So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Eu levanto a minha voz, não para que eu possa gritar, mas para que aqueles sem voz possam ser ouvidos... não é possível prosperar quando metade das pessoas ficam para trás.
Nada alem de algumas incríveis lembranças que não se esquecem a verdade é que haverá outras garotas quer dizer, assim espero, mas você nunca terá esse primeiro amor novamente, esse primeiro amor sempre será ela... ( ABC do Amor)
Ser correspondido é tão importante quanto sentir, quanto amar. Não adianta de nada você depositar o seu amor, e não receber nada em troca. Busque se interessar/relacionar pelas pessoas que te valorizam, te respeitam. É necessário ser amado SIM. Não vem com essa de que você ama tanto que vale pra dois.
N Ã O!
Não é exigir o amor de alguém, ou que alguém corresponda o que você sente de forma igual. Nunca é igual. Mas se não é correspondido, mude. Joga tudo pro alto e pensa em você.
Se ame! A partir do momento que você se ama, você entende o quanto é necessário receber isso dos outros também. Não por ego ou vaidade, mas porque as coisas mais lindas da vida estão na RECIPROCIDADE.
Reciprocidade é TUDO! Queiram ser amados, se importem com isso. Nenhuma relação é verdadeira se não for mútua.
A vida é cheia de amores, alguns não correspondidos, outros mal interpretados, e sem falar daqueles que foram guardados apenas para sí, mas sim, de fato a vida é cheia de amores.
Amores que à alguns fazem bem e a outros nem tanto, mas sim, de fato a vida é cheia de amores.
Amores alguns até que maravilhosos, já outros imperfeitos, mas sim, de fato a vida é cheia de amores, e de todos os amores que eu pude ter, o amor próprio foi o que eu mais gostei de viver.
Uma lembrança bonita não é saudade. Saudade causa incômodo físico. É quando o corpo diz mudo: - volta pra casa? E a alma, desnuda, responde: - quem sabe um dia...
Quarta-feira chegou e não está sozinha, veio acompanhada de uma chuvinha. Simbora! É hora de avaliar as indecisões e dar um salto de qualidade. A vida merece, você merece. Feliz dia!
Meu passado era parte de mim e moldava quem eu era agora, mas não definia quem eu me tornaria. Não me controlava.
Não há intensidade de amor ou sentimento que não envolva o risco de uma dor incapacitante. É um dever assumir esse risco, para amar e sentir sem defesa ou reserva.
A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.
Não importa o quanto você se esforce pra comunicar certas dores para alguém, no fim do dia elas são só suas. Amores que nunca foram. Memórias sepultadas. Ninguém nunca vai conhecer o toque gelado dos seus fantasmas, e, ainda assim eles, são tão reais, vagando, dançando, arrastando correntes pelos porões da consciência. De dia, espetam seu coração com espinhos; de noite, sussurram que você é insignificante. Vai ver eles só estejam entediados, revoltados, por terem sido enterrados vivos.
O povo busca um “salvador” na política e nela ele não estará, aí cada um de acordo a sua consciência escolhe seu reflexo para lhe representar...
Não se engane achando que a sua felicidade está longe, porque, ao contrário disso, ela está perto... e muito perto! Basta algum dia você olhar para o lado. E com certeza eu vou estar lá nesse dia, só para ter a certeza de que realmente você a encontrou.
Eu não chego querendo ensinar nada nos lugares que eu vou, eu chego querendo aprender. Se tenho que ensinar algo para alguém, é para mim mesmo.
Fazemos nossos sonhos e também nossos pesadelos, não somos a história, mas ela dirá quem somos ou que fomos.
Sou impulsiva e não consigo viver nada pela metade. A superficialidade me irrita..... Tenho poucos amigos, mas faço qualquer coisa por eles. Tive um grande amor, mas a morte o levou..... sou uma romântica incurável... Pareço forte, e sou, mas menos do que as pessoas acham. Tenho uma fragilidade que poucos, muito poucos conhecem. Uma delicadeza e uma doçura que busco sufocar para poder viver. Em um primeiro contato,me acham pedante...mas é que sou tímida, e a presença de estranhos me coloca na defesa.....Não é fácil passar esta barreira. Gosto de dançar e de falar. Sou meio barulhenta... mas me refugio no silêncio. Erro e erro muito, mas reconheço meus erros. Sei pedir desculpas e lamento muito não poder corrigir o mal que fiz a algumas pessoas. Sou ética e tenho caráter, apesar de errar. Sempre acho que as pessoas merecem uma segunda chance e que podem ser melhores.
