíveis para cumprir seu papel.

⁠Não bastasse a justiça brasileira fazer tanta cerimônia para se amostrar, só para o povo acreditar que ela ainda existe, ainda incita o justiçamento.


Há algo de profundamente contraditório quando a instituição que deveria ser o último refúgio da razão se transforma, aos olhos do povo, em um palco de encenações.


A liturgia excessiva, os ritos intermináveis e os discursos rebuscados parecem, muitas vezes, menos comprometidos com a justiça em si e mais com a manutenção de sua aparência.


E quando a forma passa a valer mais que o conteúdo, abre-se um vazio extremamente perigoso — aquele onde a confiança deixa de habitar.


Nesse vazio, cresce a sensação de abandono.


O cidadão comum, cansado de esperar por decisões que nunca chegam ou que chegam tarde demais, começa a flertar com soluções imediatas, ainda que brutais.


Não por vocação à violência, mas por desespero diante da ausência de respostas justas.


E é nesse ponto que o risco se torna ainda maior: quando a justiça institucional, ao falhar em ser justa, acaba, ainda que indiretamente, legitimando a injustiça praticada pelas próprias mãos.


O justiçamento não nasce do nada.


Ele é fruto de um terreno onde a impunidade é percebida como regra e a lei como um privilégio seletivo.


Quando o povo deixa de acreditar na justiça, não é apenas a credibilidade de um sistema que se perde — é o próprio pacto social que começa a ruir.


Afinal, se cada um passa a ser juiz, júri e executor, o que resta da convivência civilizada?


Talvez o maior desafio não seja apenas fazer justiça, mas fazê-la de forma visível, compreensível e, sobretudo, confiável.


Porque a justiça que precisa se provar o tempo todo, talvez já tenha, em algum momento, deixado de ser reconhecida como tal.


E quando a justiça precisa gritar para ser notada, é possível que o silêncio da sua ausência já esteja ecoando há muito mais tempo.