So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Juro que te amo
mas não sei ate quando
me descobri no teu sorriso
sincero, meigo e profundo
que desencadeou os portais
do meu mundo obscuro.
Você não precisa me entender, basta me amar. Se não me amar basta me aceitar. Se não me aceitar dá unfollow e não se fala mais nisso.
As pessoas muitas vezes me perguntam por que eu não tenho namorada. Então eu sorrio e digo: tenho milhares, só que algumas ainda não me conhecem.
Sem desandar, sem humilhar ninguém, é assim que eu quero ser, sim, uma pessoa melhor. Não melhor do que ninguém, mas o melhor que eu puder ser.
Seus motivos para justificar a guerra não importam religião, filosofia, recursos, terras, vingança, amor, até um capricho, não importam o quão trivial seja o motivo qualquer um pode causar uma guerra, sempre existira a guerra, o motivo pode ser descoberto depois, o instinto humano busca conflito.
Sinto-me em casa em qualquer lugar, embora não haja um lugar que eu possa chamar de lar.
Para responder ao cético arrogante, não adianta insistir que deixe de duvidar. É melhor estimulá-lo a continuar a duvidar, para duvidar um pouco mais, para duvidar cada dia mais das coisas novas e loucas do universo, até que, enfim, por alguma estranha iluminação, ele venha a duvidar de si próprio.
Não há como saber qual é o lugar mais seguro, então o melhor a fazer é estar em boa companhia.
Não chore à beira do meu túmulo, eu não estou lá. Estou no soprar dos ventos, nas tempestades de verão e nos chuviscos suaves da primavera. Não chore à beira do meu túmulo, eu não estou lá. Estou no brilho das estrelas e no cantar alegre dos pássaros. Não chore à beira do meu túmulo, eu não estou lá, eu não morri.
O problema da desigualdade social não é a falta de dinheiro para muitos, e sim o excesso nas mãos de poucos.
Não há mais do que cinco notas músicas, mesmo assim, a combinação dessas cinco faz surgir mais melodias do que jamais poderá ser ouvido.
Por exemplo: em uma sala de aula no colégio, uma discussão sobre se é certo ou não matar criminosos nunca aconteceria, mas se acontecesse, todos diriam: ”Não podemos fazer isso" e fingiriam ser boas crianças, é claro, essa a resposta é politicamente correta. Em público, as pessoas precisam manter esse tipo de fachada.
