So Nao Muda de Ideias que Nao as tem

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A política brasileira é um grande circo, cujo papel de palhaço é reservado para o trabalhador brasileiro.

Hoje eu consegui me olhar,
e enfim, eu me vi.
E dentro desse meu ver,
vi teu olhar me acenando.
Olhos de saudade,
calmos, fundos,
e as meninas dos teus olhos
bailando só pra me chamar atencão.
Não era mais espelho,
era encontro.
Eu me olhando,
e você morando no meu olhar.
(Saul Beleza,)

A realidade é um espelho,
e nele eu me vi inteiro:
você desconta em mim
a saudade que sente dele.
Eu detesto esse instante
em que seu olhar atravessa o meu
procurando outro rosto.
Acho que sou remédio
para tua memória.
Você me toma quando a falta aperta,
mas não é a mim que você quer curar.
(Saul Beleza)

Quando dá essa saudade dele,
ocê lembra de tudo, tintim por tintim.
Lembra onde foram,
o que beberam,
o que comeram,
até a data na ponta da língua.
Cada detalhezinho vivo na tua boca.
E sempre me dizia,
com essa cara de saudade enrustida,
que num foi nada importante.
Se num foi nada,
por que ocê guarda tudo
e se esquece de quem está ao teu lado?
(Saul Beleza)

*Dilurido de dor*

A vida é um ispêio truviscado, visse?
E eu tô aqui, dilurido, com o peito rasgado,
que ocê pega essa saudade que é dele
e desconta todinha em cima de mim.
Dói, dói que só uma peste.
Ocê me abraça chamando outro nome
com os zóio.
Eu num sou gente pra ocê não,
sou remédio amargo,
sou chá do mato pra curar
uma dor que num é minha.
Tô loco, tô tonto, tô dilurido de dor,
bebendo tua saudade que num me pertence.
(Saul Beleza)

Se for guerra, que seja assim:
Me rende com teus beijos,
me desarma com teu cheiro,
me deixa sem defesa nenhuma
no teu abraço.
Me explode o coração,
mas de amor,
me tortura,
mas de saudade quando você não tá,
me faz rastejar,
mas pra te alcançar mais depressa.
E no fim,
suados, rindo,
a gente pede clemência um pro outro,
e assina a paz
na beira do Rio verdao.
(Saul Beleza)

Às Eras da História Humana (Idade Antiga até hoje):
Após o surgimento da escrita (por volta de 4000–3500 a.C.), a história humana é dividida em:
• Pré-História: Período anterior à escrita (Paleolítico, Neolítico e Idade dos Metais).
• Idade Antiga: Da invenção da escrita até a queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.).
• Idade Média: De 476 d.C. até a queda de Constantinopla (1453) ou a chegada a América (1492).
• Idade Moderna: De 1492 até a Revolução Francesa (1789).
• Idade Contemporânea: De 1789 até os dias atuais.
. Em breve estaremos na idade das migalhas, vamos sobreviver das sobras do Governo, e o pior, vamos ser gratos por isso.

Expedito Lascado da silva

A Seu Gosto.
Você chegou, como chega a primavera, em um dia cheio de luz, me fez
feliz e me fez sentir criança de rir e brincar, me fez dançar, me fez ver
esperança nos raios do sol, me fez ver alegria no trabalho, pelo simples
desejo de estar on line contigo. Me fez enxergar muitas coisas que por
medo meu, estava turvo em meus olhos, e trouxe-me uma coisa gostosa:
Ser desejado e desejar-te.
(Saul Beieza)

Na verdade estivemos juntos a última vez
e eu nem sabia.
Te beijei pela última vez,
com a pressa de quem vai voltar,
te abracei pela última vez,
com a força de quem fica,
te quis pela última vez
como se houvesse próxima vez.
Discutimos pela última vez,
por besteira, por ciúme, por medo,
e eu juro que discutiria de novo,
só pra ouvir tua voz mais um pouco.
Foi estranho.
Não teve trilha sonora,
não teve chuva na janela,
não teve aquele aviso que os filmes dão.
Só teve nós dois,
e um abraço que não sabia que era despedida.
Pela primeira vez,
foi a nossa última vez.
E eu ainda estou aqui,
tentando aprender
a te desabraçar.
(Saul Beleza)

