So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Mas, se fosse o caso, é possível que eu não tivesse tantas lembranças felizes agora. Porque a paixão é sempre acompanhada da dor. E, quanto maior a paixão, maior é o sofrimento que ela proporciona...
Na economia de mercado não há outro meio de adquirir e preservar a riqueza, a não ser fornecendo às massas o que elas querem, da maneira melhor e mais barata possível.
O maior pecado não é vc mentir ou cometer um assasinato, o maior pecado é vc Dizer "Eu te amo" a uma pessoa e não ter nenhuma verdade nas suas palavras
Não me julgue.
Não me levante a mão.
Não tente me imitar.
Não sou perfeito.
Não quero ser perfeito.
Sou feliz assim,
Pois sempre tenho um sorriso estampado no rosto e uma história pra contar pra você.
Desculpe, você compreenderá que onde há amor, não há lugar para ressentimento. Ao se colocar na posição de quem erra, seja qual for o problema, você notará que a compaixão dissolve qualquer sombra de crítica. A existência humana é uma coleção de testes nos quais a Divina Sabedoria nos observa visando nossa habilidade para a Vida Superior. Quem hoje condena o próximo não sabe que talvez amanhã estará enfrentando os mesmos problemas daqueles companheiros que atualmente estão em dificuldade. Nos esquemas da Eterna Justiça, o perdão é a luz que extingue as trevas. Às vezes, aquilo que parece ser uma ofensa é, na verdade, um socorro oculto do Mundo Espiritual em benefício próprio. A misericórdia vai além do perdão, criando o esquecimento do mal. Em muitas ocasiões, a Divina Providência permite que cometamos erros para que possamos aprender a perdoar. A indulgência é a fonte que lava os venenos da culpa. O perdão é a fórmula da paz. Aprendamos a tolerar para que possamos ser tolerados.
Porque você não sabe, mas tenho corrido maratonas e vencido monstros gigantescos para conseguir sentir tudo isso sem arrancar minha cabeça fora.
"Você anda distânte ultimamente” Não, eu não ando distante. Apenas cansei de correr atrás de pessoas que não dariam nem 2 passos por mim.
Ela quer carregar o mundo. Nos braços, nas costas, no bolso, no coração. Não importa o peso, ela aceita o desafio. Tem pressa, tem sede, mil idéias e ideais. Faz planos, mas, impulsiva, fica na expectativa do "grand finale" e se atrapalha. Ainda assim, ela continua. Tropeça, aprende e recomeça. Ela quer conhecimento, horizontes e motivos pra sorrir. Mais dias no calendário, mais noites e madrugadas e mais de vinte e quatro horas, só pra variar. Ela é uma, mil em uma e não tem sono no fim do dia. Mas às cinco, a tortura, ela tem sono pra acordar. Arruma e desarruma armários, a vida, o pensamento. Rabisca e guarda papéis, paga contas, revê fotos, amigos e filmes preferidos. Ouve e sente boa música, aumenta com prazer o som e quando é injustiçada, ela desaba e perde o tom. Se mostra mulher, se vê menina e quer pintar o quarto de lilás. Ela já teve mais pique, mas mesmo cansada persiste. Aposta no que há de vir e não desiste da correria. E ela corre... contra o tempo. Do tédio e da solidão. Cozinha quando tem fome, inventa receitas inéditas, tem preguiça aos domingos, pinta as unhas de vermelho, aprende um novo idioma, compra e lê um velho livro, sonha e busca um novo rumo, abraçamuitos, briga com meio mundo e escreve sobre o amor."
Indecisão
Estou aqui!!!
Mas você parece não notar
Então me pergunto:
Vale a pena insistir??
Mas a resposta...Eu não sei
Talvez ir embora seja a melhor coisa
Quem sabe assim, poderá sentir a minha falta
Eu queria que tudo fosse diferente
Eu queria poder sentir você
Te sentir como eu sentia antigamente
Quando tudo parecia tão certo
Quando em mim não havia dúvidas sobre você
Talvez, partir seja a melhor solução
Pois, acho que ficando vou acabar sofrendo mais
Mas para que lugar eu vou?
Quem vai me mostrar a direção?
Se foi com você que eu descobri o meu caminho
Minha cabeça agora está girando sem parar
Não sei o que fazer...
Cada dia que passa fico cada vez mais confusa
Tento mostrar que tudo está tranquilo
Mas quem realmente me conhece, sabe que não
Meu coração está pedindo ajuda
Mas sinto minhas mãos atadas
Eu não consigo me decidir
Não sei mais se quero ficar ou partir
Acho melhor entregar ao destino
Deixar você ir primeiro
Deixar a dor ser mais forte
Lamentar não vai adiantar mesmo
Então, a chave da porta está aqui
Decida o que vai fazer com ela
Se quiser ficar...Entre!
Mas se quiser partir...Abra a porta e vá!
Seremos donos do nosso amanhã, se estivermos unidos
Em sintonia com os nossos sonhos mesmo se não formos iguais,
Pois não somos iguais.
EU SEI, MAS NÃO DEVIA
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora, a tomar café correndo porque está atrasado.
A gente se acostuma a ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo na viagem, a comer sanduíches porque não tem tempo para almoçar.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios, a ligar a televisão e assistir comerciais.
A gente se acostuma a lutar para ganhar dinheiro, a ganhar menos do que precisa e a pagar mais do que as coisas valem.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não a das janelas ao redor.
A gente se acostuma a não abrir de todo as cortinas, e a medida que se acostuma, esquece o sol, o ar, a amplidão.
A gente se acostuma à poluição, à luz artificial de ligeiro tremor, ao choque que os olhos levam com a luz natural.
A gente se acostuma às bactérias da água potável, à morte lenta dos rios, à contaminação da água do mar.
A gente se acostuma à violência, e aceitando a violência, que haja número para os mortos. E, aceitando os números, aceita não haver a paz.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza para preservar a pele.
A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde por si mesma.
A gente se acostuma, eu sei, mas não devia.
Esta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo.
Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.
Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança de língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida.
Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega. Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queda não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem e límpida.
