So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Gratidão, apreciação, dar um "obrigado". Não interessa que palavras você use, elas significam a mesma coisa. Felicidade. A gente deveria ser feliz. Gratos pelos amigos, pela família. Feliz apenas de estarmos vivos. Quer gostemos disso ou não.
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Talvez a gente não devesse ser feliz. Talvez gratidão não tenha nada a ver com alegria. Talvez ser grato signifique reconhecer o que você tem pelo que é. Apreciar pequenas vitórias. Admirar a luta que é para simplesmente ser humano. Talvez a gente seja agradecido pelas coisas mais familiares que conhecemos. E talvez sejamos agradecidos pelas coisas que nunca conheceremos. No final das contas, o fato de termos coragem pra continuarmos firmes de pé é razão suficiente para celebrar.
A Plenitude da imaturidade!
Quando nos casamos, éramos ambos apaixonados e românticos. Não conseguíamos ficar no mesmo ambiente sem trocar olhares, abraços, toques. Dormir ou sair do mesmo ambiente significava uma despedida que exigia um beijo ou abraço. Acordar ou voltar ao ambiente representava um reencontro que também exigia o mesmo. O sentimento era: “Que alívio que vc está de volta”! Isso transmitia amor, saudades, alegria e uma imensa sorte por termos encontrado um ao outro. Com o passar do tempo, pouco a pouco isso foi se perdendo. Pouco a pouco um coração dizia ao outro: “Você não é mais tão importante. Não sou tão sortudo ou sortuda por ter você ao meu lado. Não sinto sua falta quando você sai nem quando vc viaja” Com isso um coração ouvia: “ Não sou mais amado!” Dura convicção imatura. Imensa dor infantil que só uma criança sabe como dói. Os adultos sabem apenas que é bobagem. Mas a dor da criança, neste caso um adulto, é real. Ao refletir, o adulto reconhece que o que foi perdido não significa que o amor se foi, mas sim que surgiu uma nova forma de amar. Uma forma mais fria, mais distante, menos intensa, com menos desejo, menos carinho, menos emoção, porém mais madura. A adaptação a essa nova forma é sofrida e dolorosa. O coração se questiona: “Será que vou me adaptar? Será que quero me adaptar? Essa nova forma é capaz de trazer plenitude? “ Não sei a resposta. Só sei que nesse momento almejo um amor maior! Gostaria de ter permanecido na imaturidade!
O Momento Decisivo: O Instante que Não Volta
A fotografia vive do instante. Há um segundo exato em que tudo se alinha: a luz, o gesto, o olhar, a atmosfera. É nesse ponto de encontro que nasce a imagem única, impossível de ser repetida.
O momento decisivo não é apenas técnica — é sensibilidade. É estar presente, atento, entregue ao que se revela diante de si. É confiar que, em meio ao fluxo da vida, há uma fração de tempo que guarda a eternidade.
Quando o clique acontece, não se captura apenas uma cena. Captura-se o irreversível: aquilo que não voltará a acontecer da mesma forma.
E é justamente por isso que a fotografia emociona. Ela congela a vida no exato ponto em que ela estava prestes a escapar.
A arte de fotografar é, então, a arte de estar pronto. Pronto para ver, sentir e decidir. Porque o tempo não espera — mas a imagem, uma vez feita, resiste ao esquecimento.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Eu devo ser uma sereia... Não tenho medo de profundidades, mas tenho um grande medo de uma vida superficial.
Não vou pedir o seu perdão, porque o que fiz é imperdoável. Eu estava tão perdida no ódio e na vingança...
Não existe razão para se envergonhar do passado quando tudo é parte do que te fez ser a pessoa maravilhosa que você é hoje.
Todo casal deveria entender uma coisa.
Que uma briga não é motivo de separação.
Que uma chamada não atendida não é traição.
Que ciúmes não é insegurança.
Que os planos são para realizar.
Que o perdão é fundamental.
Que a safadeza é na hora certa e a felicidade seja vista todos os dias.
E que o amor não acaba por qualquer briga boba e pedir desculpas nunca é demais.
Não sei o que se passa na cabeça de uma pessoa que diz estar com saudades, mas não quer dar fim a ela.
Ter fé não é garantia de prosperidade, mas de estar satisfeito em Deus e viver feliz na abundância ou na necessidade.
Você não é humana. Foi tão cortada, esticada e puxada que não sobrou nada. Jogou fora sua humanidade. É só pele, Cassandra. Só batom e pele.
Aos poucos vamos percebendo que certas pessoas já não nos fazem falta mais, que certas atitudes já não nos machucam como antes e que certos sentimentos já não nos causam dores. Aos poucos vamos aprendendo que solidão não é estar só e que carência não é ausência de afetos. Aos poucos vamos conduzindo nosso próprio sentir, disfarçando alguns olhares, definindo alguns sorrisos, selecionando alguns abraços. Aos poucos vamos percebendo que equilíbrio nem sempre é sinal de sensatez e que perdê lo em alguns momentos é apenas um ato de se libertar . Aos poucos vamos compreendendo que mudar não é se anular e que se perder é apenas uma forma bem maluca de se reencontrar. Aos poucos vamos nos desapegando de velhas ilusões e nos permitindo viver o novo que a vida da , Aos poucos vamos descobrindo que caráter, valores e sentimentos andam juntos e ambos é que nos fazem crescer por dentro..Aos poucos vamos nos conhecendo..
Eu não sei se você entende que se pode fazer poesia apenas arranjando bem as cores, assim como se pode dizer coisas reconfortantes com música.
Não existe estrada sem pedras, cada pedra dá um direito a vitória ou a derrota, basta saber fazer a escolha certa;
Não existe um único caminho e sim vários, para que possam ser analisados e, enfim, decidir o melhor caminho a tomar;
Não existe fácil nem difícil, tudo na vida é dito conforme nossa vontade e persistência para qualquer realização.