⁠Do latim proba, de probare (demonstrar, reconhecer, formar juízo de valor, entende-se, assim, no sentido jurídico, a demonstração, que se faz, pelos meios legais, da existência ou veracidade de um fato material ou de um ato jurídico, em virtude da qual se conclui pela existência do fato ou do ato demonstrado.
A prova consiste, pois, na demonstração da existência ou da veracidade daquilo que se alega como fundamento do direito que se defende ou que se contesta.
E, nesta razão, no sentido processual, designa também os meios, indicados em lei, para realização dessa demonstração, isto é, a soma de meios para constituição da própria prova, ou seja, para conclusão ou produção da certeza.
A prova pode fundar-se na afirmação ou na negação de fatos, sobre que se pretende tenha nascido ou originado direito. Assim, orienta-se na afirmação positiva ou na afirmação negativa do fato contestado, de cuja demonstração decorrerá a certeza da afirmação.
A prova, por isso, constitui, em matéria processual, a própria alma do processo ou a luz, que vem esclarecer a dúvida a respeito dos direitos disputados.
Mas, tomada num duplo sentido, objetivo e subjetivo, não se mostra somente a demonstração material, revelada pelo conjunto de meios utilizados para a demonstração da existência dos fatos (sentido objetivo), como também a própria certeza ou convicção a respeito da veracidade da afirmação feita (sentido subjetivo).
E, assim sendo, juridicamente compreendida, a prova é a própria convicção acerca da existência dos fatos alegados, nos quais se fundam os próprios direitos, objetos da discussão ou do litígio.
Em consequência, somente há prova quando, pela demonstração, se produz uma luz suficiente para achar a verdade, ou quando os elementos componentes da demonstração estabeleceram uma força suficiente para produzir a certeza ou convicção.
A força da prova objetiva ou da prova material produzindo a prova subjetiva ou convicção, é que forma integralmente a prova jurídica, gerando os efeitos pretendidos, isto é, os de estabelecer uma demonstração inequívoca acerca dos fatos alegados ou afirmados.
Nesta acepção, incluem-se, especialmente, as provas propriamente ditas, decorrentes da materialidade de fatos, de que se formou a certeza. São as provas diretas, preparadas pelos próprios interessados ou demonstradas por eles, no que diferem das provas indiretas, constituídas pelos indícios e presunções.

"NADA É PARA SEMPRE, NEM MESMO O NOSSO SOFRIMENTO"
"A DOR PODE DURAR UMA NOITE, MAS A ALEGRIA VEM PELO AMANHÃ".Ademar de Borba

Entre A ou B, eu fico com a generosidade das crianças, a sensatez dos animais e a beleza das plantas. Porque, muitas vezes, a verdadeira sabedoria está na simplicidade da vida.
-Aldemi Escobar de Matos

"COM ESTÁ FRASE APAZIGUEI O CORAÇÃO DE UM APAIXONADO: ENCONTREI (DE MADRUGADA), DOIS JOVENS DISCUTINDO NA BOATE DA BARRA DA TIJUCA, UM DELES ENTROU NO TAXI CHORANDO E PEDIU PARA LEVAR EM COPACABANA, PERGUNTEI O QUE HOUVE? O QUE ELE ME RESPONDEU! ACABEI DE BRIGAR COM O MEU NAMORADO (HOMEM). EU DISSE, FIQUE CALMO: "A DOR PODE DURAR UMA NOITE, MAS A ALEGRIA VEM PELO AMANHÃ" PARECE QUE RECEBEU UMA ANESTESIA NO CORAÇÃO. CESSOU O CHORO. Ademar de Borba

Jogar Conversa Fora ( Ou? )

Gosto De Pôr Para Fora O Que Sinto Em Minha Vasta Alma, Através Das Palavras, Por Meio Das Letras ; Sem Me Importar Se Essas Palavras Jamais Serão Lidas Ou Comentadas, O Que Me Importa É O Prazer Desse Momento, É O Que Sinto Ao Escrevê-las, Isso Me Dá Pleno Prazer Alimentando Minha Alma Transbordando Meu CoraÇão..., As Coisas Que Escrevo São Apenas Meus Pensamentos Vestindo Bellas Palavras.

A Minha Boca Fala Do Que Está Cheio O Meu CoraÇão
!!!
( Ser Poeta É Falar Com A Alma )

Na ausência do meu amor
A saudade me consome
Sentimentos e desejos se misturaram
Procuro palavras que os definam
Assim quando juntos estivemos
Eu possa lhe dizer tudo o que sinto
Mas nenhuma palavra é dita
Quando juntos estamos
Não temos tempo a perder
Com palavras

@olhar_de_capitu

"A COISA MAIS INDISPENSÁVEL PARA ÀS PESSOAS É A COMUNICAÇÃO. ELA É UMA ESTRADA DE MÃO DUPLA" Ademar de Borba

"A PIOR COISA É CHEGAR NO FINAL DA VIDA DERROTADO, POR FALTA DE CORAGEM DE LUTAR" Ademar de Borba

A única certeza da vida é ser idiota e fazer os outros de bestas.

A sensatez e a loucura caminham lado a lado em uma linha tão fina que muitas vezes se confundem, tornando o sensato aparentemente louco e o louco, sensato. Essa tênue fronteira revela que, no limite da razão, o que julgamos como loucura pode ser a mais profunda sabedoria, enquanto a sensatez pode esconder uma loucura disfarçada. Essa ambiguidade é o que torna a experiência humana rica e complexa, pois a vida pulsa exatamente nesse equilíbrio instável entre ordem e caos, razão e delírio.

Fragmentos de razão flutuam no éter,
Cleópatra dissolve-se em névoa atemporal,
Horfmann murmura em ecos sem bordas,
amor transborda nas fissuras da luz,luminescência frágil descortina o vazio,
ondas sem tempo ondulam sem rumo,
palavras dispersas rompem a forma,
silêncios entrelaçam o que não se vê,e no entrelaçar das sombras e brilhos,
a luz revela o mistério: o amor é a razão que transcende o tempo e habita o infinito.