So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
"Sociedade É hierarquia. Uma 'sociedade igualitária' equaliza todo mundo tão baixo que já ninguém enxerga quem está por cima."
Poderia estourar bombinhas de artficio porque a maldade caiu por terra
e a justiça chegou, porém consigo apenas ter pena
por aquela que sempre me derrubou!
Shirlei Miriam de Souza
Foi amargo todo mal que me casou, mas a confiança em Deus
me fez ver que a justiça existe...
E que no tempo de Deus tudo teve sua evolução
hoje me sinto justiçada pelo mal que ela me casou!
Shirlei Miriam de Souza.
Se estivesse tempo pra cuidar da vida dos outros.
Como cuidam da minha, minha vida seria um estrelato!
Shirlei Miriam de Souza
As vezes entra coisas na nossa vida que podemos evitar, coisas se descobertas irá causar grandes prejuízos na nossa vida, por isso que a vida é feita de escolhas, as escolhas podem trazer bênçãos ou maldição, nós decidimos o que queremos que entre em nossa vida. Tudo aquilo que nós decidimos entrar em nossa vida que não seja o natural que Deus criou nos amaldiçoamoos, a nós e nosso filhos.
Sei que Pôncio Pilatos ordenou a morte física e biológica do corpo de Jesus, mas e você por acaso não tem sido pior do que Pôncio Pilatos e tem decretado todos os dias em sua vida a morte dos preceitos, valores e ensinamentos de Jesus na sua vida? Pense bem, pois o corpo Dele era um mero templo, mas o que Ele realmente queria era continuar vivendo através de nossos atos e escolhas!
Quanto menos um homem é apto a enxergar o mundo, mais assanhado fica de transformá-lo – de transformá-lo à imagem e semelhança de sua própria escuridão interior.
A única obra que vale realmente a pena de criar é a PERSONALIDADE. Os escritos são muito menos importantes.
O preconceito nunca vem da própria pessoa, mas do olhar do outro.
Uma pessoa nasce sem uma perna no meio de muitas que tem duas pernas. Ela é vista como anormal, castigada, sofrida. Os olhares apontam pra ela direcionando energias de pena, compaixão, dó, estranhamento, repulsa etc. O organismo dessa pessoa já vem preparado para se suprir em outras áreas, como ter maior força de vontade, ou inteligência, força física, bondade, compreensão, ou qualquer outra característica que se sobressaia, mas ela é vista como anormal porque não está dentro do padrão considerado normal pela maioria que possui duas pernas. Ela já começa a sofrer com a falta de uma perna. Ela tem limitações, é claro, mas a falta que sente nada tem a ver com isso. Ela sofre porque começa a achar que, se tivesse duas pernas poderia correr a maratona. Mas no fundo ela nem liga pra correr. Seu corpo está adaptado para ela fazer as coisas dentro de seus limites. Mas como todo mundo pode correr a maratona e têm dó dela, ela também fica com dó e começa a tentar se superar pra provar que é igual. As pessoas até reconhecem isso, mas logo voltam pras suas vidas.
Agora imagine duas pessoas que nasceram em uma ilha. Foram trazidas pra lá e cuidadas por seres fantasmas. Uma cresce com uma perna e a outra com as duas. Elas só reconhecem a si mesmas. Quem é a anormal? A de uma perna pode entrar em buracos que a de duas não consegue, entre ter outras habilidades. Quem é o anormal?
O problema nunca será a ilusória limitação do outro, mas o não reconhecimento de que aquele outro é perfeito como é, que dentro do que ele é, dentro de suas características, ele pode fazer qualquer coisa.
Muitas pessoas têm se sentido mal por não serem como as outras eleitas por elas como exemplo de vida. Não sou rica. Não sou magra. Não sou bonita. Não sou ruiva. Não sou branca. Não sou negra. Não sou empoderada. Não sou boa. Não sou suficiente!
Parece que existe uma elite secreta que sai soprando nos ouvidos do povo o que é ser certo e o que é ser errado. Essas falas vão passando de ouvido em ouvido como um telefone sem fio. Alguns tentam se adequar ao novo padrão, outros não conseguem e se sentem tristes. A regra da vez é ser anti-comunista, ou vegetariano, ou espiritualizado, ou diplomado, ou ir pra Disney, ou postar fotos bonitas no Instagram. Todos tentam se adequar.
Todos sentem uma falta, um vazio a ser preenchido pela nova moda do mês, afinal os olhares e julgamentos externos doem muito. Mas mais pobre é quem julga e não vê a completude no outro.
