So Nao Muda de Ideias que Nao as tem

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A alma que entende seu propósito brilha como uma estrela acesa por Deus, nunca se apaga, apenas muda de constelação para iluminar outras vidas.

O mundo muda, as pessoas mudam, mas as Promessas de Deus, Seu Amor Inabalável e Sua Palavra permanecem, como Luz que nunca se apaga.

⁠Turbilhão de Mudanças: Em Busca da Própria Luz

Em um piscar de olhos, tudo muda,
Após o ensino médio, a jornada se escuda.
Mais um na sociedade, em meio ao turbilhão,
Em busca de um lugar, nesse mar de solidão.

O rumo incerto, a incerteza no ar,
A pressão do sistema a nos sufocar.
Mas lembre-se sempre, amigo meu,
Em meio ao caos, tua luz reluz no breu.
Não sejas apenas mais um a vagar,
Em busca de sonhos que possam te amparar.
A força está em ti, no poder de acreditar,
Que tua vida importa, mesmo em meio ao pesar.

Siga adiante, com coragem e fé,
Pois em cada esquina há uma nova maré.
E mesmo na sociedade capitalista e voraz,
Teu brilho único há de encontrar sua paz.

Às vezes o "diferente" se torna mesmice e nada muda.

Depois que você passa a observar o comportamento das pessoas, tudo muda!

Quando você muda por dentro tudo muda ao seu redor... se envolva de pessoas de bem que lhe querem bem... lembrando que errar é humano e quem te ama irá lhe corrigir não te largar pelo caminho... acredite que ser quem é e abri o coração sempre vai lhe proporcionar pessoa verdadeiras... e se um dia alguém lhe deixar por suas dúvidas esse alguém não te via com alguém... viva uma vida plena se liberte do que passou as cicatrizes vão lhe proteger para não pisar no mesmo abismo mas elas não podem lhe servir de prisão impedindo de buscar sua felicidade!

⁠Pode seguir a tua estrada dia noite muda a direção adiantar atrasar você é o controle até aqui, lá na frente o vazio é desconhecido.

⁠A mesma verdade nunca muda mas a mesma mentira você sempre precisará se lembrar o que falou.

Chega um dia na vida
Que a medida de tudo
Muda
A passagem do tempo
E a contagem das horas
Dinheiro contado
O Relógio emudece
Cresce a escuridão
Escurece
E tudo é medido
Pela altura
Nessa altura da vida
É que se descobre
Descobri
Que eu não sou quem eu era
Eu morri
Faleci de esperar
O dia que não veio
Morri de tanta espera
Bem no meio da vida
Esperei por ela
Parado
Bem no meio do passeio
Um arranjo de flores
Hoje, em meio a essas dores
Não sei se era pra mim
Ou se pra ela
Minha causa mortis
Desnuda
Fingindo vestida
Foi vida
De todo despojada
Minha vida me matou
Enquanto a vivia
Triste a morri
E a vida seguia
Morri de vida
Sem rumo
Sem prumo e nem norte
Eu morri uma morte linda
de morte despercebida
Enquanto a vivia ainda.

Edson Ricardo Paiva.

⁠O Tempo é igual para todos o que muda é o final…
Sejamos como o vento que está sempre em movimento.

A cura muda a forma de enxergar, muda o pensamento, muda a energia, muda o gosto e até a forma de você rir, permita-se.

Quando a inquietação te visitar, observa-a como farás com uma nuvem passageira.
Nada que muda tão rápido merece o governo da tua mente. A calma nasce quando recusas ser arrastado pelo que não depende de ti.

O mundo muda, o destino muda,
as pessoas mudam.
Mas a virtude permanece.
E é nela que você deve repousar.

Quando o mercado muda, mude a estratégia — nunca o sonho.

O mundo muda quando alguém decide pensar em trilhões.

A riqueza que muda gerações começa com uma decisão interior.

Nosso porto inseguro

Morre um pouco de vida no sonho frustrado,
mas o sonho dá muda e renova o caminho,
revisita o passado em razão do futuro
que se rende às verdades de boa raiz...
Vivo desse voltar das entranhas do fim;
desse fundo que o poço no fundo não tem,
quando quem o conhece não quer prosseguir
pela sombra do nada e sua desistência...
Os que nascem das mortes vivem como nunca,
têm o sempre nas margens do seu nunca mais
lá na praia e no cais do seu porto inseguro...
Há um tempo a ganhar onde o tempo perdido
reconhece o sentido de voltar ao sonho,
recompor a vontade que se decompôs...

Tenho a impressão, cada vez mais nítida, de que o mundo muda em ritmo acelerado, enquanto a capacidade média de raciocinar com profundidade não acompanha essa velocidade. Há progresso técnico, mas pouco avanço na forma como muitas pessoas analisam decisões simples do cotidiano.
Com frequência, necessidades concretas são descartadas não por razões objetivas, mas por ideias futuras ainda não estruturadas. Troca-se o que é real e funcional por projetos que existem apenas como intenção. Visões de longo prazo são importantes, mas não substituem ações mínimas no presente. O que ainda não foi construído não pode cumprir a função daquilo que já é necessário agora.
Chama atenção o modo como o questionamento passou a ser mal recebido. Argumentar de forma lógica, pedir coerência ou exigir critérios tornou-se, para muitos, sinal de confronto, quando deveria ser parte natural de qualquer processo racional. Em vez de diálogo, surgem reações defensivas.
Percebo também uma dificuldade crescente em sustentar pensamento próprio. Muitas ideias são repetidas sem exame, assimiladas por conveniência ou pertencimento. Não se trata de má intenção, mas de ausência de método. Repetir é mais fácil do que pensar; aderir é mais confortável do que avaliar.
O resultado é um empobrecimento do discernimento. Confunde-se convicção com volume, opinião com verdade, intenção com resultado. Falta rigor intelectual — e, sobretudo, disposição para lidar com limites, dados e consequências reais.
Nesse cenário, supervisionar vai além de orientar tarefas. É manter os pés no chão quando o discurso se afasta da realidade. É lembrar que decisões precisam se sustentar em fatos, prazos e condições concretas. E que responsabilidade intelectual não é rigidez, mas respeito à realidade.

O budismo nos diz que nada é permanente, tudo muda, por isso devemos mudar também, como é difícil atingir o estado nirvana sob o caos. (Rosivaldo Oliveira)

O último dia, a última expectativa — e nada muda. O velho se disfarça de novo, o novo se veste de velho; a engrenagem continua a mesma, a roda gira e promete mudança enquanto tudo permanece igual. Quem aposta em novidade vai continuar esperando; o roteiro já está escrito e a cena se repete, sempre com a mesma trilha sonora de promessas vazias.
Tudo está programado para não mudar; a linha do tempo parece selada desde o começo. A balança permanece equilibrada do jeito que interessa a quem puxa os fios, e a vida segue num compasso que não nos pertence. Vivemos dias que se repetem como cópias baratas, onde o esforço vira rotina e a esperança, mercadoria rara.
Não peço aplausos, peço verdade. Quero ver coragem para rasgar o script, para admitir que somos moldados — pensamentos, desejos, escolhas — e que essa moldagem não é inocente. Cansou-me a hipocrisia de quem sorri enquanto manipula, de quem vende futuro e entrega o mesmo presente reciclado.
Que fique registrado: não é conformismo, é denúncia. É recusar a anestesia das promessas e gritar que merecemos mais do que um ciclo bem ensaiado. Se nada muda por fora, que mude por dentro — que a indignação vire ação, que a consciência deixe de ser programada e volte a ser livre.