So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
"Vejo você nas sombras... eu quero!
É simples, não complique... venha comigo.
Vejo você nas sombras... eu espero!
É simples, não complique... você não é apenas um amigo!
Você me abre o céu azul... penso: me ame!
É simples... seja paciente.
Você me abre o céu azul... você diz: me ame!
É simples... experimente!
Eu sei que você também quer.
Está nos seus olhos, na sua respiração ofegante.
Suas mãos tremem, meu corpo se arrepia... é verdade, basta ver.
Existe uma química básica e simples... me ame, me deseje, me aceite!
1... 2... 3...
Meu peito estremece!
4... 5... 6...
Vamos ver o que acontece!
7... 8... 9...
Chegou a nossa vez... se entregue."
Se eu quiser ser um bom escritor, não posso ter uma vida medíocre, pois a vida é a inspiração das palavras. Ou o meu sofrimento foi inútil.
Não devemos desrespeitar os políticos o que devemos fazer é confrontar suas ações com seus ideais e assim marcar sua conduta.
Viva tudo que a vida lhe permitir, construa tudo que puder construir , não mantenha na sua vida quem não te deixa sorrir.
A ALMA
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Muitos querem enxergar a alma alheia,
há até aqueles que se dizem videntes,
mas não percebem que o mais importante
é conhecer tudo senão da sua própria alma.
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TENHO MEDO DE VOAR (III)
Como pode?!...
Não entendo como a pessoa se anima tanto a voar,
E até a trabalhar,
Nas alturas,
Numa aeronave, solta no ar.
Vendo aviões nos ares
Fico a pensar sobre as criaturas
Viajando neles expondo suas vidas,
A um grau de risco no mínimo questionável.
Já busquei ajuda
Numa específica literatura,
Para ver se me encorajava voar
Em asas duras.
Mas ainda não fui convencido
Quanto a este heróico ato de bravura.
Como pode?!...
Teria que ser um brasileiro,
Mineiro,
Homem simples do interior,
Autodidata... Roceiro.
O "pai" de tamanho invento?!
É incrível alguém ter tamanho intento!
A ousadia e desenvoltura;
Para desafiar gravidades, alturas,
As Intempéries, a força do vento!...
Como pode?!...
O avião me fazer tremer de medo
Aqui do chão,
Só de vê-lo pairando no ar,
Como um colibri,
Ou em movimento,
Como um trem doido demais!
Como pode?!...
Eu viver tanto tempo,
Sem coragem de cruzar o infinito
Nas asas desse trem bonito?!...
Alberto Santos Dumont teve essa coragem de voar,
Desfrutou desse prazer e achou sua obra prima,
Um trem bom demais da conta!
Cá entre nós, sem espalhar pra muita gente,
Vou continuar dizendo o que sempre disse:
Não tenho medo nem de serpentes.
Mas prefiro viajar a pé
Até meu destino final,
Ou ainda, em lombo de animais,
A deixar os filhos e a viúva,
Em tristes ais (06.01.16).
"A fé sem as obras é morta" não quer dizer apenas que a fé sem obras é uma fé diminuída, incapaz de salvar. Quer dizer que ela NÃO OPERA como verdadeira fé, que é mera crença ou idéia e não fé, isto é, que ela não existe de maneira alguma. Se a fé mesma já não é em si um agir, um trabalho, uma OBRA no interior da alma, ela não existe exceto como hipótese.
Quem não fica feliz com a felicidade dos outros não fica no facebook. Por isso, estou perdendo membros.
"Coração meu, não, agora não...
senão todas essas palavras serão inúteis
não terão luz,
não terão cor,
não terão sentido
nem terão significado para o amor."
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"Se você ama e também é amado,
serás sempre feliz...
Se você ama e não é amando,
poderás ser feliz ou não...
Se você não ama e também não é amado,
por certo serás infeliz para sempre...
MATURIDADE
Ednaidegp
A gente pensa que quando chegamos a certa idade, não voltamos a passar por certas coisas, que “jamais” voltaremos a cometer os mesmos erros do passado, acreditamos que a experiência de longas datas de vida nos dar essa imunidade. Será?
Seriamente, olhando por outro ângulo vejo o contrário, percebo que é exatamente nesse estágio a permissão de voltar atrás com maior intensidade, nos damos o “luxo” de dizermos e entendermos o quanto vivenciamos várias histórias, fazemos jus de uma caminhada que está numa trajetória para o fim... Mas o fim do que? Certamente por um fim na ilusão da perfeição.
A maturação é a segurança de nossas prioridades, erramos e repetimos quantas vezes for necessário, pois perdemos o medo e a ingenuidade de como somos visto pelo o “outro” para valorizarmos como somos visto por “nós mesmos”. Deixamos de ver como os outros e enxergamos pelos outros... Colocar-se no lugar alheio é no mínimo o respeito às diferenças e é por sermos um ser singular que fortificamos o direito de errar.
Quais nossas limitações? Até onde podemos ir? Vencer nosso ego permitir-se apreciar o que não sabemos por que ainda podemos aprender, não nascemos sabendo de tudo e não vivemos numa ignorância absoluta, todos os dias aprendemos, todos os dias temos a chance de mudar, reconhecer.
Cada aprendizagem, por menor que seja ajuda-nos a ultrapassar o número de páginas de um livro de papel à autenticidade das páginas do livro da vida.
