So Nao Muda de Ideias que Nao as tem

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Não esqueça que não posso ver a mim mesmo, que meu papel é limitado a ser aquele que olha o espelho.
(Poeta francês Jacques Rigaut)

Deus não vem em pessoa para abençoar.
Ele usa os que estão aqui dispostos a cumprir essa missão.
Todos nós podemos ser anjos.

Quando eu era alienado
Culturas não eram opiniões

Kurt Cobain
Kurt Cobain, Territorial Pissings

Nota: A letra da música "Terrirorial Pissings" foi escrita por Chet Powers e Kurt Cobain

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Procure suas qualidades, acredite em você, não fique pensando que os outros sabem mais que você. Acredite em seu poder.

Não tenho mais vontade de agradar os ingratos, de servir os folgados e de sustentar os inúteis. Não tenho mais interesse em nutrir falsos amigos, me alimentar com falsos amores e nem me apoiar em meias verdades. Daqui por diante só o real me interessa.

Filho meu, ouve o ensino de teu pai, e não deixes a instrução de sua mãe.

São espetaculares e incríveis. Quando você não sente, o mundo fica opaco e sem cor. (...) As emoções simplesmente são. Nem boas nem ruins, apenas existem. (...) Os paradigmas dão força às percepções e as percepções dão força às emoções. (...) Só porque você acredita firmemente numa coisa não significa que ela seja verdadeira. Disponha-se a reexaminar aquilo em que acredita. Quanto mais você viver na verdade, mais suas emoções irão ajudá-lo a ver com clareza.

Caras Novas
O Rio é a capital mundial da operação plástica. Não param de chegar estrangeiros para ver, não o pão de açúcar; mas, o Pitangui. Quem não consegue reserva com o Pitangui recorre a outros restauradores brasileiros, com menos nome mas igualmente competentes (é o que dizem, eu não sei. Na única vez que eu consultei um cirurgião plástico ele foi radical: sugeriu outra cabeça. E aquela história do cara que era tão feio que foi desenganado pela cirurgia plástico?). Os responsáveis pelo turismo no Rio podiam montar um balcão no aeroporto - reserva de cirurgião - para receber os visitantes que chegam tapando o rosto e pedindo informações.
— Que tipo de operação o senhor deseja?
— Papada. Quero um bom homem de papada.
O cirurgião plástico, injustamente chamado de gigolô da vaidade, desempenha uma função social muito importante. Os eventuais exageros não são culpa sua. São os clientes que insistem.
— Minha senhora, é impossível esticar a sua pele ainda mais. Já lhe operei 17 vezes. não tenho mais o que puxar.
— Desta vez só quero que você tire esta covinha do queixo.
— Isso não é covinha. É o seu umbigo.
Antigamente a cirurgia plástica era um recurso extremo.
— Querida, que bobagem, operar o nariz. Eu gosto do seu nariz assim como está. Casei com seu nariz, casei com você.
— Acontece que eu não aguento mais o meu nariz. Não posso viver com ele mais nenhum minuto. Não quero mais ver esse nariz na minha frente.
— Mas uma operação plástica...
— Você tem que escolher, eu ele ou eu.
Hoje só falta das nas colunas sociais:
"Gigi Gavrache reuniu um grupo de amigos para a inauguração do seu novo queixo- o terceiro em dois anos -que recebei muitos elogios. "Voluntarioso", "sensível", "um clássico", foram alguns comentários ouvidos durante a noite. "Não posso me queixar..." disse Gigi, com sua conhecida verve."
"Muito comentado o encontro casual de Dora Avante e Scaninha Vabis na pérgola do copa, sábado pela manhã. As duas estavam com o mesmo nariz. Domage..."
Imagino que no mundo da cirurgia plástica - que é uma forma de escultura com anestesia - devem existir algumas mesmas instituições do mundo das artes, que também são plásticas. Como a fofoca.
— O que você está achando da nova fase dele?
— Muita influência estrangeira. Só dá perfil romano.
— Achei o queixo da Gigi bem solucionado.
— Mas, nada original. Eu estava fazendo queixos assim há cem anos. O romantismo está ultrapassado. Ele não evoluiu.
— Por sinal, não deixe de ir ao meu vernissage.
— Vernissage?
— Vou expor alguns traseiros. Meu trabalho mais recente.
Mas tem um problema que me preocupa. Digamos que a americana rica se operou com o Pitangui. Esta contentíssima com o resultado e prepara-se para embarcar no avião de volta a Dallas. Ela tem que passar pelas autoridades no aeroporto.
— Seu passaporte, senhorita
— Senhorita não, senhora.
— Perdão.
— Obrigada.
— Mas... este passaporte não é seu.
— Como que não? Ai está meu nome. Gertrude sou eu.
— Mas a fotografia é do Ronald Reagan.
— Ridículo.
— Está aqui. O Ronald Reagan de peruca.
— Essa sou eu.
— Impossível senhorita. Vamos ter que confiscar este passaporte. Providencie outro com a sua fotografia.

E eu já não mais vivo sem essa morfina que eu batizei com teu nome, há alguns meses atrás.

" O que mais dói quando se alma alguem é imaginar tudo o que não conseguimos realizar juntos. O que vivemos é um tesouro que nunca se apaga da memória, mas é o que não construímos que nos entristece e mata."

Errei algumas centenas de vezes enquanto procurava algo que eu sabia que não encontraria onde estava procurando, nem mesmo ao certo sabia o que era esse ‘algo’. Porém, no pensamento cínico do ato, ás vezes parece a decisão mais forte. Mais forte? Sim! Certa? Não. Mania patética de procurar sensação de poder. Poder... perdi tanta coisa pelo desejo de senti-lo que nem acho outra justificativa pra minha extensa lista de erros. Por um tempo acreditei que devíamos fazer tudo que queríamos no momento, que isso era “viver”, mas hoje sei, que antes de fazermos qualquer coisa, devemos pensar: “O que eu quero?”, o prazer momentâneo ou a verdadeira felicidade? Felicidade é prazer momentâneo? Não. Não é. Meu prazer momentâneo é sempre o poder. Minha felicidade eu perdi por não saber do que hoje eu sei.

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências…
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adimiro, adoro, os amo, embora não declare.

Paulo Sant'Ana

Nota: Trecho de texto escrito pelo jornalista brasileiro Paulo Sant'Ana. Algumas fontes também o atribuem, de forma errônea, a Vinicius de Moraes.

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As coisas que não dependem de você podem acontecer a qualquer momento.

O Gato apenas sorriu quando viu Alice.
Parecia de boa índole, ela pensou, mas não deixava de ter garras muito longas e um número respeitável de dentes, por isso ela sentiu que devia ser tratado com respeito.

– Gatinho de Cheshire – começou um pouco tímida, pois não sabia se ele gostaria do nome, mas ele abriu mais o sorriso. – Poderia me dizer, por favor, que caminho devo tomar para sair daqui?
– Isso depende bastante de onde você quer chegar – disse o Gato.
– O lugar não me importa muito – disse Alice.
– Então não importa que caminho você vai tomar... – disse o Gato.
– ... desde que eu chegue a algum lugar – acrescentou Alice em forma de explicação.
– Oh, você vai certamente chegar a algum lugar – disse o Gato – se caminhar bastante.

Alice no País das Maravilhas
CARROLL, L., Alice no País das Maravilhas, 1865

Não confie no amor industrial, cheio de padrões e patrões. Cada amor é único, cada amor é um artesanato do coração.

SE EU MORRER AMANHÃ.

Se eu morrer amanhã, por favor, não leve-me flores. Você teve uma vida inteira para isso. Também não chore de saudade, não se não tiver me buscado verdadeiramente enquanto podia. Se eu morrer amanhã, peço: não se arrependa de não ter me dito tudo que queria enquanto meus ouvidos eram algo que não pó. Se eu morrer amanhã - suplico -, não toque minhas mãos frias, não se nunca as tiver sentido quentes. Se eu morrer amanhã não pense em como seria se eu estivesse vivo, pois eu já estive. E passou. Se eu morrer amanhã, por favor, não diga que me ama, nem que "fui" importante. Eu já não ouvirei isso. Chore, apenas se eu lhe tiver sido bom, mas não chore se não tiver sido comigo. Leia algo meu se bater saudade, mas não leia se nunca tiver lido. Veja fotos minhas se isso fizer bem à lembrança, mas não se arrependa de nunca ter pousado junto a mim. Se eu morrer amanhã, não enlute, não se não tiver lutado comigo. Se eu morrer amanhã, não se surpreenda, morte é consequência de estar vivo. Se, por acaso, eu morrer amanhã, não olhe profundo para mim - dormido eternamente -, mas lembre-se do meu derradeiro olhar, do meu sorriso e das coisas (boas ou ruins) que eu fiz, para, por e com você. Se eu morrer amanhã, lhe peço, não me queira ver, não me queira escrever, não me queira despedir... mas só aceite, só respeite a ideia de que serei silêncio profundo, lembranças doídas e pó eterno e entenda que o que fora feito, dito ou vivido estará trancafiado num tempo chamado passado que debruça-se pouco a pouco no esquecimento e que já não flui, não volta, não muda, não vive, não vê.

Não há nada de errado em alimentar o ego de uma mulher, o problema é quando ela sacia a autoestima e começa a encher a barriga de orgulho.

Não quero que pense em mim sem motivos, mas que faça de mim o motivo dos seus pensamentos

O tempo diz o que a razão não pode dizer.

Eu amei você primeiro, por que não consegue ver?